Mostrando postagens com marcador igreja. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador igreja. Mostrar todas as postagens

19 de outubro de 2008

Dança - exibição ou adoração?

Ao ler um artigo num blog - gostaria até de indicar aqui, muito bom o seu conteúdo. Deus falou muito comigo e me trouxe uma palavra muito dura com relação principalmente aos que dançam.

Fomos impelidos à mudanças rápidas, surgindo então um novo e emergente grupo de "ministros de dança", que se denominam por várias expressões. Não creio que só a mudança da terminologia basta, é necessário que se dê frutos e que os frutos permaneçam.

Nossos ajuntamentos [cultos] mudaram, mas será que acertamos o alvo proposto? Será que atendemos ao que o Pai nos ensina sobre culto?

Em outro estudo aqui citei uma leitura rápida de como a dança vem sendo introduzida na igreja pelo próprio Espírito Santo, desde a última década até os nossos dias.

Mesmo diante de tantas mudanças, não sinto que obtivemos êxito em colocarmos Jesus como o centro do nosso culto, muito menos como o único expectador da nossa dança. É lamentável que a forma como a dança tomou e a sua execução nos cultos, muitas vezes nos distancia da proposta original de culto que o Pai nos propôs. E na maioria das vezes vem acompanhada com a velha desculpa que é para o Senhor, mas Ele mesmo não tem recebido.

O culto ou forma de cultuar incialmente nos foi ensinado no Éden, quando Deus vinha na viração do dia se encontrar com Adão. Deus restabelece essa proposta em Jesus, uma prosposta de uma aliança de adoração. Deus novamente em Jesus vem se encontrar com o homem e criar com ele uma aliança eterna.

Nossos cultos devem ser de exclusividade ao Senhor, eles são um encontro marcado do Pai conosco. São um encontro do Noivo com a sua amada Noiva - a igreja. Mas, infelizmente eles são totamente programados para o homem. Cânticos, avisos, uma boa e eloqüente palavra, um apelo e a benção apostólica, não acontecendo necessáriamente nessa ordem. Vai me dizer que não é assim?

Tive uma experiência muito marcante com isso. Sempre que eu ia adorar a Jesus no CBA eu ia com a expectativa de encontrá-lo. Um dia estava muito cansada e quase não fui. Ao chegar logo comecei a adorá-lo com a minha dança, a chamá-lo para vir ali, mesmo estando muito cansada. Então fui surpreendida... Tive uma visão: vi um homem muito bonito com um buquê de flores na mão, não conseguia ver o seu rosto... então olhei para o chão perto dele haviam muitos outros buquês. Eu perguntei pra quem eram. Ele me disse são todos seus, cada um deles se refere à um culto que você não veio. Toma esse é o seu buquê de hoje. Que bom que você veio... eu não falto a esse encontro nunca.
Essa experiência única trouxe-me uma revelação sobre como cultuar ao Pai com a minha dança.

Em alguns lugares temos uma falsa impressão que tudo vai bem, mas na verdade os "ministros de dança" só encontraram uma nova forma ou formúla de apresentarem seus talentos sem que os demais achem o culto muito enfadonho. Danças, roupas, acessórios e até emoção são os ingredientes de um culto que agora aparentemente não segue mais uma forma religiosa, a final ele tem danças.

A dança surge como uma nova forma de louvor, muitos logo se habilitam a dançarem diante da congregação. Roupas coloridas, atraentes ao olhar do "público", uma falsa impressão de que estamos conseguindo agradar ao Pai e cultuá-lo, mas na verdade estamos apenas adequando o culto para que todos possamos exercer alguma função e exibirmos nossos talentos na vitrine de domingo à noite. Não quero generalizar, mas falo ao um grupo que tem de destacado como maioria na igreja Brasileira.

Reflita... Pode haver culto quando quem está sendo adorado não comparece? Não...

A dança se popularizou, ganhou espaço nos cultos. Houve uma explosão de grupos de coreografia, ministérios de dança... Infelizmente esse crescimento desenfreado dirvirtuou muitas coisas, dentre elas: a dança como expressão de adoração virou um escape para muitos que não tinham nenhuma "função" definida nas suas congregações. Agregou muitos que agora se auto-denominam "profetas", mas que nem sabem o que isso significa. Trouxe uma certa separação; agora os que se vestem com roupas especiais podem dançar, e a congregação assiste passivamente a apresentação. Opa, peraí! Apresentação? Notou algo errado? Se o culto é exclusivo para o Pai, porque se apresentar para a congregação? Muitos fazem questão de se "apresentarem" no palco ou plataforma da igreja, onde dão o nome de altar. Ironicamente fazem questão então de dançarem num lugar onde se sacrifica. Mas, a única coisa a ser sacrificada é a presença do Pai, que quase sempre fica num plano secundário, quando o objetivo principal é mostrar para a igreja um coreografica ensaiada.
Esses e muitos outros desvios vêm crescendo e não há alguém que se atente para isso.
Não estou afirmando que essas coisas são proibidas, somente desejo chamar nossa atenção para mudarmos a nossa postura e avaliarmos a intenção do nosso coração e como perdem a razão quando feitas de forma errada.
Ministros de dança, O Espírito Santo nos chama ao arrependimento nesses desvios. É tempo de mudarmos e nos alinharmos com os princípios do Reino de Deus.

