
Temos o Infinito dentro de nós...
Temos a Sabedoria dentro de nós...
Temos a Arte dentro de nós...
Temos o Sagrado dentro de nós...
Já tendo tudo o que precisamos, agora criemos.
Interessante como ao examinarmos todos os recursos que temos à nossa disposição para criarmos estruturas de idéias novas, vemos que não usamos nem 1/5 de tudo que poderíamos usar.
Sinto falta da criatividade, sinto-me no meio de repetitivos movimentos, de repetitivas danças, repetitivas roupas e repetitivas tentativas de alcançarmos aquilo que está dentro de nós, de alcançarmos a Arte de Deus.
O grande artista mora dentro e se move em nós, mas O limitamos com a nossa preguiça e medo em buscarmos o novo, em ousarmos fazer, em empreendermos novas danças, novas formas de expressarmos uma idéia, novos movimentos que estejam a altura do que já é feito nos céus.
Estagnamos na mesmice do que já vimos ou ouvimos dizer. E quando alguém desponta com algo novo, rapidamente vem outros tantos copiando.
É hora do novo encher o templo, do novo encher-nos para celebrarmos com a Arte completa. Nossos cultos precisam ser melhores do que os espetáculos seculares, porque somos os possuidores a Arte em sua essência. O que vemos por ai é apenas cópia.
Tudo isso surgiu enquanto refletia sobre os espetáculos que vemos no meio secular e por que são tão fascinantes e tão cheios de beleza. Penso que à eles nunca foi imposto nenhum limite, quanto à nós são impostos limites todo o tempo. Um padrão, que não sabemos de onde surgiu, nos dita regras do que se é legal ou profano dentro da Arte. Até uns anos atrás dançar na igreja era profano, voltando um pouco mais no tempo lembramos que tocar bateria era um escândalo, pois era considerado um instrumento do diabo. Hoje já podemos discernir que tudo isso veio de tradições e religiosidade criadas pelo próprio homem e que Deus mesmo nunca havia proíbido tais coisas.
Então, quem criou esse padrão e daonde foi retirado? Porque temos tanto medo em fazer algo que nós tira no "normal"? Medo de quem? Deus? Deus é o ser cuja a critividade teve início e Nele reside toda a forma da arte, então porque ter medo de fazer para Ele algo que já existe nEle? E que com certeza Ele já deve assistir no céu. Creio que Deus-Pai fica na expectativa de ver a Arte que seus filhos farão. Deus fica na expectativa de ver algo novo que o surpreenderá, não que ainda não o tenha visto, mas será feito pelos seus filhos.
O Espírito Santo nos guiará em toda a verdade (Jo. 16:13). Essa verdade é algo absoluto, que inclui todas as coisas. É a verdade libertadora. Ou seja, o Espírito Santo nos guiará na verdadeira Arte, ou na verdade sobre a Arte. A verdade que nos libertará dos nossos medos em errar o alvo.
Então, se quisermos saber qual o padrão que deve ser, perguntemos àquele que nos guiará a toda a verdadeira Arte, ao Espírito Santo.
Se temos dúvida se o que temos em mente é de acordo com o padrão do Reino de Deus, perguntemos ao Senhor do Reino.
Peço ousadia e intrepidez para aqueles cujo o chamado envolve a prática da Arte no Reino de Deus.
Ministros da Arte no Reino de Deus.. diante disso que possamos gerar uma intercessão para que toda a religiosidade caia, que todos os limites impostos pelo medo caiam, que a verdadeira Arte alcançe o corpo de Cristo na sua totalidade, que sejamos guiados pelo Espírito Santo, que nossos irmãos que ainda tem dentro de si tabus com relação a isso sejam impactados pelo Espírito Santo e recebam essa revelação. Que haja restauração da adoração com a Arte e que seja completa.
Quanto a nós, que busquemos o novo. Chega de cópias. Chega de fazermos porque foi uma benção com o outro. Façamos algo surpreendente para o Pai.
