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1 de setembro de 2009

Um Reino criativo



Temos o Infinito dentro de nós...
Temos a Sabedoria dentro de nós...
Temos a Arte dentro de nós...
Temos o Sagrado dentro de nós...
Já tendo tudo o que precisamos, agora criemos.

Interessante como ao examinarmos todos os recursos que temos à nossa disposição para criarmos estruturas de idéias novas, vemos que não usamos nem 1/5 de tudo que poderíamos usar.

Sinto falta da criatividade, sinto-me no meio de repetitivos movimentos, de repetitivas danças, repetitivas roupas e repetitivas tentativas de alcançarmos aquilo que está dentro de nós, de alcançarmos a Arte de Deus.

O grande artista mora dentro e se move em nós, mas O limitamos com a nossa preguiça e medo em buscarmos o novo, em ousarmos fazer, em empreendermos novas danças, novas formas de expressarmos uma idéia, novos movimentos que estejam a altura do que já é feito nos céus.

Estagnamos na mesmice do que já vimos ou ouvimos dizer. E quando alguém desponta com algo novo, rapidamente vem outros tantos copiando.

É hora do novo encher o templo, do novo encher-nos para celebrarmos com a Arte completa. Nossos cultos precisam ser melhores do que os espetáculos seculares, porque somos os possuidores a Arte em sua essência. O que vemos por ai é apenas cópia.

Tudo isso surgiu enquanto refletia sobre os espetáculos que vemos no meio secular e por que são tão fascinantes e tão cheios de beleza. Penso que à eles nunca foi imposto nenhum limite, quanto à nós são impostos limites todo o tempo. Um padrão, que não sabemos de onde surgiu, nos dita regras do que se é legal ou profano dentro da Arte. Até uns anos atrás dançar na igreja era profano, voltando um pouco mais no tempo lembramos que tocar bateria era um escândalo, pois era considerado um instrumento do diabo. Hoje já podemos discernir que tudo isso veio de tradições e religiosidade criadas pelo próprio homem e que Deus mesmo nunca havia proíbido tais coisas.

Então, quem criou esse padrão e daonde foi retirado? Porque temos tanto medo em fazer algo que nós tira no "normal"? Medo de quem? Deus? Deus é o ser cuja a critividade teve início e Nele reside toda a forma da arte, então porque ter medo de fazer para Ele algo que já existe nEle? E que com certeza Ele já deve assistir no céu. Creio que Deus-Pai fica na expectativa de ver a Arte que seus filhos farão. Deus fica na expectativa de ver algo novo que o surpreenderá, não que ainda não o tenha visto, mas será feito pelos seus filhos.

O Espírito Santo nos guiará em toda a verdade (Jo. 16:13). Essa verdade é algo absoluto, que inclui todas as coisas. É a verdade libertadora. Ou seja, o Espírito Santo nos guiará na verdadeira Arte, ou na verdade sobre a Arte. A verdade que nos libertará dos nossos medos em errar o alvo.
Então, se quisermos saber qual o padrão que deve ser, perguntemos àquele que nos guiará a toda a verdadeira Arte, ao Espírito Santo.
Se temos dúvida se o que temos em mente é de acordo com o padrão do Reino de Deus, perguntemos ao Senhor do Reino.

Peço ousadia e intrepidez para aqueles cujo o chamado envolve a prática da Arte no Reino de Deus.

Ministros da Arte no Reino de Deus.. diante disso que possamos gerar uma intercessão para que toda a religiosidade caia, que todos os limites impostos pelo medo caiam, que a verdadeira Arte alcançe o corpo de Cristo na sua totalidade, que sejamos guiados pelo Espírito Santo, que nossos irmãos que ainda tem dentro de si tabus com relação a isso sejam impactados pelo Espírito Santo e recebam essa revelação. Que haja restauração da adoração com a Arte e que seja completa.

Quanto a nós, que busquemos o novo. Chega de cópias. Chega de fazermos porque foi uma benção com o outro. Façamos algo surpreendente para o Pai.

Quando somos crianças temos uma mania em fazer bilhetinhos e desenhos para os nossos pais, e eles quando recebiam ficavam tão felizes que alguns guardam pra sempre essas "reliquias". Façamos o nosso bilhetinho, o nosso desenho pra Deus. Sem copiar o do colega ou o do irmão. Basta ser espontâneo pro Pai ficar orgulhoso.

Busquemos novas formas de expressão, novas roupas, novos movimentos, existe um universo diante de nós. Adoremos com Arte!

Na próxima postagem falaremos sobre os artefatos que podemos agregar a nossa expressão de dança.

MÃOS À OBRA, CRIEMOS!

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17 de agosto de 2009

O Caminho...


Existe algo que o Espírito Santo está me ensinando nesses dias, e queria compartilhar aqui, pois sei que Ele tem falado com muitos sobre isso.

Que caminho estou trilhando? Quem Deus é em mim? E o que Ele quer que eu faça?

Infelizmente muitos de nós, senão quase todos, nos perdemos quando chegamos a esse ponto crucial da nossa caminhada com o Pai.

Ao chegar nessa encruzilhada, alguns têm a escolha errada e passam a trilhar um caminho onde o objetivo não é mais o Reino de Deus e nem a sua justiça como Jesus nos ordenou fazer em Mt 6:33, mas buscamos coisas inerentes a nossa vida e ao nosso bel prazer, caminhamos focados em nós mesmos. E o mais infeliz nisto tudo é que realmente estamos convencidos que somos quem fomos criados pra ser e achamos que sabemos quem Deus é em nós; e cremos fazer o que Deus nos mandou fazer, mas enganosamente estamos fazendo tudo errado.Não temos a nossa identidade em Cristo, Deus não é o centro em nós, e estamos longe de fazer a Sua vontade. Isso pode ser perfeitamente observado por situações que tem ocorrido na igreja (corpo de Cristo) e os frutos dessas situações não são do Espírito Santo. Nossa gitação não tem servido pra nada a não ser nos divertir e distraír do que verdadeiramente precisa acontecer através de nós. Nossos cultos tem emocionado pessoas, lágrimas rolam, mas não há paralíticos andando, cegos enxergando, mortos ressuscitando, cidades sendo transformadas, multidões se arrependendo ao ouvir a nossa pregação, as pessoas não têm entrado pelas portas adentro gritando por socorro, sendo atraídas pela presença de Deus (At. 2:41;Jo.4:28 a 30; At 3). Na ausência dessas coisas percebemos que falta algo, e que estamos na direção errada, precisamos consertar nosso foco, alinhar nossa mente com a de Cristo e caminharmos no verdadeiro caminho que é JESUS.
Certa vez ao ler um livro do Rick Joiner, ele colocou algo que mudou o meu pensar.

"O Caminho não é uma trilha, um princípio, nem uma fórmula, (muito menos uma religião), o Caminho é uma pessoa, JESUS.
Andar na verdade não é apenas assimilar e concordar certos fatos espirituais, a verdade-Jesus não é conhecimento,mas é seguir uma Pessoa.Podemos conhecer toda a verdade e ainda assim sermos desobedientes."

Quando Jesus afirmou que Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida e quem ninguém ia ao Pai senão por Ele (Jo.14:06), nos deixou um princípio de como devemos proceder e ser pra alcançarmos o Pai. Você não anda com Jesus, você anda em Jesus (Ele é o caminho), você necessita conhecer toda a verdade conhecendo Jesus num relacionamento profundo que te libertará (ELe é a verdade e a verdade que liberta),você precisa viver Jesus, ser como Ele é (Ele é a Vida), tudo em você precisa se mover nEle, estar nEle, e se há algo que não está nEle precisa ser deixado. Uma coisa está atrelada a outra; não podemos O conhecê-Lo como a Verdade, trilhá-Lo como O Caminho, sem antes vivê-Lo como nossa Vida. Lembra da música: ... Cristo é a nossa vida, o motivo do louvor em nosso novo coração...?

O Reino de Deus não tem sido o nosso objetivo e nem a nossa vida, não temos andado pelo caminho correto que é Jesus e temos nos perdido em meio a muitos afazeres cristãos e seculares.

Outro dia conversando com um amigo, ele me contava como estava distante de Deus e como seu tempo estava curto, que não conseguia mais ser como era antes, quente... pois estava trabalhando muito e fazendo mais uma faculdade. Percebi a sua frustação em me dizer como sua vida secular ia bem sucedida, porém sua vida com Deus estava um desastre. Há alguns anos atrás esse amigo era uma das pessoas que choravam nos cultos dizendo eis-me aqui Senhor, faço tudo por ti, a minha vida é tua. Mas agora ele me diz que infelizmente não foi bem assim. Não digo aqui que não devamos trabalhar ou estudar, mas quero que cheguemos ao intendimento que até isso precisa ser mover em Deus e não ocupar o lugar dEle em nós.
Enquanto isso, nosso tempo tem sido consumido pelo gafanhoto do engano e do sofisma que Satanás tem lançado nas nossas mentes e nós despercebidamente temos caído na sua lábia enganadora.

Chegamos nos cultos e pedimos para sermos abençoados, quando na verdade Deus somente precisa que alinhemos a nossa vida nEle para que tudo que Ele quer fazer de bom pra nós aconteça. Conforme o filho pródigo Deus não te dará bençãos que o fará deixá-lo e o fará seguir pelo caminho enganoso. Deus nunca patrocinará o nosso ego. Por isso, muitas "bençãos" não são liberadas, por que para nós são bençãos, mas Deus em sua soberania sabe que na verdade mais a frente nos levaram para longe do Seu propósito. O carro novo, o novo emprego, a namorada, até o casamento, as vezes achamos que é benção, mas o Pai sabe o que é melhor para os seus filhos.

Diante desse quadro caótico é preciso parar e buscar saber quem Deus é pra você, para então, Deus te dizer quem você é Nele e te mostrar o que Ele quer que você faça.

Deus é somente um poço dos desejos, ou Ele é a Sua vida?


Hum isso já é assunto para outra postagem. Até lá...

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21 de maio de 2009

Dança - Uma oferta em Movimento!!!

Uns dias antes do nosso Congresso de dança, Deus ministrou muito ao meu coração sobre essa expressão: Oferta em Movimento.
Somente depois de ler o contexto da palavra que recebi é que puder ver como é profética essa expressão.
Uma oferta gerada pelo Espírito Santo...

