
Temos o Infinito dentro de nós...
Temos a Sabedoria dentro de nós...
Temos a Arte dentro de nós...
Temos o Sagrado dentro de nós...
Já tendo tudo o que precisamos, agora criemos.
Interessante como ao examinarmos todos os recursos que temos à nossa disposição para criarmos estruturas de idéias novas, vemos que não usamos nem 1/5 de tudo que poderíamos usar.
Sinto falta da criatividade, sinto-me no meio de repetitivos movimentos, de repetitivas danças, repetitivas roupas e repetitivas tentativas de alcançarmos aquilo que está dentro de nós, de alcançarmos a Arte de Deus.
O grande artista mora dentro e se move em nós, mas O limitamos com a nossa preguiça e medo em buscarmos o novo, em ousarmos fazer, em empreendermos novas danças, novas formas de expressarmos uma idéia, novos movimentos que estejam a altura do que já é feito nos céus.
Estagnamos na mesmice do que já vimos ou ouvimos dizer. E quando alguém desponta com algo novo, rapidamente vem outros tantos copiando.
É hora do novo encher o templo, do novo encher-nos para celebrarmos com a Arte completa. Nossos cultos precisam ser melhores do que os espetáculos seculares, porque somos os possuidores a Arte em sua essência. O que vemos por ai é apenas cópia.
Tudo isso surgiu enquanto refletia sobre os espetáculos que vemos no meio secular e por que são tão fascinantes e tão cheios de beleza. Penso que à eles nunca foi imposto nenhum limite, quanto à nós são impostos limites todo o tempo. Um padrão, que não sabemos de onde surgiu, nos dita regras do que se é legal ou profano dentro da Arte. Até uns anos atrás dançar na igreja era profano, voltando um pouco mais no tempo lembramos que tocar bateria era um escândalo, pois era considerado um instrumento do diabo. Hoje já podemos discernir que tudo isso veio de tradições e religiosidade criadas pelo próprio homem e que Deus mesmo nunca havia proíbido tais coisas.
Então, quem criou esse padrão e daonde foi retirado? Porque temos tanto medo em fazer algo que nós tira no "normal"? Medo de quem? Deus? Deus é o ser cuja a critividade teve início e Nele reside toda a forma da arte, então porque ter medo de fazer para Ele algo que já existe nEle? E que com certeza Ele já deve assistir no céu. Creio que Deus-Pai fica na expectativa de ver a Arte que seus filhos farão. Deus fica na expectativa de ver algo novo que o surpreenderá, não que ainda não o tenha visto, mas será feito pelos seus filhos.
O Espírito Santo nos guiará em toda a verdade (Jo. 16:13). Essa verdade é algo absoluto, que inclui todas as coisas. É a verdade libertadora. Ou seja, o Espírito Santo nos guiará na verdadeira Arte, ou na verdade sobre a Arte. A verdade que nos libertará dos nossos medos em errar o alvo.
Então, se quisermos saber qual o padrão que deve ser, perguntemos àquele que nos guiará a toda a verdadeira Arte, ao Espírito Santo.
Se temos dúvida se o que temos em mente é de acordo com o padrão do Reino de Deus, perguntemos ao Senhor do Reino.
Peço ousadia e intrepidez para aqueles cujo o chamado envolve a prática da Arte no Reino de Deus.
Ministros da Arte no Reino de Deus.. diante disso que possamos gerar uma intercessão para que toda a religiosidade caia, que todos os limites impostos pelo medo caiam, que a verdadeira Arte alcançe o corpo de Cristo na sua totalidade, que sejamos guiados pelo Espírito Santo, que nossos irmãos que ainda tem dentro de si tabus com relação a isso sejam impactados pelo Espírito Santo e recebam essa revelação. Que haja restauração da adoração com a Arte e que seja completa.
Quanto a nós, que busquemos o novo. Chega de cópias. Chega de fazermos porque foi uma benção com o outro. Façamos algo surpreendente para o Pai.
Quando somos crianças temos uma mania em fazer bilhetinhos e desenhos para os nossos pais, e eles quando recebiam ficavam tão felizes que alguns guardam pra sempre essas "reliquias". Façamos o nosso bilhetinho, o nosso desenho pra Deus. Sem copiar o do colega ou o do irmão. Basta ser espontâneo pro Pai ficar orgulhoso.
Busquemos novas formas de expressão, novas roupas, novos movimentos, existe um universo diante de nós. Adoremos com Arte!
Na próxima postagem falaremos sobre os artefatos que podemos agregar a nossa expressão de dança.
MÃOS À OBRA, CRIEMOS!
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1 de setembro de 2009
Um Reino criativo
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17 de dezembro de 2008
O Corpo é a memória da dança - Parte II
Soletrando com corpo: A arte expressiva dos sentimentos e movimentos.
Tenho recebido inúmeros e-mails com dúvidas frequêntes sobre como montar uma coreografia, o que é necessário para que se monte uma sequência coreográfica expressiva e que passe exatamente a mensagem escolhida.
Pois bem, após dias de pesquisa sobre o assunto, e de anos praticando a dança na igreja, creio que cheguei a um denominador comum no assunto.