Nós precisamos estimular a congregação a dançar com o Noivo e não criarmos uma barreira quanto a isso. Se fomos separados para exclusivamente adorá-Lo com a nossa dança, façamos isso de forma a extender para a congregação esse convite do Noivo de dançar com ela. Sejamos condutores nessa dança.
Sejamos prudentes na forma como nos conduzimos, estejamos atentos para a nossa carne que nos empurrará sempre para o estrelato. Analisemos sempre o nosso coração.
Dançamos diante de um trono e para um único expectador - Gisela Matos

Precisamos cuidar para que a nossa manifestação de arte não caia numa postura de vaidade disfarçada de culto a Deus. Onde o que importa é sermos reconhecidos pelos homens, suprindo nossas necessidades egoístas subjetivas, fazendo disso apenas um recurso para alimentar nosso ego inchado. - Neemias Santana

Leia Mais…

4 de novembro de 2007

SACERDÓCIO DE TODOS OS SANTOS


Estas são algumas anotações da ministração da palavra Sacerdócios de todos os santos do seminário Resgatai a Noiva...

Jesus foi buscar seus discípulos no meio de pessoas simples, rudes e algumas sem nenhuma formação acadêmica. Chamou um zelote, um pescador, um coletor de impostos... Jesus investiu sua vida neles e eles receberam o Espírito Santo e foram ministros do evangelho.

Onde estão os sacerdotes? Existe algum sacerdote ai? Seja, sincero... vc responderia: Eu, eu sou um sacerdote!?

Dentro de muitos há uma fortaleza. Nós não nos vemos como sacerdotes do Senhor. (I Pe. 2:4 e 5) A quem está direcionado esse texto? Pra quem Pedro está escrevendo isso? Para os santos, os escolhidos... Veja I Pe. 1:1.

Deus nos chama de santos, e se você é convertido, vc é um sacerdote em Cristo Jesus, pelo Espírito Santo que habita em você. O Diabo sabe disso, e quanto a essa verdade ele naão discute, mas o seu propósito é que você não exerça.

Por exemplo: imagine uma grande revolução na cidade, pessoas saqueando lojas, assaltando os bancos, depedrando casas e a polícia de longe de braços cruzados somente assistindo. Então, quando alguém se aproxima para pedir ajuda, o "policial" responde: Eu te ajudar? Mas eu não tenho nada haver com isso... Nem policial eu sou.

Assim somos nós quando não sabemos quem somos. No mundo espiritual todos sabem e nos enxergam como sacerdotes que somos, menos nós.

Mas o que faz um sacerdote? Qdo Deus ensinou o sacerdócio, Ele escolheu a Israel. E a tribo de Levi fora separada para servir ao Senhor na função de sacerdotes e levitas primeiro no tabernáculo de Moisés, depois no templo. Todos que nasciam na tribo de Levi eram sacerdotes. E assim como eram os levitas perante Israel servindo ao Senhor, assim é a igreja perante o mundo.

Não somente pastores, mestres, evangelistas, profetas, apóstolos, diáconos, líderes e etc exercem o sacerdócio, mas toda a Igreja. Todos os que nascem em Jesus, tem o destino de serem sacerdotes. Os ministros são diferentes? Não. Como nos ensina Ef. 4:11 e 12, os ministros são para a edificação da igreja para que exerça o seu sacerdócio.

TODO SACERDOTE É UM INTERCESSOR! Com o sistema de sacrifícios pelo pecado. Eles ouviam o pecado e depois intercediam para que a pessoa fosse perdoada e então matavam o animal e seguiam todo o ritual.
Interceder não é fácil, interceder é trabalho! Por que a intercessão só exite por causa do pecado. A base de toda intercessão é um pedido de perdão. Em meio àintercessão há palavras proféticas, para Deus dizer o que vai acontecer se nos arrependermos e o que vai ou não acontecer se não nos arrependermos.

TODO SACERDOTES É UM ADORADOR! Adorar para nós é uma tarefa mais fácil, uma vez que fomos criados para isso.

Há alguns anos atrás começamos a chamar os que tocam, cantam, dançam de levitas e o que fazer de ministério levítico. Isso foi proveitoso e importante por um tempo, pois ensinou que para ministrarmos ao Senhor é necessário santidade, responsabilidade e seriedade ao lidar com isso. Mas uma sutileza foi entrando nesse contexto e esse grupo se tornou uma atração dentro da igreja, dando verdadeiros shows, tocando para si e para os homens. Houve então uma separação,
e somente os levitas eram responsáveis para trazer a presença de Deus e levar o povo a adorar. Os que estavam no altar eram diferentes.
Mas isso é uma MENTIRA! E precisa ser denunciada e extinguida no nosso meio de uma vez por todas.