Quando somos crianças temos uma mania em fazer bilhetinhos e desenhos para os nossos pais, e eles quando recebiam ficavam tão felizes que alguns guardam pra sempre essas "reliquias". Façamos o nosso bilhetinho, o nosso desenho pra Deus. Sem copiar o do colega ou o do irmão. Basta ser espontâneo pro Pai ficar orgulhoso.
Busquemos novas formas de expressão, novas roupas, novos movimentos, existe um universo diante de nós. Adoremos com Arte!
Na próxima postagem falaremos sobre os artefatos que podemos agregar a nossa expressão de dança.
MÃOS À OBRA, CRIEMOS!
1 de setembro de 2009
Um Reino criativo
21 de maio de 2009
Dança - Uma oferta em Movimento!!!
Uns dias antes do nosso Congresso de dança, Deus ministrou muito ao meu coração sobre essa expressão: Oferta em Movimento.
Somente depois de ler o contexto da palavra que recebi é que puder ver como é profética essa expressão.
Uma oferta gerada pelo Espírito Santo...
Nos textos de Ex. 35:5-29 e Ex 36:3, vemos toda a movimentação em Israel para a construção do tabernáculo de Moisés, cuja ordem para construí-lo veio diretamente do Senhor.
Desde o princío o plano original de Deus é ter um relacionamento íntimo com o homem era de termos uma relação paternal. Mas, isso de deteriorou com o pecado, então em Moisés Deus aponta para nós a sua eterna vontade de se reaproximar, pedindo que construíssem um lugar onde não só o povo poderia expiar seus pecados, mas um local onde mais tarde teríamos a arca da aliança, que simbolizava a presença do próprio Deus no meio do Seu povo.
Então, nesse momento, as pessoas vinham e traziam suas ofertas para a construção do templo. Interessante, por que Deus quis que fosse dessa forma. Ele simplesmente poderia entregar nas mãos de Israel um reino muito poderoso e rico, cujos despojos serviriam para construir 100 tabernáculos talvez, mas Deus preferiu contar com o povo e sua oferta. A biblia diz que as ofertas eram VOLUNTÁRIAS, movidas genuínamente pelo Espírito Santo para que fossem entregues.
Essas ofertas seriam usadas para construir um lugar para que Deus habitasse no meio de Israel. Mas tarde Deus ordena a Davi que construa novamente um tabernáculo para si, sendo que de modelo diferente, mas sempre seguindo o mesmo objetivo: HABITAR AQUI. Em Amós 9:11 há uma promessa de restauração dessa habitação.
Acho que agora a sua ficha já caiu... trazendo para um contexto profético e lendo os sinais... podemos assim dizer que a nossa oferta (nossa dança) movida e gerada pelo Espírito Santo ajuda a construir o lugar da habitação de Deus no nosso meio, restaurará esse tabernáculo. QUE MARAVILHOSO ISSO... ESSA É A NOSSA EURECA...
João 1:14 nos mostra mais uma vez que o Verbo, Jesus, veio e habitou no nosso meio, ou seja, Deus estava nos apontando novamente a restauração da Sua vontade.
Quando tomamos consciencia que a nossa oferta movimentada pelo Espírito Santo chama, atrai a presença de Deus e constroi um trono para que Deus habite no nosso meio conforme Salmos 23:11, nós trazemos dessa forma o Reino de Deus e toda a treva é dissipada, o império das trevas cede, porque só há lugar para um senhor. Que será aquele que for mais adorado.
Ihhhhhhh... é mesmo! Nessa guerra que muitos chamam de batalha espiritual, ganha quem receber mais adoração, pois a adoração é quem da legalidade para habitação. Isso é imutável, é um principio de Deus, conforme vimos em Salmos.
Deus está cansado de nos visitar, Ele quer vir habitar. Os avivamentos são provas das visitações de Deus, mas agora eu quero a Habitação, quero Deus eternamento no nosso meio, quero Seu Reinoooooooo!!!!