Nos textos de Ex. 35:5-29 e Ex 36:3, vemos toda a movimentação em Israel para a construção do tabernáculo de Moisés, cuja ordem para construí-lo veio diretamente do Senhor.
Desde o princío o plano original de Deus é ter um relacionamento íntimo com o homem era de termos uma relação paternal. Mas, isso de deteriorou com o pecado, então em Moisés Deus aponta para nós a sua eterna vontade de se reaproximar, pedindo que construíssem um lugar onde não só o povo poderia expiar seus pecados, mas um local onde mais tarde teríamos a arca da aliança, que simbolizava a presença do próprio Deus no meio do Seu povo.

Então, nesse momento, as pessoas vinham e traziam suas ofertas para a construção do templo. Interessante, por que Deus quis que fosse dessa forma. Ele simplesmente poderia entregar nas mãos de Israel um reino muito poderoso e rico, cujos despojos serviriam para construir 100 tabernáculos talvez, mas Deus preferiu contar com o povo e sua oferta. A biblia diz que as ofertas eram VOLUNTÁRIAS, movidas genuínamente pelo Espírito Santo para que fossem entregues.

Essas ofertas seriam usadas para construir um lugar para que Deus habitasse no meio de Israel. Mas tarde Deus ordena a Davi que construa novamente um tabernáculo para si, sendo que de modelo diferente, mas sempre seguindo o mesmo objetivo: HABITAR AQUI. Em Amós 9:11 há uma promessa de restauração dessa habitação.

Acho que agora a sua ficha já caiu... trazendo para um contexto profético e lendo os sinais... podemos assim dizer que a nossa oferta (nossa dança) movida e gerada pelo Espírito Santo ajuda a construir o lugar da habitação de Deus no nosso meio, restaurará esse tabernáculo. QUE MARAVILHOSO ISSO... ESSA É A NOSSA EURECA...

João 1:14 nos mostra mais uma vez que o Verbo, Jesus, veio e habitou no nosso meio, ou seja, Deus estava nos apontando novamente a restauração da Sua vontade.

Quando tomamos consciencia que a nossa oferta movimentada pelo Espírito Santo chama, atrai a presença de Deus e constroi um trono para que Deus habite no nosso meio conforme Salmos 23:11, nós trazemos dessa forma o Reino de Deus e toda a treva é dissipada, o império das trevas cede, porque só há lugar para um senhor. Que será aquele que for mais adorado.

Ihhhhhhh... é mesmo! Nessa guerra que muitos chamam de batalha espiritual, ganha quem receber mais adoração, pois a adoração é quem da legalidade para habitação. Isso é imutável, é um principio de Deus, conforme vimos em Salmos.

Deus está cansado de nos visitar, Ele quer vir habitar. Os avivamentos são provas das visitações de Deus, mas agora eu quero a Habitação, quero Deus eternamento no nosso meio, quero Seu Reinoooooooo!!!!

Como há algo profético nessa expressão. Muitas vezes ouvimos as coisas e nem sequer nos atentamos para o que significam.

Que possamos entregar a nossa oferta gerada, movida pelo Espírito Santo para que participemos da reconstrução do lugar para a habitação de Deus em nosso meio.


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26 de fevereiro de 2009

Dança que traz o Reino


A dança do Reino...

Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque fazendo isto, nunca jamais tropeçareis. Porque assim [sendo firmes na vocação/chamado], nos será concedida amplamente a entrada no Reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. II Pe. 1:10


Pedro admoesta a própria igreja para que não esmoreça no seu chamado, mas que faça (exerça) cada vez mais firme a sua vocação.

Na nossa caminhada muitas vezes desanimamos pelo presente, pelas circunstâncias que abatem nossa alma e coração.

Aos nossos olhos achamos até que é tempo de parar um pouco, de "dar um tempo", contudo, o apóstolo nos revela algo que nos remete ao contrário. Se nos mantivermos firmes e cada momento exercermos firmeza em relação ao nosso chamado não tropeçaremos, mas seremos persistentes e constantes na nossa caminhada. Sem lamúrias, afinal, contribuímos para a implantação de um Reino infinito. Não há tempo para delongas, pequenos tropeços, picuinhas ou reservas.

A nossa firmeza na vocação é o passaporte para a entrada no Reino de Deus. Nesse ponto gostaria de me deter, na nossa entrada no Reino e na entrada do Reino em nós.

O desânimo, a perda de sentido do que fazemos e a perda do foco são setas sórdidas do império das trevas que tenta de todo jeito nos desviar para que não adentremos no Reino. Existe uma conexão celestial e gloriosa quando manifestamos o Reino de Deus.
Ao entrarmos em sintonia com o Reino de Deus, ou seja, quando esse Reino que está dentro de nós se manifestar em plenitude nas nossas vidas, os ministérios e dons entraram em um novo estágio, em um nível mais elevado.
Existem vários recursos de revelação e manifestação no Reino de Deus para a nossa Arte, estes recursos só são alcançados, ativados e maximizados quando o Reino de Deus se torna nossa prioridade. Quando entramos nesse Reino, temos livre acesso à esses recursos.

QUANDO A IGREJA BRASILEIRA ALCANÇAR A PLENITUDE DE REVELAÇÃO E MANIFESTAÇÃO DO REINO DE DEUS ATRAVÉS DA ARTE, O MUNDO VOLTARÁ OS SEUS OLHOS PARA AQUELES QUE TEM DENTRO DE SI A ARTE MAIS BELA E PERFEITA DO PLANETA.

Existem melodias que jamais foram tocadas, nem sequer imaginadas. Existem danças e movimentos que ainda não foram executados. Essas coisas que ainda estão em ocultas para nós ministrariam profundamente à igreja e incitaria o mundo à conversão.
Tudo o que está em oculto só será liberado quando nossa prioridade for REINO DE DEUS. Nós precisaremos querer o Reino de Deus mais do que qualquer outra coisa.

Deus não nos dará esse nível de revelação e manifestação para implantarmos nossos pequenos "reinos"e para que desviemos os nossos dons e ministérios da vontade do Senhor para a sua Igreja.

Os dons não são artifícios para a promoção dos talentos em favor próprio. O dom profético não tem como objetivo elevar a sua dança para simplesmente te satisfazer e promover.
Pense comigo, se muito do que temos visto acontecer estivesse condizente com o querer de Deus para a igreja brasileira, o Brasil já teria sido tocado por Deus e teríamos presenciado uma mudança profunda. Há mais ou menos 13 anos existe o movimento da dança sendo restaurado no Brasil. Temos assistido muitos bailarinos que sabem tocar emoções, mas não temos visto o resultado fiel quando tudo é feito para a implantação do Reino. Vidas restauradas, corações dos pais sendo convertidos ao coração dos filhos, cidades restauradas, nações assoladas sendo transformadas, vidas se rendendo ao Senhor. Sim, esse é o resultado do ministério de quem busca em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua implantação. Esses foram os resultados do ministério de Jesus.

Nossos resultados tem sido catastróficos... concursos de dança? A igreja se mobiliza para competir entre si? Amosta de danças? Mostrar o que, e para quem? O que isso infererirá na nossa nação, de que forma isso tocará os ares e trará o Reino de Deus? Nossos ministérios, nossa dança, precisam refletir o Reino de Deus e o Seu Cristo. Se lembra do que Jesus falou sobre como reconhecer uma árvore? Pelos seus frutos.

Quando nosso objetivo é o Reino de Deus, vidas são curadas, libertas, relacionamentos restaurados, famílias restruturadas e o perdão é liberado.

Relembre tudo o que você já viveu em Deus, isso não é nada comparado ao que Deus tem para liberar para a Igreja Brasileira.

Existe uma chave que já foi dada à igreja (Mt.16:19) e só será girada quando nos posturarmos como sacerdotes na nação (I Pe. 2:9), adorando e intercedendo intensamente para que o trono de Deus seja estabelecido, que e o Reino de Deus venha. Deus tinha prazer na adoração do tabernáculo, por isso Ele habitava em meio aos louvores do Seu povo.

Eu não quero Avivamento, quero Habitação. Avivamentos foram pequenas visitações, "amostras grátis" de Deus. Eu desejo a habitação, a morada eterna do Rei e o Seu Reino no Brasil.

Vimos como tanta coisa importante estará em jogo, se desanimarmos e simplesmente não formos firmes no chamado.

O Reino de Deus é chegado!

Adoremos, profetizemos até que o Reino Venha!

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19 de fevereiro de 2009

ARREPENDIMENTO, TRANSFORMAÇÃO, RENOVAÇÃO E RECONCILIAÇÃO - Parte 2

Indo finalmente ao Assunto...
Creio que neste tempo o Senhor está derramando sobre aqueles que querem realmente ser como Jesus uma unção para: ARREPENDIMENTO, TRANSFORMAÇÃO, RENOVAÇÃO E RECONCILIAÇÃO. Tudo isso gerará o Reino de Deus.

Unção para o Arrependimento profundo - "Arrependei-vos: porque é chegado o Reino de Deus." Mt.3:2A primícia do Reino de Deus é o Arrependimento, que deve sem dúvidas começar em nós. O Arrependimento genuíno e profundo prepara o caminho e endireita as estradas do nosso coração, sendo crucial para que as demais coisas aconteçam. O arrependimento da igreja brasileira pode salvar o Brasil. II Cr. 7:14.
Unção para transformar e Renovar - "...mas sedes tranformados pela Renovação do vosso entendimento..." Rm. 12:2A bíblia nos dá a forma pela qual somos tranformados, só existe um jeito, através da Glória de Deus. Se de glória em glória somos transformados, quanto de glória tem havido em nós? A quantidade de pecados que temos indica o quanto fomos expostos à glória de Deus. É necessário então, diante de tudo nos expormos à glória mais intensamente. Nessa exposição há uma unção residual que é transmitida no corpo a corpo, nos lugares onde vamos, onde quer que estejamos levaremos essa glória e tão logo a transformação.Paulo nos mostra que já a renovação vem pelo entendimento. Deus quer ungir nossa mente de uma forma tamanha que caia por terra o nosso "achismo". Ele quer que percebamos que muitas vezes o que temos como certo é religioso demais pra Ele agir. O Espírito Santo começa a nos ensinar a verdade, nos confrontando com a Palavra e nos fazendo deparar dia a dia com o Verbo vivo - Jesus! Nossa mente é moldada pelo Espírito Santo conforme a Palavra.Deus nos fala hoje:"Rogo-te noiva minha, não se conforme com este mundo, com tua nação, cidade, com a tua vida, mas seja transformada pela lavagem da minha Palavra. Conforme a minha Glória em Ti, haja tranformação na sua maneira de pensar, de entender o meu agir e a direção do meu Espírito Santo. Que seus pensamentos sejam renovados, pois Eu - o Senhor, sei que pensamento eu tenho sobre ti. Afim de receberdes a revelação da minha vontade, para que exerça o Teu chamado, e experimente o que tenho para ti, que é bom, perfeito e agradável."
Unção para Reconciliar - "... E nos deu o ministério da reconciliação." II Co. 5:18,19 e Rm. 5:11Deus nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu esse ministério (serviço), colocando em nós a palavra da reconciliação. Assim como Jesus personificou a vontade do Pai de se reconciliar com o homem, levando todos à Deus, façamos de igual modo.Em seu ministério, Jesus deixou bem claro isso, expondo e consumando isso na obra da cruz. Cl. 1:20Agora esta mesma palavra está em nós, habita dentro de nós - O evangelho do Reino . Mt.24:14.O próprio Espírito Santo que nos foi dado e que em nós habita irá gerar em nós esse evangelho (Mt. 10:20; Mc. 16:15).O Evangelho do Reino precisa ser pregado, pois é o que reconciliará o homem com Deus.
Ao recebermos essa unção estaremos começando uma ação em cadeia que trará o Reino de Deus e porá fim as obras do Império das Trevas. A grande questão é... estamos dispostos?