A reponsabilidade de quem está lá em cima não é maior do que a responsabilidade de quem está embaixo. Todos temos a responsabilidade de adorarmos ao Senhor com vida de santidade. TODOS! Ninguem tem que te levar a adorar, Jesus já nos abriu um novo e vivo caminho para chegarmos diante do trono da graça.

Não precisamos de ninguém nos levando, a única pessoa que nos leva ao Pai é Jesus.
O altar não está ali na frente, ou emcima da plataforma, ele é a nossa vida. Nossa vida precisa ser o altar, onde a cada dia morreremos para o mundo e para nós mesmos e vivamos em Cristo para o Senhor.

A bíblia nos ensina em Hebreus 7 que o sacerdócio de Jesus, segundo a ordem de Melquisedeque é superir ao sacerdócio levítico. Portanto, hoje somos sacerdotes em Jesus, segundo a ordem de Melquisedeque e não mais sacerdotes levíticos.
Nosso sacerdócio é maior, nós temos a autoridade para expulsar demônios, curar enfermos e ressucitar os mortos, já os sacerdotes levíticos não.

Assumindo nosso papel de sacerdotes santos estaremos totalmente ligados ao ministério de Jesus em seu poder, caráter e obras.

Que se levantem os sacerdotes do Senhor nessa nação!

Leia Mais…

12 de outubro de 2007

Ontem, ao desfolhar algumas revistas importantes do meio "gospel" me deparei com algo inusitado e chocante pra mim, e creio para todos aqueles que têm ouvido do Espírito Santo sobre os nossos dias. Diante disto, não posso me calar...

As matérias impressas ali eram quase na sua totalidade sobre a liderança da igreja. Títulos como: Capacitando líderes, O líder bem sucedido, O sucesso de uma liderança, enchiam as páginas. O que tornava essas revistas um manual de auto-ajuda, ou coisa do gênero. Sim, quem estiver em apuros com a sua igreja basta ler, ou melhor, consultar uma destas revistas e tudo ficará bem. Aff...

Pastores, teólogos, líderes, pscicólogos, administradores, empresários e outros "entendidos" do assunto destilavam seus conhecimentos dando todo o tipo de suporte para quem deseja ver a sua igreja crescer numericamente. Você deve estar se perguntando: empresários, administradores? Mas, não era uma matéria sobre a igreja? Como assim?


A que ponto chegamos, isso mesmo, eles davam conselhos sobre como fazer a sua igreja progredir, crescer, expandir e ter sucesso. Afinal, na nossa atualidade eclesiastica, tem sido mais fácil administrar uma empresa do que uma igreja. Porque não fazer dos membros, acionistas ou apenas empregados que irão cooperar para o bem maior que é encher o templo e lucrar?

Todo domingo tem turno de trabalho, os empregados chegam tomam seus lugares ouvem uma boa música, um sermão persuasivo e inteligente, tem um pouco de comunhão no final e voltam pras suas casas com o sentimento de dever cumprido. Bateram o cartão de ponto e estão de alguma forma de bem com Deus, com os líderes-empresários e não vão para o inferno. Os acionistas por sua vez, querem sempre algo em troca da compra das ações, entram ali e desenrolam sua lista de pedidos e começam a pleitear seus direitos. Quero ser próspero!!! Pois foi essa a promessa que tiveram ao entrar para a "igreja/empresa".

Toda semana tem as reuniões dos líderes/empresários, para resolverem sobre como alcançar metas, aumentarem a produção e obterem mais lucros(dízimos e ofertas).

Enfim, tudo vai muito bem até o verdadeiro dono da igreja, chega e bate a porta querendo entrar. Correria total... Ele chegou! Ele chegou! Alguns gritam alvoroçados... E agora? O que faremos, o que diremos a Ele? Então, do meio do frenesi, surge uma sugestão. É melhor deixá-lo lá... depois agente deixa Ele entrar, se Ele entrar agora vai estragar tudo... Tomará para si a presidência e nos expulsará dos nossos confortáveis cargos. ( Ez. 22:26)

Jesus diz: Estou aqui batendo na sua porta; se vocês ouvirem a minha voz e abrirem a porta, entrarei em sua casa e cearei com vocês, e vocês, comigo. (Ap. 3:20)Posso entrar? Anseio em estar com vocês.

O que faremos nós diante disto? Abriremos a porta ao verdadeiro Dono? Daremos o governo da amada igreja para o Espírito Santo? Ou continuaremos beneficiando a nós mesmos, fazendo do corpo de Cristo um grande negócio?

is que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras. (Ap.22:12) Te pergunto o que Jesus dará a você pelas suas obras?

Que o governo seja dado ao Espírito Santo e que a igreja seja realmente o corpo de Cristo, que é cabeça desse corpo. (Col 1:18; Ef.5:23b)

Ora vem Senhor Jesus!

Leia Mais…