Quando surge a necessidade de se expressar uma idéia, sentimento ou mensagem através da dança precisamos traduzir tudo isso em movimentos que consigam expressar fielmente o que desejamos passar para as pessoas e para Deus. Quando pensamos em coreografia, quase sempre temos a idéia de uma sequência de passos feitos por um grupo de pessoas. Isso está correto, mas a idéia coreográfica vai além, sendo processada até mesmo quando temos uma pessoa só dançando, ela inclui vários elementos.Ou seja, todo o tempo precisamos cadenciar movimentos para contar uma história. A coreografia é a arte da composição estética dos movimentos corporais expressivos, apresentando uma idéia, sentimento ou mensagem às pessoas, podendo ser cênicos ou espetaculares. A arte de coreografar se desenvolveu, paralelamente com a arte teatral.
Os étimos gregos khorus (círculo) e graphe (escrita, representação), fundamentam a palavra coreografia. O elemento círculo é uma referência as danças circulares e a orquestra, local onde o coro teatral grego dançava. Coreografar é desenhar/gravar o espaço com o movimento corporal.
Toda linguagem artística possui elementos estéticos específicos, assim como nas linguagens das Artes Visuais, do Teatro e da Música, a linguagem da Dança também possui seus códigos fundamentais.
A montagem em si de uma coreografia exige domínio dos elementos estéticos já codificados, como o espaço, o tempo, o peso e a fluência, em relação ao corpo em movimento. Numa coreografia esses elementos básicos dialogam entre si. Citaremos alguns.
O uso do espaço é extremamente importante e quase esquecido nas igrejas. Antes de qualquer coisa, precisamos saber qual o espaço iremos dispor, afim de que, montemos uma coreografia que use esse espaço e que faça desenhos e fotografias que ajudarão no desenvolver da idéia. Por exemplo, podemos criar uma sequência de movimentos e esses serem usados de várias posições e formas no espaço disponível, que pode ser uma plataforma, a frente da igreja, etc. Podemos usar uma sequência onde todos estão alinhados de frente para as pessoas, a mesma sequência em diagonal, ou ainda divimos as pessoas em dois pequenos grupos e estes se posicionam em círculo e executam a sequência ao mesmo tempo. Isso trás dinâmica para a dança e expande a idéia explorando o espaço disponível. Isso também ajuda a termos a atenção de quem está olhando e impede a monotomia.
O tempo precisa ser avaliado com muito cuidado, tenho observado que muitos grupos tem feito coreografias onde existe um espaço de tempo entre um passo e outro. Isso não pode acontecer, a não ser que seja um movimento sequencial ou, enquanto uma pessoa pára tenhamos outra que entra nesse tempo executando outro movimento.
Os movimentos precisam respeitar o tempo da música usada. Não podem haver lacunas. Explicando... não podemos fazer um movimento parar e esperar um tempinho para fazermos um outro. Isso acontece, porque muitos montam a coreofrafia emcima somente do que está sendo falado, e não respeitam o rítmo da melodia da música. Então, ao esperar uma palavra, há uma quebra na sequência havendo uma parada que deixa toda a coreografica muito estática e sem dinamismo.
SEMPRE DEVEMOS RESPEITAR O RÍTMO DA MÚSICA ESCOLHIDA.
Não podem haver lacunas. Por isso, devemos saber usar o espaço disponível com inteligência, afim de que não haja essas lacunas.
Outro fator importante é o tempo total da música que foi escolhida. Ao parar para montar uma coreografia, eu gosto de ouvir a música várias e várias vezes, contando quantas vezes o refrão é cantado, quantas vezes ela volta pro início, se há uma parte só com os instrumentos e quanto tempo dura, gosto de entender a música ouvindo vez por vez observando em cada uma das vezes coisas diferentes. Batidas e marcações da bateria que podem ser usadas para um determinado movimento, oscilação de rítmo e até como ela termina. Tudo isso nos ajudará para uma boa execução da nossa idéia coreográfica.
Podemos ainda contar com os recursos específicos das outras linguagens artísticas, adicionando maior dramaticidade, alegria, surpresa, espanto, enfim, diferentes emoções quando utilizando adequadamente os elementos da música, das artes visuais, que muito tem contribuído para os cenários, figurinos e adereços, e ainda, elementos do teatro que vem cada vez mais enriquecendo a dança com as suas performances.
Entre esses recursos, podemos apontar elementos que vem se destacando no cenário da dança na igreja. Véus, bandeiras, estandartes, fitas, pandeiros, bola, círculo (bambolê), e outros. Todos esses elementos podem nos ajudar a compor uma coreografia. Mas devemos tomar cuidado com exageros. Muitos elementos juntos produzem uma poluição visual e podemos perder o foco da idéia sugerida.
A mistura do teatro com a dança tem dado certo e revelado uma nova faceta da montagem coreogrática, nos deixando bastante à vontade para criarmos. A expressão facial é essencial para expressarmos os sentimentos. Não apenas cantar a música, mas deixar que o nosso rosto e corpo falem sem palavras o que sentimos.