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5 de fevereiro de 2009

ARREPENDIMENTO, TRANSFORMAÇÃO, RENOVAÇÃO E RECONCILIAÇÃO - Parte 1

Diante de tantas catástrofes que temos visto nos noticiários, seria tão bom que em apenas um milésimo de segundo, que num piscar de olhos tudo fosse transformado. Queremos tanto que Deus venha e transforme a nossa economia, política, família, igreja, o nosso irmão. Mas, Deus quer antes de tudo isso transformar à nós mesmos. É preciso que EU seja transformado e desencadeie uma onda de transformação para que o Reino de Deus venha. Em nosso estado atual não estamos em condições de sermos embaixadores do Reino e nem muito menos sermos agentes de transformação.

Pense... Ficamos tão indignados com a postura dos políticos em Brasília que roubam e mentem descaradamente, mas roubamos ao Senhor nos dízimos e nas ofertas; mentimos, as mentirinhas "necessárias", que às vezes já passam desapercebidas. Quantas vezes nos vendemos a troco de um prazer passageiro? De um cargo? Trocamos uma vida com Deus em Santidade por momentos de desfrute e satisfação da carne. Os políticos recebem dinheiro e nós o prazer. Nossa revolta cresce ao sabermos que um inocente foi assassinado brutalmente, mas nos esquecemos que somos assassinos também quando no ápice da raiva simplesmente desejamos que alguém morra. Achamos um despaltério o adultério, a traição. Mas, quantos líderes tem caído na prática do pecado e traído ao Espírito Santo, adulterando com os desejos da carne ao invés de permanecer fiel e resistir firme às tentações? Finalmente percebemos que somos todos farinha de um mesmo saco... do saco chamado pecado. "Pois todos pecaram e destituídos foram da Glória de Deus." É tempo de transformação pessoal. Você e eu somos a nação, somos o Brasil que Deus quer restaurar. Que comece em nós a remissão e a lavagem geral pelo Sangue do Cordeiro. Que comece em mim a CPI do Espírito Santo, denunciando os pecados para que haja confissão e perdão.Como ensinaremos, pregaremos à Nacão o caminho do arrependimento se ainda não andamos por ele?Há tão pouco de Deus em nós que não podemos apontar os pecados com autoridade. A luz é tão pouca que não tem condições de discipar as trevas que há ao redor.Será que acabará em Pizza? Ou seremos fortes o bastante para assumirmos nossa culpa, confessá-la e mudarmos de atitude?

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9 de janeiro de 2009

Eu tô voltando pra casa...


Diante de uma orientação clara do Espírito Santo e de sinais que o Pai nos enviou, estamos retornando (meu marido e eu) ao Rio de Janeiro, nossa cidade Natal, onde estaremos por tempo indeterminado.

Neste tempo, estaremos investindo no relacionamento com a nossa família. Hoje somos ministros em tempo integral do ministério Casa de Davi em Londrina- PR, mas estaremos de licença do ministério nesse tempo.

Estaremos ministrando onde o Pai nos enviar e nos mandar ir. Serviremos com amor, dispondo nossos dons, talentos e ministérios à Igreja do Rio de Janeiro e à parte do Corpo de Cristo que se reúne na Comunidade Evangélica de Honório Gurgel. Temos grandes expectativas para esse tempo. Cremos na palavra liberada à nós e que o Senhor fará proezas nos nossos familiares. Deus converterá o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais nesse período.

Durante um tempo estaremos sem internet e impossibilitados de postar novos estudos, mas não nos deixe... logo, logo estaremos de volta compartilhando tudo que o Papai tem feito.

Amamos vocês.

Contatos para agendamento de ministrações rmaia.mail@gmail.com ou pelo msn rmaia23@hotmail.com

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17 de dezembro de 2008

O Corpo é a memória da dança - Parte II





Soletrando com corpo: A arte expressiva dos sentimentos e movimentos.

Tenho recebido inúmeros e-mails com dúvidas frequêntes sobre como montar uma coreografia, o que é necessário para que se monte uma sequência coreográfica expressiva e que passe exatamente a mensagem escolhida.
Pois bem, após dias de pesquisa sobre o assunto, e de anos praticando a dança na igreja, creio que cheguei a um denominador comum no assunto.

Quando surge a necessidade de se expressar uma idéia, sentimento ou mensagem através da dança precisamos traduzir tudo isso em movimentos que consigam expressar fielmente o que desejamos passar para as pessoas e para Deus. Quando pensamos em coreografia, quase sempre temos a idéia de uma sequência de passos feitos por um grupo de pessoas. Isso está correto, mas a idéia coreográfica vai além, sendo processada até mesmo quando temos uma pessoa só dançando, ela inclui vários elementos.Ou seja, todo o tempo precisamos cadenciar movimentos para contar uma história. A coreografia é a arte da composição estética dos movimentos corporais expressivos, apresentando uma idéia, sentimento ou mensagem às pessoas, podendo ser cênicos ou espetaculares. A arte de coreografar se desenvolveu, paralelamente com a arte teatral.

Os étimos gregos khorus (círculo) e graphe (escrita, representação), fundamentam a palavra coreografia. O elemento círculo é uma referência as danças circulares e a orquestra, local onde o coro teatral grego dançava. Coreografar é desenhar/gravar o espaço com o movimento corporal.

Toda linguagem artística possui elementos estéticos específicos, assim como nas linguagens das Artes Visuais, do Teatro e da Música, a linguagem da Dança também possui seus códigos fundamentais.

A montagem em si de uma coreografia exige domínio dos elementos estéticos já codificados, como o espaço, o tempo, o peso e a fluência, em relação ao corpo em movimento. Numa coreografia esses elementos básicos dialogam entre si. Citaremos alguns.

O uso do espaço é extremamente importante e quase esquecido nas igrejas. Antes de qualquer coisa, precisamos saber qual o espaço iremos dispor, afim de que, montemos uma coreografia que use esse espaço e que faça desenhos e fotografias que ajudarão no desenvolver da idéia. Por exemplo, podemos criar uma sequência de movimentos e esses serem usados de várias posições e formas no espaço disponível, que pode ser uma plataforma, a frente da igreja, etc. Podemos usar uma sequência onde todos estão alinhados de frente para as pessoas, a mesma sequência em diagonal, ou ainda divimos as pessoas em dois pequenos grupos e estes se posicionam em círculo e executam a sequência ao mesmo tempo. Isso trás dinâmica para a dança e expande a idéia explorando o espaço disponível. Isso também ajuda a termos a atenção de quem está olhando e impede a monotomia.

O tempo precisa ser avaliado com muito cuidado, tenho observado que muitos grupos tem feito coreografias onde existe um espaço de tempo entre um passo e outro. Isso não pode acontecer, a não ser que seja um movimento sequencial ou, enquanto uma pessoa pára tenhamos outra que entra nesse tempo executando outro movimento.
Os movimentos precisam respeitar o tempo da música usada. Não podem haver lacunas. Explicando... não podemos fazer um movimento parar e esperar um tempinho para fazermos um outro. Isso acontece, porque muitos montam a coreofrafia emcima somente do que está sendo falado, e não respeitam o rítmo da melodia da música. Então, ao esperar uma palavra, há uma quebra na sequência havendo uma parada que deixa toda a coreografica muito estática e sem dinamismo.
SEMPRE DEVEMOS RESPEITAR O RÍTMO DA MÚSICA ESCOLHIDA.
Não podem haver lacunas. Por isso, devemos saber usar o espaço disponível com inteligência, afim de que não haja essas lacunas.
Outro fator importante é o tempo total da música que foi escolhida. Ao parar para montar uma coreografia, eu gosto de ouvir a música várias e várias vezes, contando quantas vezes o refrão é cantado, quantas vezes ela volta pro início, se há uma parte só com os instrumentos e quanto tempo dura, gosto de entender a música ouvindo vez por vez observando em cada uma das vezes coisas diferentes. Batidas e marcações da bateria que podem ser usadas para um determinado movimento, oscilação de rítmo e até como ela termina. Tudo isso nos ajudará para uma boa execução da nossa idéia coreográfica.

Podemos ainda contar com os recursos específicos das outras linguagens artísticas, adicionando maior dramaticidade, alegria, surpresa, espanto, enfim, diferentes emoções quando utilizando adequadamente os elementos da música, das artes visuais, que muito tem contribuído para os cenários, figurinos e adereços, e ainda, elementos do teatro que vem cada vez mais enriquecendo a dança com as suas performances.

Entre esses recursos, podemos apontar elementos que vem se destacando no cenário da dança na igreja. Véus, bandeiras, estandartes, fitas, pandeiros, bola, círculo (bambolê), e outros. Todos esses elementos podem nos ajudar a compor uma coreografia. Mas devemos tomar cuidado com exageros. Muitos elementos juntos produzem uma poluição visual e podemos perder o foco da idéia sugerida.

A mistura do teatro com a dança tem dado certo e revelado uma nova faceta da montagem coreogrática, nos deixando bastante à vontade para criarmos. A expressão facial é essencial para expressarmos os sentimentos. Não apenas cantar a música, mas deixar que o nosso rosto e corpo falem sem palavras o que sentimos.