Como há algo profético nessa expressão. Muitas vezes ouvimos as coisas e nem sequer nos atentamos para o que significam.
Que possamos entregar a nossa oferta gerada, movida pelo Espírito Santo para que participemos da reconstrução do lugar para a habitação de Deus em nosso meio.
26 de fevereiro de 2009
Dança que traz o Reino

A dança do Reino...
Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque fazendo isto, nunca jamais tropeçareis. Porque assim [sendo firmes na vocação/chamado], nos será concedida amplamente a entrada no Reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. II Pe. 1:10
Pedro admoesta a própria igreja para que não esmoreça no seu chamado, mas que faça (exerça) cada vez mais firme a sua vocação.
Na nossa caminhada muitas vezes desanimamos pelo presente, pelas circunstâncias que abatem nossa alma e coração.
Aos nossos olhos achamos até que é tempo de parar um pouco, de "dar um tempo", contudo, o apóstolo nos revela algo que nos remete ao contrário. Se nos mantivermos firmes e cada momento exercermos firmeza em relação ao nosso chamado não tropeçaremos, mas seremos persistentes e constantes na nossa caminhada. Sem lamúrias, afinal, contribuímos para a implantação de um Reino infinito. Não há tempo para delongas, pequenos tropeços, picuinhas ou reservas.
A nossa firmeza na vocação é o passaporte para a entrada no Reino de Deus. Nesse ponto gostaria de me deter, na nossa entrada no Reino e na entrada do Reino em nós.
O desânimo, a perda de sentido do que fazemos e a perda do foco são setas sórdidas do império das trevas que tenta de todo jeito nos desviar para que não adentremos no Reino. Existe uma conexão celestial e gloriosa quando manifestamos o Reino de Deus.
Ao entrarmos em sintonia com o Reino de Deus, ou seja, quando esse Reino que está dentro de nós se manifestar em plenitude nas nossas vidas, os ministérios e dons entraram em um novo estágio, em um nível mais elevado.
Existem vários recursos de revelação e manifestação no Reino de Deus para a nossa Arte, estes recursos só são alcançados, ativados e maximizados quando o Reino de Deus se torna nossa prioridade. Quando entramos nesse Reino, temos livre acesso à esses recursos.
QUANDO A IGREJA BRASILEIRA ALCANÇAR A PLENITUDE DE REVELAÇÃO E MANIFESTAÇÃO DO REINO DE DEUS ATRAVÉS DA ARTE, O MUNDO VOLTARÁ OS SEUS OLHOS PARA AQUELES QUE TEM DENTRO DE SI A ARTE MAIS BELA E PERFEITA DO PLANETA.
Existem melodias que jamais foram tocadas, nem sequer imaginadas. Existem danças e movimentos que ainda não foram executados. Essas coisas que ainda estão em ocultas para nós ministrariam profundamente à igreja e incitaria o mundo à conversão.
Tudo o que está em oculto só será liberado quando nossa prioridade for REINO DE DEUS. Nós precisaremos querer o Reino de Deus mais do que qualquer outra coisa.
Deus não nos dará esse nível de revelação e manifestação para implantarmos nossos pequenos "reinos"e para que desviemos os nossos dons e ministérios da vontade do Senhor para a sua Igreja.
Os dons não são artifícios para a promoção dos talentos em favor próprio. O dom profético não tem como objetivo elevar a sua dança para simplesmente te satisfazer e promover.
Pense comigo, se muito do que temos visto acontecer estivesse condizente com o querer de Deus para a igreja brasileira, o Brasil já teria sido tocado por Deus e teríamos presenciado uma mudança profunda. Há mais ou menos 13 anos existe o movimento da dança sendo restaurado no Brasil. Temos assistido muitos bailarinos que sabem tocar emoções, mas não temos visto o resultado fiel quando tudo é feito para a implantação do Reino. Vidas restauradas, corações dos pais sendo convertidos ao coração dos filhos, cidades restauradas, nações assoladas sendo transformadas, vidas se rendendo ao Senhor. Sim, esse é o resultado do ministério de quem busca em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua implantação. Esses foram os resultados do ministério de Jesus.