É necessário e muito proveitoso que todos juntos participem desse processo. Em anos de dança, percebemos no nosso ministério que as coisas fluiam melhor quando todos participavam e aconteciam várias coisas maravilhosas que não acreditávamos que tinhamos sido nós que montamos.
Tirávamos um tempo onde todos davam suas opiniões e idéias sobre a música em questão, um Brainstorming (tempestade de idéias).
A seguir tentei colocar em tópicos orientação básicas para montagem coreogrática.
I - Defina qual música você vai coreografar - a escolha da música é tão importante quanto os movimentos que serão usados. Tire um tempo com o ministério, ouça várias músicas, orem e peçam que o Pai aponte qual delas ele quer ver e peça para que Ele dê os movimentos que Ele quer ver.
1. Se você não tem muita experiência em coreografia, opte por músicas simples. Deixe as mais elaboradas para um segundo momento. É sempre mais interessante começar pelo mais fácil, para evitar frustrações. Defino como simples as músicas com o padrão: estrofe 1, refrão, estrofe 2, refrão, estrofe 3, refrão. A maioria costuma ser assim.
2. Do mesmo modo, escolha uma música curta. As muito longas dão mais trabalho, exigem mais imaginação para evitar repetições. Chamo de curta a música com duração inferior a seis minutos.
3. Coreografe uma música de que você goste muito. A vontade de dançar ajuda bastante no trabalho criativo.
4. Ouça muitas vezes a música. Procure ouvir com fone de ouvido, para captar sutilezas. Ouça concentrado, prestando atenção. É muito diferente de quando ouvimos uma música enquanto dirigimos, por exemplo. Reúnam-se para ouvirem juntos, é muito bom tirar um tempo onde cada um irá captar algo diferente da música.
II - Comece a definir a coreografia
5. Procure ouvir a música novamente, imaginando pessoas dançando. Acho interessante visualizarmos a idéia. Deixe-se imaginar algo realmente maravilhoso, ainda que você duvide que consiga executar os movimentos. Se fizer bastante esse exercício verá que a prática melhora bastante. Para mim, pelo menos, funciona.
6. Dê uma dançadinha, cheque se o imaginado se adapta de fato à música, ou seja, se é viável fazer o que se imaginou. Provavelmente vai precisar fazer alguns acertos pequenos, principalmente no tocante à finalização e emenda dos passos. Se você quer muito, muito, muito colocar um passinho que ainda não está saindo legal, aproveite para estudá-lo. Se ele está bem guardado na memória, certamente não custará a passar para o corpo.
7. Dançem juntos a mesma música, cada um por si como se fosse um espontâeno, deixem um ou dois olhando e depois se juntem para ver o que dá para ser utilizado, e os que olhavam indiquem os movimentos mais condizentes com a música.
III - Defina os movimentos a serem utilizados
8. Observe os pontos altos, explosões e momentos menos excitantes da música. Toda música tem as partes bem marcadas, fáceis, e uma parte que convida à "embromation". Fique tranqüila e identifique os momentos fáceis e os momentos que vão exigir mais de você. Lembre-se: a coreografica também precisa ter início, meio e fim como numa redação.
9. Identifique os momentos da música. Na música moderna, é tudo mais simples: entrada, primeira estrofe, segunda estrofe, refrão, segunda estrofe, variação simples da primeira, refrão, fim. Movimentos frios e de baixo impacto para momentos mais calmos da música e movimentos quentes e fortes para os momentos mais vibrantes.
10. Lembre-se que as entradas e as saídas são muito importantes. São a primeira e a última impressão de sua dança. Você pode optar por já estar no local quando a música iniciar, ( particularmente não gosto muito) ou entrar com passos de ligação indo para tomarem lugar no primeiro desenho. Para a saída, também pode acontecer de sair e deixar o local vazio, ou terminar com uma pose, que na dança chamamos de fotografia final.
11. Evite repetições em um mesmo trecho da música. Dezesseis vezes rodar e levantar a mão direita fica entediante. Lembre das variações sobre o mesmo passo, use o espaço disponivel. Não há problema algum, no entanto, em repetir passos dentro da coreografia. Devem, no entanto, ter ênfases diferentes, porque a música está variando o tempo todo, pedindo para que você dê ao movimento a energia dada às frases musicais.
12. Enriqueça a coreografia explorando bem o espaço. Pontue frente, fundo, direita, esquerda, diagonais. Alternar movimentos altos e baixos também é importante para quebrar a monotonia. Se você já esteve há um tempo "no alto", opte por fechar com um movimento "baixo".
13. Alterne seqüências calmas com seqüências dinâmicas. Ou seja, não fique apenas parada, nem só deslocando. É também importante discernir os momentos em que é melhor ficar parada e os momentos em que a música pede um deslocamento.
14. Defina se usarão algum elemento, fita, véus... os movimentos precisarão incluir os elementos sem prejudicar o grupo no espaço usado. Se houverem 10 pessoas dançando, e o espaço for pequeno, esqueça.