É necessário e muito proveitoso que todos juntos participem desse processo. Em anos de dança, percebemos no nosso ministério que as coisas fluiam melhor quando todos participavam e aconteciam várias coisas maravilhosas que não acreditávamos que tinhamos sido nós que montamos.
Tirávamos um tempo onde todos davam suas opiniões e idéias sobre a música em questão, um Brainstorming (tempestade de idéias).

A seguir tentei colocar em tópicos orientação básicas para montagem coreogrática.

I - Defina qual música você vai coreografar - a escolha da música é tão importante quanto os movimentos que serão usados. Tire um tempo com o ministério, ouça várias músicas, orem e peçam que o Pai aponte qual delas ele quer ver e peça para que Ele dê os movimentos que Ele quer ver.

1. Se você não tem muita experiência em coreografia, opte por músicas simples. Deixe as mais elaboradas para um segundo momento. É sempre mais interessante começar pelo mais fácil, para evitar frustrações. Defino como simples as músicas com o padrão: estrofe 1, refrão, estrofe 2, refrão, estrofe 3, refrão. A maioria costuma ser assim.
2. Do mesmo modo, escolha uma música curta. As muito longas dão mais trabalho, exigem mais imaginação para evitar repetições. Chamo de curta a música com duração inferior a seis minutos.
3. Coreografe uma música de que você goste muito. A vontade de dançar ajuda bastante no trabalho criativo.
4. Ouça muitas vezes a música. Procure ouvir com fone de ouvido, para captar sutilezas. Ouça concentrado, prestando atenção. É muito diferente de quando ouvimos uma música enquanto dirigimos, por exemplo. Reúnam-se para ouvirem juntos, é muito bom tirar um tempo onde cada um irá captar algo diferente da música.

II - Comece a definir a coreografia

5. Procure ouvir a música novamente, imaginando pessoas dançando. Acho interessante visualizarmos a idéia. Deixe-se imaginar algo realmente maravilhoso, ainda que você duvide que consiga executar os movimentos. Se fizer bastante esse exercício verá que a prática melhora bastante. Para mim, pelo menos, funciona.

6. Dê uma dançadinha, cheque se o imaginado se adapta de fato à música, ou seja, se é viável fazer o que se imaginou. Provavelmente vai precisar fazer alguns acertos pequenos, principalmente no tocante à finalização e emenda dos passos. Se você quer muito, muito, muito colocar um passinho que ainda não está saindo legal, aproveite para estudá-lo. Se ele está bem guardado na memória, certamente não custará a passar para o corpo.

7. Dançem juntos a mesma música, cada um por si como se fosse um espontâeno, deixem um ou dois olhando e depois se juntem para ver o que dá para ser utilizado, e os que olhavam indiquem os movimentos mais condizentes com a música.

III - Defina os movimentos a serem utilizados

8. Observe os pontos altos, explosões e momentos menos excitantes da música. Toda música tem as partes bem marcadas, fáceis, e uma parte que convida à "embromation". Fique tranqüila e identifique os momentos fáceis e os momentos que vão exigir mais de você. Lembre-se: a coreografica também precisa ter início, meio e fim como numa redação.

9. Identifique os momentos da música. Na música moderna, é tudo mais simples: entrada, primeira estrofe, segunda estrofe, refrão, segunda estrofe, variação simples da primeira, refrão, fim. Movimentos frios e de baixo impacto para momentos mais calmos da música e movimentos quentes e fortes para os momentos mais vibrantes.

10. Lembre-se que as entradas e as saídas são muito importantes. São a primeira e a última impressão de sua dança. Você pode optar por já estar no local quando a música iniciar, ( particularmente não gosto muito) ou entrar com passos de ligação indo para tomarem lugar no primeiro desenho. Para a saída, também pode acontecer de sair e deixar o local vazio, ou terminar com uma pose, que na dança chamamos de fotografia final.

11. Evite repetições em um mesmo trecho da música. Dezesseis vezes rodar e levantar a mão direita fica entediante. Lembre das variações sobre o mesmo passo, use o espaço disponivel. Não há problema algum, no entanto, em repetir passos dentro da coreografia. Devem, no entanto, ter ênfases diferentes, porque a música está variando o tempo todo, pedindo para que você dê ao movimento a energia dada às frases musicais.

12. Enriqueça a coreografia explorando bem o espaço. Pontue frente, fundo, direita, esquerda, diagonais. Alternar movimentos altos e baixos também é importante para quebrar a monotonia. Se você já esteve há um tempo "no alto", opte por fechar com um movimento "baixo".

13. Alterne seqüências calmas com seqüências dinâmicas. Ou seja, não fique apenas parada, nem só deslocando. É também importante discernir os momentos em que é melhor ficar parada e os momentos em que a música pede um deslocamento.

14. Defina se usarão algum elemento, fita, véus... os movimentos precisarão incluir os elementos sem prejudicar o grupo no espaço usado. Se houverem 10 pessoas dançando, e o espaço for pequeno, esqueça.


IV - Anote a coreografia

15. Crie um código para os movimentos usados na dança. Isso vai ajudar na anotação da coreografia. Mesmo que saibam os nomes de todos os passos do ballé, isso ajudará ao grupo a guardar a sequência. O resultado disso é que muita gente dá nomes aleatórios para os passos. Exemplo: o "pisa e joga a saia", o "soca e gira", o "contra tempo voltando", ... Ou seja, não se preocupe com nomes. Se preferir, reúnan-se e procurem combinar um padrão entre vocês. Deixe a imaginação fluir.

16. Experimente dançar com a folha impressa em mãos, anotando possíveis ajustes.

Prontinho! À medida que for pegando prática, vai sentir que é fácil criar coreografia. É gostoso ir ouvindo a música e imaginando que movimento você colocaria aqui e ali. Sem falar que ao dançar uma coreografia própria é bem mais fácil colocar a expressão apropriada e que você pode executar sem limitações.

Ufa... sei que são muitas informações, mas espero ter ajudado um pouco.

Dançemos e profetizemos até que o Reino venha!

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7 de dezembro de 2008

O Sobrenatural e a dança...

* Foto tirada em um congresso de Dança durante a adoração


Há alguns dias eu venho tentando dar continuidade na série - Corpo, memória da dança - mas, me senti impelida pelo Espírito Santo a escrever sobre outro assunto. No estudo sobre adoração e dança profética postado aqui, aprendemos que a adoração é uma via de mão dupla, onde adoramos ao Senhor numa entrega total e diante disso há uma junção da adoração do céu com a adoração da terra, ou seja, a nossa. É nessa junção que quero me deter.
Eu não quero ir para o céu, mas quero o Reino de Deus aqui na Terra, conforme a oração de Jesus. "...Venha o Teu Reino, seja feita a Tua vontade, assim na Terra como nos céus..." Para que o Reino de Deus venha é necessário trilharmos um caminho, onde o primeiro passo é o arrependimento, o segundo passo é a obediência e vivermos conforme Jesus no seu caráter e na Sua unção, o terceiro é adorarmos e estabelecermos um trono para que haja governo de Deus na Terra. Enquanto dançamos criamos um trono para que o Senhor venha reinar aqui na Terra. Esses passos simultâneamente geram a vinda do Reino.

O Arrependimento e confissão de pecados nos prepara para culturarmos ao Senhor sem restrições e sem separação do nosso Pai, uma vez que, o que nos separava, o pecado, foi confessado havendo arrependimento. Esse tempo que precisamos ter antes de adorá-lo é muito importante e imprescindível para que estejamos totalmente livres à participarmos do encontro que Ele preparou para nós.

Em Salmos a bíblia diz que Deus habita em meio aos louvores do seu povo, portanto o ambiente onde há adoração é totalmente propício a manifestação sobrenatural de Deus, pois Ele está ali. Interessante abordarmos esse assunto para que entendamos como o profético acontece em meio ao momento de adoração e como a dança está inserida nesse contexto.

Na junção da adoração do Céu com a da Terra, há uma unidade completa, tanto da trindade que vem receber a adoração, quanto dos anjos que vêm para adorar conosco. Nesse momento existe a dança de dois exércitos, dos anjos e dos filhos de Deus. Após prepararmos esse ambiente com arrependimento e confissão, o nosso cheiro se torna tão agradável que atrai a presença do Pai e com ela vêm toda a sorte de manifestações divinas, como cura, libertação, restauração. Os dons do Espírito se aguçam para captarmos esse momento sem que percamos nenhuma revelação que o Pai deseja nos dar. Dons de línguas e interpretação, de discernimento, de palavras de sabedoria e de conhecimento; para entendermos e interargirmos com Pai sendo participantes do que Deus deseja fazer na sua Igreja naquela hora; dom profético para falarmos e expressarmos o que o Pai nos ordenar. Enfim, há toda uma mobilização em torno desse momento, porque Deus sempre está desejoso em fazer algo pelos seus filhos, Ele sempre quer nos curar, nos tocar, nos abraçar, nos libertar, Se revelar a nós, revelar Seu caráter e a Sua vontade para cada um. O momento do culto ao Senhor, é um encontro singular onde o Pai vem encontrar seus filhos, onde o Noivo sai da sua recâmara para encontrar-se com a sua amada noiva. É muito especial. Esse momento acontecia todos os dias na viração do dia, onde Deus vinha se encontrar com Adão, e a bíblia diz em Gn 3:8, que Adão ouvia quando Deus entrava no jardim. Devia ser magnífico poder sentar-se ao lado do Pai e observar o pôr do sol e ter comunhão com Ele. Assim também são os nossos cultos, momentos de intimidade e revelação.

A primeira vez que eu vi abertamente o sobrenatural de Deus acontecendo em meio a adoração foi há 4 anos, quando estávamos adorando ao Senhor com um música do Cirilo que dizia: "... Eu chamo os anjos, eu chamos os arcanjos, eu chamo os querubins, eu chamo os serafins...", num determinado momento eu olhei para as pessoas e podia ver nitidamente os anjos, era tão nítido quanto as pessoas que estavam lá. Eles estavam dançando e adorando a Jesus, o Senhor, como dizia a música. Podia ver seus movimentos e como dançavam. Senti a santidade de Deus tão forte que quase fui arremessada na parede. Entrei num pranto e não podia controlar minha carne que tremia sem parar. Eu não sabia o que fazer, achei que ia morrer naquela hora. Senti muito temor de Deus. Mas, num ato de coragem eu comecei a fazer as mesmas coisas que eles, e as meninas que estavam dançando também, naquele dia houve um grande mover de Deus, pessoas foram curadas e libertas. Eu nunca me esquecerei daquela cena. Desde então, eu comecei a ver o sobrenatural de Deus e comecei a ter experiências de visão aberta.