IV - Anote a coreografia
15. Crie um código para os movimentos usados na dança. Isso vai ajudar na anotação da coreografia. Mesmo que saibam os nomes de todos os passos do ballé, isso ajudará ao grupo a guardar a sequência. O resultado disso é que muita gente dá nomes aleatórios para os passos. Exemplo: o "pisa e joga a saia", o "soca e gira", o "contra tempo voltando", ... Ou seja, não se preocupe com nomes. Se preferir, reúnan-se e procurem combinar um padrão entre vocês. Deixe a imaginação fluir.
16. Experimente dançar com a folha impressa em mãos, anotando possíveis ajustes.
Prontinho! À medida que for pegando prática, vai sentir que é fácil criar coreografia. É gostoso ir ouvindo a música e imaginando que movimento você colocaria aqui e ali. Sem falar que ao dançar uma coreografia própria é bem mais fácil colocar a expressão apropriada e que você pode executar sem limitações.
Ufa... sei que são muitas informações, mas espero ter ajudado um pouco.
Dançemos e profetizemos até que o Reino venha!
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19 de outubro de 2008
Dança - exibição ou adoração?
Ao ler um artigo num blog - gostaria até de indicar aqui, muito bom o seu conteúdo. Deus falou muito comigo e me trouxe uma palavra muito dura com relação principalmente aos que dançam.Fomos impelidos à mudanças rápidas, surgindo então um novo e emergente grupo de "ministros de dança", que se denominam por várias expressões. Não creio que só a mudança da terminologia basta, é necessário que se dê frutos e que os frutos permaneçam.
Nossos ajuntamentos [cultos] mudaram, mas será que acertamos o alvo proposto? Será que atendemos ao que o Pai nos ensina sobre culto?
Em outro estudo aqui citei uma leitura rápida de como a dança vem sendo introduzida na igreja pelo próprio Espírito Santo, desde a última década até os nossos dias.
Mesmo diante de tantas mudanças, não sinto que obtivemos êxito em colocarmos Jesus como o centro do nosso culto, muito menos como o único expectador da nossa dança. É lamentável que a forma como a dança tomou e a sua execução nos cultos, muitas vezes nos distancia da proposta original de culto que o Pai nos propôs. E na maioria das vezes vem acompanhada com a velha desculpa que é para o Senhor, mas Ele mesmo não tem recebido.
O culto ou forma de cultuar incialmente nos foi ensinado no Éden, quando Deus vinha na viração do dia se encontrar com Adão. Deus restabelece essa proposta em Jesus, uma prosposta de uma aliança de adoração. Deus novamente em Jesus vem se encontrar com o homem e criar com ele uma aliança eterna.
Nossos cultos devem ser de exclusividade ao Senhor, eles são um encontro marcado do Pai conosco. São um encontro do Noivo com a sua amada Noiva - a igreja. Mas, infelizmente eles são totamente programados para o homem. Cânticos, avisos, uma boa e eloqüente palavra, um apelo e a benção apostólica, não acontecendo necessáriamente nessa ordem. Vai me dizer que não é assim?
Tive uma experiência muito marcante com isso. Sempre que eu ia adorar a Jesus no CBA eu ia com a expectativa de encontrá-lo. Um dia estava muito cansada e quase não fui. Ao chegar logo comecei a adorá-lo com a minha dança, a chamá-lo para vir ali, mesmo estando muito cansada. Então fui surpreendida... Tive uma visão: vi um homem muito bonito com um buquê de flores na mão, não conseguia ver o seu rosto... então olhei para o chão perto dele haviam muitos outros buquês. Eu perguntei pra quem eram. Ele me disse são todos seus, cada um deles se refere à um culto que você não veio. Toma esse é o seu buquê de hoje. Que bom que você veio... eu não falto a esse encontro nunca.
Essa experiência única trouxe-me uma revelação sobre como cultuar ao Pai com a minha dança.
Em alguns lugares temos uma falsa impressão que tudo vai bem, mas na verdade os "ministros de dança" só encontraram uma nova forma ou formúla de apresentarem seus talentos sem que os demais achem o culto muito enfadonho. Danças, roupas, acessórios e até emoção são os ingredientes de um culto que agora aparentemente não segue mais uma forma religiosa, a final ele tem danças.
A dança surge como uma nova forma de louvor, muitos logo se habilitam a dançarem diante da congregação. Roupas coloridas, atraentes ao olhar do "público", uma falsa impressão de que estamos conseguindo agradar ao Pai e cultuá-lo, mas na verdade estamos apenas adequando o culto para que todos possamos exercer alguma função e exibirmos nossos talentos na vitrine de domingo à noite. Não quero generalizar, mas falo ao um grupo que tem de destacado como maioria na igreja Brasileira.
Reflita... Pode haver culto quando quem está sendo adorado não comparece? Não...