Amados, a nossa dança misturada com arrependimento tem cheiro agradável ao Senhor e atrai a presença manifesta do Pai. Enquanto dançamos entregamos algo ao Senhor e nessa entrega pode haver uma reciprocidade, e recebamos algo também. Mas, o nosso intento precisa ser sempre em dar, nunca em receber. Ouço pessoas falando que estão indo cultuar para receberem mais de Deus. Isso vai acontecer, mas a nossa motivação não deve ser essa. Deus nos dará a justa medida do nosso arrependimento e do nosso comprometimento com a sua Santidade. Conforme correspondermos em arrependimento e santidade, Ele liberará a sua cura, libertação e suas bençãos, porque parebe bem aos olhos do Pai abençoar Seus filhos. Deus zela pelos Seus princípios.

Essa é a famosa e tão falada Dança do céu... a dança que trás Reino de Deus. Por isso, ela liberta, cura... porque atrai a presença manifesta de Deus e o Seu Reino se estabelece aqui na Terra.

Experimente...

Dancemos, adoremos e profetizemos até que o Reino venha!

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3 de novembro de 2008

Já sei o que Deus quer, e agora?


O mais importante passo já foi tomado, que é saber a vontade do Pai para nós. Agora é necessário entendermos em que tempo isso se cumprirá. Nas vidas dos homens e mulheres que Deus usou houve sempre um tempo que antecedia ao cumprimento do propósito.
Noé demorou cerca de 50 a 60 anos entre o mandamento para construir a arca e o dilúvio (tempo aproximado). Moisés passou parte da sua vida no Egito, para depois então descobrir seu propósito, mesmo assim ainda passou um bom tempo no deserto para só depois ir até Faraó interceder pelo povo. Paulo depois da sua pregação em Damasco e em Jerusalém, ele ficou "sumido" uns anos, tempo valioso para receber convicções amadurecidas e estatura espiritual de que ele necessitaria em seu ministério. Os profetas: Elias, Eliseu, Jeremias... todos tiveram um tempo em que foram "gerados".

Esse time é muito importante e não deve ser ignorado de forma alguma. De uma forma muito especial o Espírito Santo vêm sobrenós e gera em nós o caráter, a convicção, o amor e o prazer necessário para que desenvolvamos bem o que nos foi proposto.

Enfim, Deus nos revela Sua vontade e Ele mesmo nos prepara para ela. Perceba que não há um tempo estipulado para que isso aconteça, havendo uma variação de pessoa para pessoa. Sendo aprovado numa etapa, rapidamente você já passa para a seguinte,e essa aprovação numa determinada atitude, pensamento, sentimento pode levar algum tempo, ou ser imediata, sempre variando de acordo como estivermos dispostos à correspondermos com o Espírito Santo e com o que nos é proposto.

Eu creio que existam três etapas para que cheguemos ao ponto de exercermos à todo o vapor um ministério.

1ª etapa - Sabermos qual é o nosso lugar no corpo de Cristo, para quê em específico Deus me chamou.
Existe um chamado em comum à todos os filhos de Deus, que é adorá-lo e levar o evangelho do Reino à todos - IDE! Mas há algo específico para cada um. Cabe a nós buscarmos do Pai o que é. Ouvir o Espírito Santo. Isso pode levar um longo tempo, ou
dependendo da nossa intimidade com a Voz de Deus, pode ser rápido.
Daí vem a questão de aceitarmos o que DEUS quer de nós e nos oferecermos para cumprir. Romanos 12:1 nos revela que é necessário nos apresentarmos como sacrifício, ou seja, morrendo para a carne. Nesse ponto muitos caem, por que querem fazer o que acham certo e não o que Deus quer que façam. Bem, isso já vimos em estudos anteriores. Nessa etapa é muito importante observarmos nossos talentos e dons, eles quase sempre apontam o que Deus quer do nosso ministério. Na verdade costumo dizer que eles são a dica de Deus para decifrarmos a charada, dons e talentos indicam o designo de Deus. Outra dica, é nos identificarmos com personagens bíblicos e seus ministérios, isso revelará por qual causa nosso coração queima.

2ª etapa - Sabedores de qual é o nosso chamado específico, partiremos para a segunda etapa. O tempo de gestação desse chamado. Afobação e a queima dessa etapa nos leva a desorientação, frustação e exaustão espiritual. Sem falar que exerceremos algo para o qual ainda não recebemos treinamento necessário.
Um soldado precisa ser treinado física e mentalmente para aguentar as agruras da guerra. Um médico precisa estudar 6 anos e ainda fazer mais 2 de especialização para então exercer a medicina sem ter o perigo de sacrificar nenhuma vida. Nosso preparo é exatamente assim... precisamos ter um treinamento para sermos firmes no que vamos fazer, sermos sábios, cautelosos, e não sacrificarmos ninguém com a nossa imaturidade e despreparo.
Nesse tempo vem as experiências que nos fortaleceram e nos darão uma bagagem para toda uma vida. Adquirimos uma solidez e aprendemos a sermos constantes e o nosso coração é apurado, ficando somente o que é inabalável e necessário para a caminhada.

3ª etapa - Comissionamento.Finalmente a última parte, quando somos comissionados, ou seja, recebemos o encargo, imcubência de fazermos o que nos foi proposto e que fomos treinados a fazer. Em direito essa palavra tem um significado muito especial que se encaixa perfeitamente. "mandato ou jurisdição delegada por um magistrado(Deus) noutro (nós) para o desempenho de funções determinadas." Yes, obreiros aprovados, agora mãos à obra. Há uma grande diferença entre chamado de Deus para algo e o comissionamento para aquele propósito.

Muitas vezes por sermos cheios de conhecimento sobre o assunto para o qual fomos designados nos sentimos na posição de imediatamente exercermos o nosso chamado, mas no Reino de Deus não é necessário apenas saber é preciso viver e ser.

Em tudo devemos sempre nos lembrar que: "Nós não somos chamados tanto a fazer alguma coisa, quanto o somos à SER - sermos conforme JESUS!" - Tomy Tenney
Em nossa vida não podemos cair no erro de priorizarmos o que temos que fazer sobre o que temos que ser. Ser como Jesus para então praticarmos suas obras. "Ser como Jesus no caráter e como Cristo nas nossas obras."

Que passemos pelas etapas e sejamos aprovados para tão grande obra que há. A seara é grande... mãos à obra!

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19 de outubro de 2008

Dança - exibição ou adoração?

Ao ler um artigo num blog - gostaria até de indicar aqui, muito bom o seu conteúdo. Deus falou muito comigo e me trouxe uma palavra muito dura com relação principalmente aos que dançam.

Fomos impelidos à mudanças rápidas, surgindo então um novo e emergente grupo de "ministros de dança", que se denominam por várias expressões. Não creio que só a mudança da terminologia basta, é necessário que se dê frutos e que os frutos permaneçam.

Nossos ajuntamentos [cultos] mudaram, mas será que acertamos o alvo proposto? Será que atendemos ao que o Pai nos ensina sobre culto?

Em outro estudo aqui citei uma leitura rápida de como a dança vem sendo introduzida na igreja pelo próprio Espírito Santo, desde a última década até os nossos dias.

Mesmo diante de tantas mudanças, não sinto que obtivemos êxito em colocarmos Jesus como o centro do nosso culto, muito menos como o único expectador da nossa dança. É lamentável que a forma como a dança tomou e a sua execução nos cultos, muitas vezes nos distancia da proposta original de culto que o Pai nos propôs. E na maioria das vezes vem acompanhada com a velha desculpa que é para o Senhor, mas Ele mesmo não tem recebido.

O culto ou forma de cultuar incialmente nos foi ensinado no Éden, quando Deus vinha na viração do dia se encontrar com Adão. Deus restabelece essa proposta em Jesus, uma prosposta de uma aliança de adoração. Deus novamente em Jesus vem se encontrar com o homem e criar com ele uma aliança eterna.

Nossos cultos devem ser de exclusividade ao Senhor, eles são um encontro marcado do Pai conosco. São um encontro do Noivo com a sua amada Noiva - a igreja. Mas, infelizmente eles são totamente programados para o homem. Cânticos, avisos, uma boa e eloqüente palavra, um apelo e a benção apostólica, não acontecendo necessáriamente nessa ordem. Vai me dizer que não é assim?

Tive uma experiência muito marcante com isso. Sempre que eu ia adorar a Jesus no CBA eu ia com a expectativa de encontrá-lo. Um dia estava muito cansada e quase não fui. Ao chegar logo comecei a adorá-lo com a minha dança, a chamá-lo para vir ali, mesmo estando muito cansada. Então fui surpreendida... Tive uma visão: vi um homem muito bonito com um buquê de flores na mão, não conseguia ver o seu rosto... então olhei para o chão perto dele haviam muitos outros buquês. Eu perguntei pra quem eram. Ele me disse são todos seus, cada um deles se refere à um culto que você não veio. Toma esse é o seu buquê de hoje. Que bom que você veio... eu não falto a esse encontro nunca.
Essa experiência única trouxe-me uma revelação sobre como cultuar ao Pai com a minha dança.

Em alguns lugares temos uma falsa impressão que tudo vai bem, mas na verdade os "ministros de dança" só encontraram uma nova forma ou formúla de apresentarem seus talentos sem que os demais achem o culto muito enfadonho. Danças, roupas, acessórios e até emoção são os ingredientes de um culto que agora aparentemente não segue mais uma forma religiosa, a final ele tem danças.

A dança surge como uma nova forma de louvor, muitos logo se habilitam a dançarem diante da congregação. Roupas coloridas, atraentes ao olhar do "público", uma falsa impressão de que estamos conseguindo agradar ao Pai e cultuá-lo, mas na verdade estamos apenas adequando o culto para que todos possamos exercer alguma função e exibirmos nossos talentos na vitrine de domingo à noite. Não quero generalizar, mas falo ao um grupo que tem de destacado como maioria na igreja Brasileira.

Reflita... Pode haver culto quando quem está sendo adorado não comparece? Não...