A dança se popularizou, ganhou espaço nos cultos. Houve uma explosão de grupos de coreografia, ministérios de dança... Infelizmente esse crescimento desenfreado dirvirtuou muitas coisas, dentre elas: a dança como expressão de adoração virou um escape para muitos que não tinham nenhuma "função" definida nas suas congregações. Agregou muitos que agora se auto-denominam "profetas", mas que nem sabem o que isso significa. Trouxe uma certa separação; agora os que se vestem com roupas especiais podem dançar, e a congregação assiste passivamente a apresentação. Opa, peraí! Apresentação? Notou algo errado? Se o culto é exclusivo para o Pai, porque se apresentar para a congregação? Muitos fazem questão de se "apresentarem" no palco ou plataforma da igreja, onde dão o nome de altar. Ironicamente fazem questão então de dançarem num lugar onde se sacrifica. Mas, a única coisa a ser sacrificada é a presença do Pai, que quase sempre fica num plano secundário, quando o objetivo principal é mostrar para a igreja um coreografica ensaiada.
Esses e muitos outros desvios vêm crescendo e não há alguém que se atente para isso.
Não estou afirmando que essas coisas são proibidas, somente desejo chamar nossa atenção para mudarmos a nossa postura e avaliarmos a intenção do nosso coração e como perdem a razão quando feitas de forma errada.
Ministros de dança, O Espírito Santo nos chama ao arrependimento nesses desvios. É tempo de mudarmos e nos alinharmos com os princípios do Reino de Deus.
Nós precisamos estimular a congregação a dançar com o Noivo e não criarmos uma barreira quanto a isso. Se fomos separados para exclusivamente adorá-Lo com a nossa dança, façamos isso de forma a extender para a congregação esse convite do Noivo de dançar com ela. Sejamos condutores nessa dança.
Sejamos prudentes na forma como nos conduzimos, estejamos atentos para a nossa carne que nos empurrará sempre para o estrelato. Analisemos sempre o nosso coração.
Dançamos diante de um trono e para um único expectador - Gisela Matos
Precisamos cuidar para que a nossa manifestação de arte não caia numa postura de vaidade disfarçada de culto a Deus. Onde o que importa é sermos reconhecidos pelos homens, suprindo nossas necessidades egoístas subjetivas, fazendo disso apenas um recurso para alimentar nosso ego inchado. - Neemias Santana
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29 de janeiro de 2008
Com que roupa eu vou?
Com que roupa que eu vou?
Em pleno século XXI, onde a sensualidade, a lascívia e a prostituição se apresentam em total normalidade no meio da juventude, uma nova "moda" se extende até nós, onde o corpo se expõe como um objeto de desejo. Na dança atual o corpo passou a ser o protagonista na composição das rotinas de dança, muitas CIAs parecem optar por expor o corpo dos bailarinos numa coreografia fraca e vazia, mas cheia de apelos sensuais.
Trajes com o tamanho cada vez menor, compostos por peças justas,transparentes e decotadas fazem parte de um figurino que precisa estar antenado com o rigor da moda. No âmbito da dança não tem sido diferente, devido a modernidade e descoberta de alguns estilos, houve uma variação de conceitos em relação a apresentação visual. O que antes era clássico, como por exemplo o ballet, onde as roupas eram comportadas e seguiam o seu padrão tradicional e recatado, hoje, após terem surgido outros seguimentos classificados como modernos e contemporâneos, a apresentação visual trilhou o mesmo caminho. As malhas que antes eram apenas para proteção do corpo e ficavam por baixo de uma outra roupa, ganham destaque vindo em tendência como peça única para apresentações. Transparência e decote transmitem a liberdade de expressão e uma irreverência modernista, onde expressam sentimentos totalmente tendenciosos a malícia.
Esse comportamento mostra um desvio por causa do pecado. Sabemos que a dança do Reino de Deus em nada tem haver com essa que tem sido praticada por ai. A bíblia nos mostra outro comportamento a ser tomado com relação ao corpo e o seu uso.
Frequentemente sou abordada sempre com as mesmas dúvidas nessa área. Afinal, qual a roupa mais adequada para ministrarmos ao Senhor? Bem, isso tem sido muito discutido, mas pouco elucidado.
Para obtermos uma resposta sobre o assunto precisamos primeiro aprender e absorver um princípio básico que a bíblia nos apresenta sobre o nosso corpo, que para quem dança é o seu instrumento principal.
VERSÍCULOS CHAVE
ITs 4:3,4,7 e 8; Rm 12:1 e 2; Rm 6:12,13 e 19; Fp 1:20; I Co 3:16 e 17; II Co 6:16 ao 18
" Vocês sabem que são templo (morada) de Deus e que o Espírito Santo de Deus mora dentro de vocês? E se alguém destruir esse templo Deus o destruirá, porque o templo de Deus, que são vocês, é SANTO. Então, fiquem longe, se desviem, impeçam a prostituição e que cada um de vocês saibam possuir o seu corpo em SANTIFICAÇÃO (separado das coisas do mundo) E HONRA (em culto ao Senhor, em castidade, em dignidade), não na paixão de desejo sexual como os outros que não conhecem a Deus. Porque, Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a santificação."***
Considerando os baixos padrões de moralidade que prevalece nos nossos dias, precisamos entender e ter bem esclarecido esse princípio em nós para conclamarmos a igreja para obedecer os padrões de Deus em Santidade.
Veja bem, a dança que entregamos ao Senhor precisa ser santa e a roupa que usaremos para entregar essa dança precisa ser por sua vez condizente com essa santidade. Deixemos de lado os padrões impostos pelo mundo e busquemos do Espírito Santo o padrão que Deus quer da sua igreja para dançar.