A dança se popularizou, ganhou espaço nos cultos. Houve uma explosão de grupos de coreografia, ministérios de dança... Infelizmente esse crescimento desenfreado dirvirtuou muitas coisas, dentre elas: a dança como expressão de adoração virou um escape para muitos que não tinham nenhuma "função" definida nas suas congregações. Agregou muitos que agora se auto-denominam "profetas", mas que nem sabem o que isso significa. Trouxe uma certa separação; agora os que se vestem com roupas especiais podem dançar, e a congregação assiste passivamente a apresentação. Opa, peraí! Apresentação? Notou algo errado? Se o culto é exclusivo para o Pai, porque se apresentar para a congregação? Muitos fazem questão de se "apresentarem" no palco ou plataforma da igreja, onde dão o nome de altar. Ironicamente fazem questão então de dançarem num lugar onde se sacrifica. Mas, a única coisa a ser sacrificada é a presença do Pai, que quase sempre fica num plano secundário, quando o objetivo principal é mostrar para a igreja um coreografica ensaiada.
Esses e muitos outros desvios vêm crescendo e não há alguém que se atente para isso.
Não estou afirmando que essas coisas são proibidas, somente desejo chamar nossa atenção para mudarmos a nossa postura e avaliarmos a intenção do nosso coração e como perdem a razão quando feitas de forma errada.
Ministros de dança, O Espírito Santo nos chama ao arrependimento nesses desvios. É tempo de mudarmos e nos alinharmos com os princípios do Reino de Deus.

Nós precisamos estimular a congregação a dançar com o Noivo e não criarmos uma barreira quanto a isso. Se fomos separados para exclusivamente adorá-Lo com a nossa dança, façamos isso de forma a extender para a congregação esse convite do Noivo de dançar com ela. Sejamos condutores nessa dança.
Sejamos prudentes na forma como nos conduzimos, estejamos atentos para a nossa carne que nos empurrará sempre para o estrelato. Analisemos sempre o nosso coração.
Dançamos diante de um trono e para um único expectador - Gisela Matos

Precisamos cuidar para que a nossa manifestação de arte não caia numa postura de vaidade disfarçada de culto a Deus. Onde o que importa é sermos reconhecidos pelos homens, suprindo nossas necessidades egoístas subjetivas, fazendo disso apenas um recurso para alimentar nosso ego inchado. - Neemias Santana

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14 de setembro de 2008

Ai meu Deus! O ministério está em Crise, e agora?

U

ma das palavras gregas que é traduzida por "juízo" é "krisis", da qual deriva a nossa palavra "crise". As vezes esses "juízos- crises" não acontecem para nos punir, nem para nos condenar, mas sim para nos purificar de uma forma que nos achemos sobre um seguro fundamento - Cristo, a pedra fundamental - Ef. 2:20; I Cor.11:32; II Cro. 32:7. Elas são um instrumento que o Pai permite que passemos, a fim de que, o que é abalável caia e permaneça só o que é inabalável em nós, e então recebamos com firmeza o Reino de Deus, que por sua vez é um Reino INABALÁVEL. Aleluia! A palavra grega "krisis" também pode ser traduzida por quebrar. Ou seja, as "crises" nos quebram. Quebram o nosso orgulho, o coração de pedra, - At. 14:22;

Sei que às vezes, como ministério, passamos um tempo de "crise", que achamos que não findará nunca. Parece que, de repente e simplesmente as pessoas desanimam, saem do ministério sem ter uma explicação plausível deixando os líderes atordoados, a liderança pune injustamente, problemas financeiros nos impedem de comprar o que precisamos para confecção de roupas, em muitas situções faltam aos líderes ajuda e se sentem só, enfim, somos assolados por todo o tipo de "crise".

A má notícia é : precisa ser assim, para que sejamos luz para o mundo quando ele está emergido em densas trevas, em densas "crises". I Pe 4:17. Todas as crises são usadas por Deus para nos tratar, nos treinar, nos adestrar para o Reino. Mas, nem sempre enxergamos isso no meio da tempestade e falhamos.

Tudo que puder ser abalado, o será; tudo que não for ouro, prata ou pedras preciosas será queimado. Ml.3:2 e 3. Toda a impureza precisa sair para que sejamos à imagem Daquele que nos criou. Se necessário for, Ele nos levará a passar por várias crises, para que sejamos aprovados e saibamos suportar o dia da sua vinda.

Se voluntariamente cairmos sobre a Rocha e formos quebrados, o Senhor não terá que cair sobre nós.

Que tenhamos maturidade para ao passarmos por cada crise, aprendamos a nossa lição. E que possamos enxergar cada uma delas com olhos de águia, de cima, com visão ampla da situação e assim que, detectarmos no que Deus quer que sejamos tratados, nos permitamos ser totalmente "quebrados" pelo Espírito Santo e sejamos obreiros aprovados saindo das crises com o diploma de filhos à imagem de Jesus. Quanto mais passamos por crises, mas a imagem do Pai é aprimorada em nós e o mundo verá a cada dia o Reino de Deus que está dentro de cada um de nós, sair.

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4 de setembro de 2008

De corpo e Alma - Matéria da Revista Enfoque Gospel


Ariane Azeredo


Quem nunca se emocionou ao ver uma pessoa dançando para Deus enquanto louvores eram cantados dentro da igreja? A expressão da adoração através da dança tem se expandido e se tornado um ministério forte no meio evangélico. Antes renegado e considerado “mundano” por denominações mais tradicionais, o louvor através de danças cresce, quebrando barreiras e conquistando adeptos de todas as idades.

Uma das pioneiras do ministério de dança no Brasil é Isabel Coimbra, líder do grupo Mudança, que faz parte do Diante do Trono, ministério de louvor da Igreja Batista da Lagoinha, em Minas Gerais. As ministrações do grupo durante apresentações do DT foram o motivo pelo qual a maioria das igrejas se sentiu despertada a desenvolver um trabalho semelhante. Isabel tem muito a ensinar aos ministérios que estão começando. Ela é mestre em Educação Física pela UFMG, professora de dança, de Educação Física e Artes Cênicas e coordenadora do Programa de Dança Experimental no Centro de Extensão Universitária da mesma universidade. Recentemente, lançou os livros Louvai a Deus com Danças e Dança: Movimento em Adoração. Infelizmente, por estar em uma viagem ao exterior, Isabel Coimbra não respondeu à reportagem de Enfoque, segundo sua assessoria informou.


Com a dança, Elenice da Silva experimentou a cura de uma hérnia de disco, venceu o preconceito em relação à própria idade e diz que a dança é um instrumento de cura interior e comunhão





















COM EXCELÊNCIA

Quando tinha 22 anos, a líder do ministério Dança Pelas Nações, Gisela Matos, começou a estudar ballet. O objetivo era atender ao chamado de Deus em sua vida. “A dança começou de repente. Uma coreografia que fiz em um retiro para os adolescentes deu início a todo o processo. Deu muita polêmica! Naquela época, em 1996, o povo só dançava com as mãos”, conta Gisela, que, junto com seu esposo, Osiel Mattos, pastoreia a Comunidade Cristã Buritis, em Belo Horizonte (MG).

“Apesar de ainda me deparar com preconceitos dentro da igreja, creio que a dança é uma forma de linguagem que transmite a mensagem do Evangelho. A linguagem do corpo é uma das mais poderosas armas de comunicação”, explica a ministra. Hoje, o Dança Pelas Nações é um ministério missionário, viaja por todo o mundo com palestras, oficinas de dança e evangelismo.


PANDEIROS BATISTAS

O ano era 1994. Em um retiro de músicos, tradicionalmente batistas, e no meio de um louvor, uma mulher se levanta e começa a tocar um pandeiro. Foi assim que Rute dos Santos Alves Teixeira, de 49 anos, introduziu o instrumento no meio batista. Membro da Primeira Igreja Batista de Curitiba, Rute conta, com humor, o susto das pessoas ao vê-la fazendo coreografia com um pandeiro na mão pela primeira vez. “Vim de outra denominação, onde utilizar o pandeiro era comum. Meu pastor foi quem me incentivou a dançar e tocar em uma apresentação de um coral, e ali tudo começou. Hoje somos um grupo de 36 pessoas, divididas por faixa etária”. Rute disse ainda que sofreu muito preconceito no início. “Certa vez, uma senhora me disse: ‘Minha filha, eu gosto muito de você, mas não gosto de seu instrumento’. Eu respondi que ela orasse por mim e por meu instrumento, pois se aquilo não fosse de Deus, não continuaria. Tinha pessoas que até diziam que éramos pagodeiras”. Superada a fase do preconceito, o ministério caiu nas graças de toda a igreja.


SINAIS QUE TESTIFICAM

A melhor forma de testificar o que é ou não de Deus é através dos resultados, dos frutos. Contra testemunhos não há argumentos. Rute conta que o trabalho de evangelismo em praças, escolas, hospitais e asilos tem sido próspero, principalmente no meio secular. “Certa vez, fomos ministrar numa escola, mas nos proibiram de falar qualquer coisa sobre Jesus para crianças ou professores. No final da apresentação, nos pediram para tocar para os professores. Deus usou os instrumentos e nossos movimentos e vários professores começaram a chorar, sem que falássemos sequer uma palavra”. Um dos frutos foi a conversão da família de um dos professores, que está na igreja até hoje.

Quem também tem histórias assim para contar é Renata Porto, bailarina profissional, que foi dançarina do programa Domingão do Faustão. Convertida há seis anos, a líder do Ministério Aba Pai, da Igreja Batista Memorial em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, conta que amigos se converteram através da dança. “Amigos meus, que também eram dançarinos no meio secular, ao verem minhas ministrações, foram tocados por Deus e se converteram. Tenho três amigos que hoje são ministros de dança. Um deles, inclusive, era homossexual e hoje é líder do ministério numa Assembléia de Deus”, testemunha.


Renata Porto, que foi dançarina do programa Domingão do Faustão, acha que muitos entram no grupo de dança com motivações enganosas, buscando aparecer ou saciar o desejo de dançar




















SUPERAÇÃO E MILAGRE

Com um diagnóstico de hérnia de disco, muitas dores pelo corpo e 51 anos, foi que Elenice Inácio da Silva experimentou o milagre e a superação para dançar para Deus. Membro e líder do ministério de dança da Assembléia de Deus (Ministério Nova Shekinah), em São Gonçalo (RJ), ela conta que a primeira dificuldade que enfrentou foi o seu próprio preconceito. “Eu ficava pensando que não tinha idade e que a minha doença ia me impedir, que eu não agüentaria as crises de dor se dançasse”.