Você já recebeu um cartão de aniversário, de amor, de amizade, do seu filho, amigo, namorado? Creio que sim.Eu sempre escrevia cartinhas e cartões para meus pais e meu namorado (hoje meu marido), e o interessante é que eu sempre quis escrever algo pessoal além das mensagens que já vinham escritas nos cartões, desenhava corações e assinava. Tanto meus pais, como meu esposo têm esses cartões até hoje.
Creio que a nossa roupa para dançar é o nosso recadinho pessoal para Deus, é a nossa mensagem escrita pessoalmente.
Com a roupa usamos uma linguagem visual para expressarmos o que queremos entregar ao Senhor. Seja gratidão, seja amor, seja carinho, seja tristeza, seja humilhação, seja arrependimento... A roupa na dança é uma extensão do contexto que entregaremos ao Senhor em adoração. E a dança como um todo é a nossa assinatura.
Portanto, a roupa precisa estar ligada a santificação e ao contexto de possuirmos o nosso corpo com sabedoria.
Qual o recado você tem entregado ao Pai? Qual tipo de roupa tem expressado a sua dança? Qual é a sua assinatura?Nas orientação de Deus a Moisés quanto a roupa dos sacerdotes observamos o cuidado e a importância que Deus dá as vestes que usaremos para ministrar diante dele.
A sua intenção é mostrar o seu corpo? Apesar de ter um belo corpo, não é isso que deve estar em evidência na hora de dançar em adoração.
Existem vários ritimos e estilos a serem dançados e a roupa precisa estar condizente com cada um.
Vejamos...
No Ballet usamos vestidos, longos ou não, com mangas largas ou mais justas, compridas ou não, ou saias rodadas com body. CUIDADO!!! Nada de transparência ou decotes. Procure sempre usar uma malha por baixo do vestido. Para meninas que possuem o busto maior é necessário avaliar o tipo do decote, geralmente os de cortes quadrados e os de gola alta caem melhor e não chamam atenção para os seios.
Já no street dance ou Hip Hop, usamos calças de sarja largas bem despojadas com blusas de malha. CUIDADO!!! Nada de baby look. Coloque um body por baixo da blusa, nada de barriguinhas a mostra. Lembre-se que mesmo sendo um estilo usado para evangelismo não podemos nos enquadrar ao modelo deste século, que nos sugere a barriguinha a mostra nesse tipo de dança. Meninos, nada de cuecas a mostra também, e blusinhas que marcam o físico. Por mais que você tenha os músculos definidos, não é isso que atrairá a presença de Deus e mostrá-los é um sinal de lascívia.
Na contemporânea cai bem calças tipo pantalonas com as pernas bem largas, batas e veus amarrados formam um traje bem confortável. Há ainda estilos que podem ser calças um pouco mais justas, mas sempre acompanhadas com uma bata bem comprida e larga para não ressaltar o quadril e o bumbum.
Em tudo, havendo dúvidas, pare em frente ao espelho e se pergunte se você estaria totalmente a vontade se Jesus estivesse ali do seu lado. As roupas precisam ser confortáveis para a execução dos movimentos. Você precisa estar completamente livre e disponível para fazer o que o Espírito te conduzir.
Quanto ao figurino, ore peça ao Espírito Santo uma direção quanto ao que o Pai quer ver, afinal, você está dançando pra Ele. Muitas vezes já recebi roupas em sonhos e visões, outras simplesmente parei para desenhar e o figurinho fluiu... Esteja em contato com outras pessoas que dançam para trocarem experiências quanto ao melhor tecido, melhor tipo de corte, etc...
NUNCA, MAS NUNCA MESMO IMITE A ROUPA DE NINGUÉM. Lembre-se que o seu recadinho precisa ser pessoal, nada de apresentar o recado dos outros.
Há uma porção de arte criativa para cada um de nós e a nossa fonte é inesgoável!
Que as nossas roupas reflitam a santidade de Deus e que dançemos até que todos profetizem.
*** Versão na linguagem de hoje
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Em pleno século XXI, onde a sensualidade, a lascívia e a prostituição se apresentam em total normalidade no meio da juventude, uma nova "moda" se extende até nós, onde o corpo se expõe como um objeto de desejo. Na dança atual o corpo passou a ser o protagonista na composição das rotinas de dança, muitas CIAs parecem optar por expor o corpo dos bailarinos numa coreografia fraca e vazia, mas cheia de apelos sensuais.
Trajes com o tamanho cada vez menor, compostos por peças justas,transparentes e decotadas fazem parte de um figurino que precisa estar antenado com o rigor da moda. No âmbito da dança não tem sido diferente, devido a modernidade e descoberta de alguns estilos, houve uma variação de conceitos em relação a apresentação visual. O que antes era clássico, como por exemplo o ballet, onde as roupas eram comportadas e seguiam o seu padrão tradicional e recatado, hoje, após terem surgido outros seguimentos classificados como modernos e contemporâneos, a apresentação visual trilhou o mesmo caminho. As malhas que antes eram apenas para proteção do corpo e ficavam por baixo de uma outra roupa, ganham destaque vindo em tendência como peça única para apresentações. Transparência e decote transmitem a liberdade de expressão e uma irreverência modernista, onde expressam sentimentos totalmente tendenciosos a malícia.