Decidida a atender o chamado de Deus, Elenice insistiu e começou a dançar. “Fui deixando o Espírito de Deus fluir em mim, venci as barreiras e os preconceitos. E, para a glória do Senhor, o primeiro exame de coluna que fiz depois que comecei a dançar negou a existência da hérnia. Eu estava curada. Deus desfez um diagnóstico de quase 30 anos”, relata, emocionada. Além do potencial evangelístico, a ministra ressalta a dança como um instrumento de cura interior e de comunhão. “A dança é uma forma de unir pessoas, quebrar barreiras socioculturais e de gerar curas interiores pela liberdade que proporciona”.

DISCIPLINA E COMPROMISSO

Sobre as dificuldades enfrentadas pelo ministério de dança de uma forma geral, Gisela Matos, do Dança pelas Nações, afirma que falta verba dentro das igrejas para o desenvolvimento dessa arte. Mas a maior dificuldade apontada por ela é a falta de compromisso de algumas pessoas que desejam fazer parte desse ministério. “É preciso entender que dançar é adorar e que a vida do adorador não é só na igreja, mas no dia-a-dia. É preciso ter santidade”, proclama. Aliás, o tema santidade foi citado por todas as entrevistadas como algo a ser buscado e principalmente obedecido na hora de escolher os modelos de roupas e de adestrar determinados movimentos.

Renata Porto, a ex-dançarina do Faustão, hoje ensina crianças a adorar com danças e diz que tem uma preocupação redobrada com roupa e com excesso de vaidade e cuida para que os gestos não sejam sensuais. A jovem também afirma que muitos desejam fazer parte de um grupo de dança com motivações enganosas, buscando aparecer, chamar a atenção, ou simplesmente saciar o desejo de dançar, já que não dançam mais músicas seculares. “O propósito é adorar, e não aparecer. Um sinal de que o foco está errado é no momento de dedicar tempo para aprender uma coreografia. Fora da igreja, as pessoas se desgastam, ficam horas ensaiando, até se sacrificam. Na igreja, as pessoas querem fazer de qualquer jeito, reclamam quando há ensaio. Temos que fazer melhor para Deus do que para o homem”.

Elenice também reforça: “A dança deve ser um sacrifício a Deus. Uma entrega, e não um espetáculo. O altar é um lugar santo, um lugar de sacrifício e consagração. O objetivo é tocar o coração de Deus através do seu corpo. Deus não precisa apenas de técnica, mas de um coração quebrantado”.


A DANÇA NA BÍBLIA

A Bíblia traz inúmeros relatos da dança como forma de adoração a Deus. A mais citada delas é o episódio em que o rei Davi sobe a Jerusalém e dança diante da Arca da Aliança, que simbolizava a presença da glória de Deus. “E Davi saltava com todas as suas forças diante do Senhor... que ia bailando e saltitando diante do Senhor”, 2 Samuel 6.14-16. Há ainda outras passagens que ilustram a adoração através de danças: “Louvai-o com o tamborim e a dança” (Sl 150.4); “Louvem o seu nome com danças” (Sl 149.3); “Então a virgem se alegrará na dança, como também os jovens e os velhos...” (Jr 31.13). Vale ressaltar que a dança também era usada para adorar deuses pagãos, como se pode constatar em Êxodo 32.19.




Gisela Matos, do Dança pelas Nações, aponta que falta verba nas igrejas para o desenvolvimento dessa arte e que a ausência de compromisso também é uma dificuldade


Matéria da Revista Enfoque Gospel - Edição 76>Música

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31 de agosto de 2008

Errando o alvo de Deus pra mim...

A raiz da maioria dos problemas que existem nos ministérios de dança acontecem por ter pessoas que estão fazendo o que Deus NÃO mandou fazer. Você pode errar o alvo fazendo coisas boas e praticando o bem. Pra isso, basta NÃO estar fazendo o que Deus te mandou fazer.
Deus falou muito sobre isso comigo através da vida do profeta Jonas. Nós temos nos levantado e afirmado que somos uma geração que profetiza com os pés, então, devemos com temor analisarmos como profetas no que estamos errando.
Jonas recebeu uma ordem expressa do Senhor para pregar arrependimento à Nínive, mas ao invés de fazer isso, ele fugiu, indo para Társis.
Társis representa nesse contexto, ministérios que Deus não escolheu para você. De muitos modos, ao decorrer dos tempos, subtituímos a obediência e a dependência ao Senhor por atividades religiosas, que até são boas, fazem bem, mas que NÃO estão na agenda de Deus para nós. Muitas coisas que você realiza hoje, verdadeiramente são boas - apenas não foram designadas por Deus para você. E creio que por misericórdia Deus até nos usa nessas obras.
Oferecemos essas boas obras à Deus como compensação por NÃO fazer o que Ele nos mandou fazer.
Quando decidimos consciente ou inconscientemente não obedecer aos desígnos, à Vontade de Deus para nós cometemos o pecado da rebeldia.

NÃO FAZER A VONTADE DE DEUS É REBELDIA!

Por isso, inúmeras vezes Deus chama Israel de povo rebelde, ou seja, povo que não O ouve, não O obedece.
Foi a rebelião de Jonas que trouxe tempestade sobre os pagãos que estavam no navio.
A sua rebeldia, pode ser a razão de tanta tempestade. A sua falta de zelo em se esmerar em descobrir o que Deus quer de você, pode ser a razão de tantos problemas.
Na maioria das vezes, por costume, imputamos os problemas ao Diabo, quando na verdade, são consequência da nossa rebeldia e de estarmos no lugar errado. Geralmente, diante dessas situações nós amarramos o Diabo, declamos a nossa vitória, oramos...mas, tudo que precisamos na verdade é pararmos e então percerbermos que nós estamos com a nossa desobediência dando autoridade ao inimigo para fazer tais coisas.
A tempestade vem para que sejamos acordados e jogados fora do navio. Nesse momento, o ideal é termos a mesma atitude de Jonas, devemos nos oferecer para ser atirados para fora do navio. Seja convencido pelo Espírito Santo do seu verdadeiro lugar, Nínive... e caminhe para ele rapidamente, nem que seja no ventre de um grande peixe.
O grande peixe pode ser alguma situação que Deus te dá para que você seja levado ao seu destino correto, para o centro da Sua vontade. Creio que se Jonas estava consciente no ventre daquele peixe, ele deve ter repensado muita coisa em que foi rebelde, naquele momento creio que o Espírito Santo o estava convencendo do seu pecado e ele foi salvo.
Qual será sua Níneve? E o melhor, qual será seu peixe?
A avalanche de problemas, muitas vezes são geradas e permitidas por Deus para que você desperte do seu sono, e invoque ao Senhor, para que teu coração seja convencido que você está no lugar errado.
LÍDERES!!!!!! Quando vocês recebem e aprovam pessoas que Deus não te enviou, você terá juízo sobre todos. Pare, ouça o Espírito Santo, receba testificação de Deus, sinais.
LIDERADOS!!!! Estejam prontos para ouvir a sua liderança, que ao identificar que você está no lugar errado irá te ajudar a seguir para onde Deus te quer. Não se rebele, não se irrite, apenas ouça e obedeça.
Onde você está agora, Nínive ou Társis? Ou está no navio e precisa ser jogado ao mar? Já está no ventre do peixe?
Quando JOnas chegou ao seu destino designado por Deus, uma cidade inteira se arrependeu e deixou de ser destruída pelo Juízo de Deus. O que você tem produzido, arrependimento ou tempestades?
Todos temos a oportunidade de ouvirmos ao Pai, mas aqueles que estiverem decidindo suas vidas por si só, e tomados de afazeres não escutarem ao Senhor do Reino, pagarão um alto preço por sua negligência. O julgamento de Deus será justo, não haverá desculpas pra ninguém.
Agora é tempo para que nos arrependamos e busquemos a soberana vontade do Pai.


Ouça essa música e medite...
Nivea Soares - Centro da Tua vontade

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9 de julho de 2008

Onde estão os cinco ministérios?

...por Bruno "Guedão"

Onde estão os cinco ministérios dentro da igreja? O tempo passa, e cada vez mais é notória a necessidade do funcionamento desses ofícios dentro da igreja. No sistema religioso atual os ministérios estão escondidos no meio da congregação. As pessoas não sabem que ali está um evangelista, um profeta ou um mestre, e nem mesmo aqueles que o são sabem disso. Por muito tempo a igreja tem sido "pastoral". Estamos vivendo um tempo de restauração dos cinco ministérios. Há muitos homens e mulheres com Pr. na frente de seus nomes, o que não condiz com suas reais funções no corpo. Há muitos Prs. apóstolos, Prs. profetas, Prs. mestres, Prs. evangelistas e, é claro, Prs. pastores de verdade.

Tenho pesquisado nas Escrituras e até agora não encontrei uma passagem que diga que a igreja tem que ser basicamente pastoral, no sentido de que todo o funcionamento do corpo parte desse ministério. Isso seria uma sobrecarga ao verdadeiro pastor. Somente Jesus carregou as cinco funções sobre si, e ele mesmo distribuiu isso para a igreja. Por isso existem os ministérios. É claro que o pastor é essencial, mas eu creio que a igreja só se move em triunfo com o pleno funcionamento dos cinco ministérios. Respeito e entendo completamente a autoridade pastoral. As Escrituras deixam bem claras as orientações aos pastores da igreja e isso não está em jogo nesse texto. Portanto, não é a submissão que eu estou discutindo aqui. Isso é indiscutível. Como eu disse, é importante entender que os cinco ministérios, na verdade, se resumem no ministério de Jesus. Quando perguntarem qual é o seu ministério, não seria incorreto dizer que é o ministério de Jesus. Nosso Senhor foi um apóstolo ao fundamentar a verdade, enviar Seus discípulos e ser enviado por Deus com base nesse fundamento. Ele foi um profeta ao liberar a voz de Deus para o povo de Israel e mostrar a direção. Ele foi um mestre ao ensinar com revelação acerca das Escrituras nas sinagogas ou nos montes. Ele foi um evangelista ao realizar sinais e maravilhas que apontavam para Ele como Messias, salvando a muitos. E, finalmente, Ele foi um pastor ao amar e cuidar de Suas ovelhas, alimentado-os e servindo-os. Jesus foi tudo isso e muito mais. Também é importante ressaltar que há outras funções de liderança dentro da igreja, como presbíteros e diáconos. No entanto, vale lembrar que todos os líderes cristãos não estão SOBRE, mas ENTRE, servindo. O objetivo de qualquer ofício é capacitar os santos a fazerem a obra do ministério. Quem faz a obra são os santos. Os ofícios capacitam. Se você conhece alguem que tenha um ofício e não esteja capacitando os santos, cobre isso dele. Aquele que tem o ofício foi chamado a servir.