Esse comportamento mostra um desvio por causa do pecado. Sabemos que a dança do Reino de Deus em nada tem haver com essa que tem sido praticada por ai. A bíblia nos mostra outro comportamento a ser tomado com relação ao corpo e o seu uso.
Frequentemente sou abordada sempre com as mesmas dúvidas nessa área. Afinal, qual a roupa mais adequada para ministrarmos ao Senhor? Bem, isso tem sido muito discutido, mas pouco elucidado.
Para obtermos uma resposta sobre o assunto precisamos primeiro aprender e absorver um princípio básico que a bíblia nos apresenta sobre o nosso corpo, que para quem dança é o seu instrumento principal.
VERSÍCULOS CHAVE
ITs 4:3,4,7 e 8; Rm 12:1 e 2; Rm 6:12,13 e 19; Fp 1:20; I Co 3:16 e 17; II Co 6:16 ao 18
" Vocês sabem que são templo (morada) de Deus e que o Espírito Santo de Deus mora dentro de vocês? E se alguém destruir esse templo Deus o destruirá, porque o templo de Deus, que são vocês, é SANTO. Então, fiquem longe, se desviem, impeçam a prostituição e que cada um de vocês saibam possuir o seu corpo em SANTIFICAÇÃO (separado das coisas do mundo) E HONRA (em culto ao Senhor, em castidade, em dignidade), não na paixão de desejo sexual como os outros que não conhecem a Deus. Porque, Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a santificação."***
Considerando os baixos padrões de moralidade que prevalece nos nossos dias, precisamos entender e ter bem esclarecido esse princípio em nós para conclamarmos a igreja para obedecer os padrões de Deus em Santidade.
Veja bem, a dança que entregamos ao Senhor precisa ser santa e a roupa que usaremos para entregar essa dança precisa ser por sua vez condizente com essa santidade. Deixemos de lado os padrões impostos pelo mundo e busquemos do Espírito Santo o padrão que Deus quer da sua igreja para dançar.
Você já recebeu um cartão de aniversário, de amor, de amizade, do seu filho, amigo, namorado? Creio que sim.Eu sempre escrevia cartinhas e cartões para meus pais e meu namorado (hoje meu marido), e o interessante é que eu sempre quis escrever algo pessoal além das mensagens que já vinham escritas nos cartões, desenhava corações e assinava. Tanto meus pais, como meu esposo têm esses cartões até hoje.
Creio que a nossa roupa para dançar é o nosso recadinho pessoal para Deus, é a nossa mensagem escrita pessoalmente.
Com a roupa usamos uma linguagem visual para expressarmos o que queremos entregar ao Senhor. Seja gratidão, seja amor, seja carinho, seja tristeza, seja humilhação, seja arrependimento... A roupa na dança é uma extensão do contexto que entregaremos ao Senhor em adoração. E a dança como um todo é a nossa assinatura.
Portanto, a roupa precisa estar ligada a santificação e ao contexto de possuirmos o nosso corpo com sabedoria.
Qual o recado você tem entregado ao Pai? Qual tipo de roupa tem expressado a sua dança? Qual é a sua assinatura?Nas orientação de Deus a Moisés quanto a roupa dos sacerdotes observamos o cuidado e a importância que Deus dá as vestes que usaremos para ministrar diante dele.
A sua intenção é mostrar o seu corpo? Apesar de ter um belo corpo, não é isso que deve estar em evidência na hora de dançar em adoração.
Existem vários ritimos e estilos a serem dançados e a roupa precisa estar condizente com cada um.
Vejamos...
No Ballet usamos vestidos, longos ou não, com mangas largas ou mais justas, compridas ou não, ou saias rodadas com body. CUIDADO!!! Nada de transparência ou decotes. Procure sempre usar uma malha por baixo do vestido. Para meninas que possuem o busto maior é necessário avaliar o tipo do decote, geralmente os de cortes quadrados e os de gola alta caem melhor e não chamam atenção para os seios.
Já no street dance ou Hip Hop, usamos calças de sarja largas bem despojadas com blusas de malha. CUIDADO!!! Nada de baby look. Coloque um body por baixo da blusa, nada de barriguinhas a mostra. Lembre-se que mesmo sendo um estilo usado para evangelismo não podemos nos enquadrar ao modelo deste século, que nos sugere a barriguinha a mostra nesse tipo de dança. Meninos, nada de cuecas a mostra também, e blusinhas que marcam o físico. Por mais que você tenha os músculos definidos, não é isso que atrairá a presença de Deus e mostrá-los é um sinal de lascívia.
Na contemporânea cai bem calças tipo pantalonas com as pernas bem largas, batas e veus amarrados formam um traje bem confortável. Há ainda estilos que podem ser calças um pouco mais justas, mas sempre acompanhadas com uma bata bem comprida e larga para não ressaltar o quadril e o bumbum.
Em tudo, havendo dúvidas, pare em frente ao espelho e se pergunte se você estaria totalmente a vontade se Jesus estivesse ali do seu lado. As roupas precisam ser confortáveis para a execução dos movimentos. Você precisa estar completamente livre e disponível para fazer o que o Espírito te conduzir.
Quanto ao figurino, ore peça ao Espírito Santo uma direção quanto ao que o Pai quer ver, afinal, você está dançando pra Ele. Muitas vezes já recebi roupas em sonhos e visões, outras simplesmente parei para desenhar e o figurinho fluiu... Esteja em contato com outras pessoas que dançam para trocarem experiências quanto ao melhor tecido, melhor tipo de corte, etc...
NUNCA, MAS NUNCA MESMO IMITE A ROUPA DE NINGUÉM. Lembre-se que o seu recadinho precisa ser pessoal, nada de apresentar o recado dos outros.
Há uma porção de arte criativa para cada um de nós e a nossa fonte é inesgoável!
Que as nossas roupas reflitam a santidade de Deus e que dançemos até que todos profetizem.
*** Versão na linguagem de hoje
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16 de janeiro de 2008
Voltando a verdadeira ARTE...
A arte em sua forma pura é um reflexo da natureza do Senhor como Mestre Criador. O Universo é a tela do Senhor, e Ele tem prazer na diversidade e na beleza de sua criação. Ele tem prazer em fazer cada floco de neve diferente, faz cada dia ser único e diferente.

Contudo, a igreja é geralmente uma das intituições mais confinadas, previsíveis, maçantes e carentes de espontaneidade sobre a Terra. Quase tudo na arte é inaceitável no meio daqueles que se dizem adoradores do CRIADOR da arte. Que estranho!!!
Vemos durante anos e anos a resistência com a música e seus seguimentos, com a dança, com roupas, com quadros, peças teatrais, etc... Sempre com a desculpa que tudo era do Diabo.
Mas, sabedores hoje que Deus é o criador de tudo e que todas as coisas são feitas por Ele e para a glória Dele, estamos voltando a essência e nos corrigindo no nosso desvio em relação à verdadeira adoração.
Não era o tradicionalismo, a discriminação e nem o medo que punia a arte na igreja, mas sim o desvio na adoração. Deus nos criou e colocou em nós a necessidade de adorar. Basta nos decidirmos a quem vamos adorar, ou ao Pai, criador; ou ao Diabo, mentiroso e aproveitador.
A arte, por sua natureza criativa, tem de sempre estar em busca do que é novo, do que é recente.
Quando a igreja entender e voltar à verdeira adoração, a arte por sua vez também será restaurada na sua essência divina e será uma forma de adoração poderosa.
Essa arte deixará de glorificar a criação, será para a Glória do Criador e reflitirá as maravilhas da criação de Deus. A sua inpiração será somente o Espírito Santo que a conduzirá em verdade para adorar ao Rei.
Palhaços, malabaristas, bailarinos, pintores, escultores, diretores, escritores, roteiristas, atores, artesãos, rendeiras, costureiras, estilistas, fotógrafos, carnavalescos, músicos, compositoresm cantores, maestros, figurinistas, enfim todos servirão com a sua arte ao Senhor.
**Texto extraído e adaptado do livro A Colheita
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Contudo, a igreja é geralmente uma das intituições mais confinadas, previsíveis, maçantes e carentes de espontaneidade sobre a Terra. Quase tudo na arte é inaceitável no meio daqueles que se dizem adoradores do CRIADOR da arte. Que estranho!!!
Vemos durante anos e anos a resistência com a música e seus seguimentos, com a dança, com roupas, com quadros, peças teatrais, etc... Sempre com a desculpa que tudo era do Diabo.
Mas, sabedores hoje que Deus é o criador de tudo e que todas as coisas são feitas por Ele e para a glória Dele, estamos voltando a essência e nos corrigindo no nosso desvio em relação à verdadeira adoração.
Não era o tradicionalismo, a discriminação e nem o medo que punia a arte na igreja, mas sim o desvio na adoração. Deus nos criou e colocou em nós a necessidade de adorar. Basta nos decidirmos a quem vamos adorar, ou ao Pai, criador; ou ao Diabo, mentiroso e aproveitador.
A arte, por sua natureza criativa, tem de sempre estar em busca do que é novo, do que é recente.
Quando a igreja entender e voltar à verdeira adoração, a arte por sua vez também será restaurada na sua essência divina e será uma forma de adoração poderosa.
Essa arte deixará de glorificar a criação, será para a Glória do Criador e reflitirá as maravilhas da criação de Deus. A sua inpiração será somente o Espírito Santo que a conduzirá em verdade para adorar ao Rei.
Palhaços, malabaristas, bailarinos, pintores, escultores, diretores, escritores, roteiristas, atores, artesãos, rendeiras, costureiras, estilistas, fotógrafos, carnavalescos, músicos, compositoresm cantores, maestros, figurinistas, enfim todos servirão com a sua arte ao Senhor.
**Texto extraído e adaptado do livro A Colheita
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