Portanto, é importante entender que nem todos são apóstolos, profetas, mestres, evangelistas ou pastores. Todos são sacerdotes, sim. Porém, com ofícios diferentes, não classificadas hierarquicamente. Lembrando que essa "divisão" não impede que uma pessoa profetize, aja com unção apostólica, evangelista, etc. Por exemplo, eu (Guedão) faço parte de ministério profético, mas não ocupo o ofício de profeta. Apenas atuo em meio a unção profética. Percebe a diferença entre ofício e ministério?

Agora, é fundamental que esses cinco ministérios sejam atuantes dentro da igreja. Vamos discorrer um pouco sobre cada um, sem nos aprofundarmos muito.

PASTOR

Quantos pastores (com Pr.) há no mundo? Talvez milhões. Com certeza, necessitamos de muitos pastores para apascentar o grande número de ovelhas. O problema aqui é que muitos Prs. não são pastores, e muitos que não tem um Pr. na frente do nome, são. Resumidamente, o pastor é aquele que cuida da ovelha. Ele visita, ajuda nos problemas, ele conhece a cada um, aconselha e exorta. Tudo isso em um âmbito pessoal e sentimental relacionando suas vidas com Deus e seus caminhos de amor. O pastor cuida da ALMA da pessoa. Jesus é o "Bispo da minha alma". Dentro de uma congregação podemos até ter um pastor-presidente, mas a unção pastoral está também sobre cada líder que cuida de um determinado grupo e recebe um chamado divino para ser responsável por ele, para cuidar de seus membros com um amor sobrenatural. Porém nem todo líder é pastor de ofício. Compreende? Um pastor ajuda a preparar o santo para a obra do ministério, cuidando para que ele não se perca no caminho. Vale lembrar que Jesus é o pastor de todos. O ministério pastoral precisa estar submetido a essa verdade absoluta. Isso afirma que, na verdade, nenhum de nossos pastores são donos das ovelhas que apascentam. Jesus é o dono.

MESTRE

Com certeza, a função do mestre é a de mais fácil compreensão dentre as cinco. O mestre conhece profundamente as Escrituras e tem o dom de Deus para ensina-las de maneira perfeita e clara. Ele traz um clareamento. Muitas vezes o mestre poderá explicar uma mensagem de um profeta, com base nas Escrituras, esclarecendo a profecia à luz da Palavra. Muitos de nossos Prs. são mestres. Isso fica claro quando abrem a boca para pregar. Conseqüentemente, podemos observar que ele não é muito bom em cuidar das ovelhas, porque sente uma forte necessidade de estudar e ler em busca do conhecimento que vem do Senhor. O mestre também caminha com o santo no decorrer de sua vida cristã, ensinando e capacitando nessa área.

EVANGELISTA

Geralmente, esses homens atraem multidões, pois são canais para sinais e maravilhas da parte de Deus. Muitas vezes esse ministério é relacionado com aquele que evangeliza. Porém, não é somente isso. Todos podem e devem evangelizar, e é claro que o evangelista evangeliza. No entanto, ele o faz com um amor sobrenatural pelas almas perdidas e conforme vai crescendo nesse amor e em fé, Deus começa a usa-lo como canal de milagres, atraindo a muitos. Muitos avivalistas de hoje são evangelistas. Como os mestres, há muitos desses que recebem um Pr. na frente de seus nomes, mas não são pastores. Eles nunca têm horário livre em suas agendas para atender as suas “ovelhas” de maneira adequada. Para que então ter esse Pr.? O evangelista serve como um posto de gasolina na vida de um cristão, sempre abastecendo-o com mais fogo e paixão pelas coisas de Deus.

PROFETA

Esse ministério começou a ser restaurado no início da década de 80. O profeta é aquele que anda com Deus e traz a direção ao “povo”. Ele aponta, não conduz. Geralmente, os profetas tendem a ser mais excêntricos e se destacam entre os outros ministros nesse quesito. Isso porque a constante comunhão com a glória do Senhor transforma radicalmente a sua maneira de pensar e agir. O profeta edifica, exorta e consola, não representando a sua pessoa, mas a Deus. Ele olha para a congregação como um todo e a coloca dentro da igreja da cidade e do mundo. Não confundir ministério profético com profecia. Todos podem profetizar, mas isso não faz da pessoa um profeta de ofício. Raramente, um profeta vai estar trabalhando somente em uma congregação local. Eles foram dados às cidades. Assim como os apóstolos, com os quais trabalham em parceria.

APÓSTOLO

Onde está o apóstolo nos dias de hoje? Eles foram apenas os doze? Nada disso. O apóstolo é aquele que traz os fundamentos para a igreja de uma forma estratégica. Ele ajusta a “falsa doutrina” com a verdade que há em Cristo. Há muitos Prs. que na verdade são apóstolos. Geralmente, esses homens têm uma visão ampliada do reino de Deus implantado na Terra. Eles enviam pessoas e são enviados por Deus para fundamentar a igreja através das verdades e princípios bíblicos. Eles ajudam a restaurar esse fundamento. O apóstolo EMPURRA a igreja. Nós estamos passando do pastoral para o apostólico nesse tempo. Aleluia! O apóstolo sempre olha para a base. Ele se preocupa com que a casa fique firme e não caia. Ele ajusta todas as mensagens a esses fundamentos básicos, que nada mais são do que as verdades de Deus. Ele é aquele que bota a mão na obra. Ele conta sempre com cristãos maduros para o trabalho. Em parceria com o ministério profético, ele escuta a direção e executa. O ministério apostólico de Paulo funcionava assim. Em Antioquia havia profetas e mestres. Esse é o ministério que está sendo restaurado em nossos dias. Vamos ver muitas coisas falsas por ai, mas se existe o falso é porque existe o verdadeiro. Lembre-se, o apóstolo SERVE ao corpo. Ele não é servido. Ele é a escória da humanidade.

Lembre-se, o importante aqui não é o título. Primeiro, é importante entender que Deus nos chamou antes mesmo de nascermos. Busque entender isso. Segundo, precisamos ter consciência do que somos no reino de Deus nesse momento, mesmo que os outros não saibam realmente. Seu ministério não precisa ser anunciado aos quatro cantos da Terra. Você precisa apenas exerce-lo. Deixe Deus fazer o resto. Lembre-se da diferença entre ministério e ofício. Para ser um profeta ou apóstolo de ofício, você tem que ser reconhecido pelo presbitério, e de preferência, ser treinado. Veja, ofício é uma coisa, ministério é outra. Agora, um verdadeiro mestre não poderá exercer seu ofício com plenitude se ele tem obrigações de pastor sem que esse seja o seu chamado. O mesmo de aplica ao profeta, evangelista e todas as relações possíveis entre os chamados específicos de Deus. É uma carga muito grande para um homem só! No entanto, um mestre pode profetizar e um apóstolo pode realizar sinais e maravilhas, atraindo a muitos. Em alguns casos, uma pessoa pode ser usada em mais de um dos ministérios. Isso é possível. Porém, mesmo assim, um dos dois irá se sobrepor ao outro no coração dessa pessoa, e de Deus. Paulo foi apóstolo e mestre. Há uma linha em que, na verdade, os cinco ministérios foram derramados como um todo sobre a igreja (corpo) e por isso não há mais um ofício apostólico/profético, individual. Eu não concordo. Através do Espírito Santo, podemos sim profetizar, ensinar, realizar milagres, cuidar de ovelhas e reivindicar os princípios divinos, atuando dentro de um ministério específico. Porém, há uma chamado da parte do Senhor para que haja um pleno funcionamento dessas funções através do indivíduo. No mais, é essencial entender que os ministérios atuam em conjunto. Eles não sobrevivem sozinhos, mas necessitam uns dos outros. Deus te chama para ser obediente e humilde. Nada mais. Lembre-se, a obra é Dele. Se ele te chamar, aí sim, busque o ministério.

De acordo com um estudo da Christie Tristão sobre ministério, vemos que ele tem três propósitos: servir a Deus, servir à igreja e servir no mundo. O ministro (seja qual for a sua função) precisa atender os seguintes requisitos: integridade, humildade, longanimidade, suportar ao outro, mansidão, viver em unidade e amor, santidade, retidão, pureza, ter amor à palavra e viver cheio do Espírito. Leia Efésios 4.

Creio que isso resume tudo. Um grande abraço.

Guedão - Rugido do Leão

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12 de outubro de 2007

Quem somos...


QUEM SOMOS...

Hoje servimos ao Senhor em Londrina - PR, somos ministros tempo integral do Ministério Casa de Davi, nosso objetivo aqui é servir o corpo de Cristo, a noiva, com nossos dons e ministérios. Zelamos pelo CBA (Centro Brasileiro de Adoração), ministrando turnos de adoração, recepcionando pessoas, dando aulas na nossa escola de música Tom Melhor, limpando, adorando e intercedendo. Entendemos que assim estamos cooperando para a troca de governo, pois entronizamos a Jesus e damos à Ele o seu devido lugar, você saberá mais detalhadamente sobre o ministério no texto a seguir.

CASA DE DAVI

Casa de Davi é um ministério profético. O Ministério é composto por mais ou menos 80 pessoas que não tem outra atividade a não ser se dedicarem em tempo integral, ministrando ao corpo de Cristo através dos seminários e zelando pelo CBA- Centro Brasileiro de Adoração em Londrina, Paraná. O CBA funciona hoje com 12 horas ininterruptas de adoração e intercessão, em turnos de 2h cada, onde além de adorarmos, intercedemos por vários motivos, tais como: confessamos os pecados da nação, das cidades, confessamos pecados da igreja como um todo, clamamos pelo Espírito de Graça e Súplicas sobre a nação gerando profundo arrependimento e conversão ao Senhor, intercedemos pelos nossos governantes, pelos líderes da igreja, declaramos que devolvemos o governo da igreja para o Espírito Santo, entre outros. Nosso objetivo é funcionar 24h por dia com adoração e intercessão.


Esse é o meu lugar secreto

CBA - Centro Brasileiro de Adoração - Parte Interna


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