Nossos resultados tem sido catastróficos... concursos de dança? A igreja se mobiliza para competir entre si? Amosta de danças? Mostrar o que, e para quem? O que isso infererirá na nossa nação, de que forma isso tocará os ares e trará o Reino de Deus? Nossos ministérios, nossa dança, precisam refletir o Reino de Deus e o Seu Cristo. Se lembra do que Jesus falou sobre como reconhecer uma árvore? Pelos seus frutos.
Quando nosso objetivo é o Reino de Deus, vidas são curadas, libertas, relacionamentos restaurados, famílias restruturadas e o perdão é liberado.
Relembre tudo o que você já viveu em Deus, isso não é nada comparado ao que Deus tem para liberar para a Igreja Brasileira.
Existe uma chave que já foi dada à igreja (Mt.16:19) e só será girada quando nos posturarmos como sacerdotes na nação (I Pe. 2:9), adorando e intercedendo intensamente para que o trono de Deus seja estabelecido, que e o Reino de Deus venha. Deus tinha prazer na adoração do tabernáculo, por isso Ele habitava em meio aos louvores do Seu povo.
Eu não quero Avivamento, quero Habitação. Avivamentos foram pequenas visitações, "amostras grátis" de Deus. Eu desejo a habitação, a morada eterna do Rei e o Seu Reino no Brasil.
Vimos como tanta coisa importante estará em jogo, se desanimarmos e simplesmente não formos firmes no chamado.
O Reino de Deus é chegado!
Adoremos, profetizemos até que o Reino Venha!
17 de dezembro de 2008
O Corpo é a memória da dança - Parte II
Soletrando com corpo: A arte expressiva dos sentimentos e movimentos.
Tenho recebido inúmeros e-mails com dúvidas frequêntes sobre como montar uma coreografia, o que é necessário para que se monte uma sequência coreográfica expressiva e que passe exatamente a mensagem escolhida.
Pois bem, após dias de pesquisa sobre o assunto, e de anos praticando a dança na igreja, creio que cheguei a um denominador comum no assunto.
Quando surge a necessidade de se expressar uma idéia, sentimento ou mensagem através da dança precisamos traduzir tudo isso em movimentos que consigam expressar fielmente o que desejamos passar para as pessoas e para Deus. Quando pensamos em coreografia, quase sempre temos a idéia de uma sequência de passos feitos por um grupo de pessoas. Isso está correto, mas a idéia coreográfica vai além, sendo processada até mesmo quando temos uma pessoa só dançando, ela inclui vários elementos.Ou seja, todo o tempo precisamos cadenciar movimentos para contar uma história. A coreografia é a arte da composição estética dos movimentos corporais expressivos, apresentando uma idéia, sentimento ou mensagem às pessoas, podendo ser cênicos ou espetaculares. A arte de coreografar se desenvolveu, paralelamente com a arte teatral.
Os étimos gregos khorus (círculo) e graphe (escrita, representação), fundamentam a palavra coreografia. O elemento círculo é uma referência as danças circulares e a orquestra, local onde o coro teatral grego dançava. Coreografar é desenhar/gravar o espaço com o movimento corporal.
Toda linguagem artística possui elementos estéticos específicos, assim como nas linguagens das Artes Visuais, do Teatro e da Música, a linguagem da Dança também possui seus códigos fundamentais.
A montagem em si de uma coreografia exige domínio dos elementos estéticos já codificados, como o espaço, o tempo, o peso e a fluência, em relação ao corpo em movimento. Numa coreografia esses elementos básicos dialogam entre si. Citaremos alguns.
O uso do espaço é extremamente importante e quase esquecido nas igrejas. Antes de qualquer coisa, precisamos saber qual o espaço iremos dispor, afim de que, montemos uma coreografia que use esse espaço e que faça desenhos e fotografias que ajudarão no desenvolver da idéia. Por exemplo, podemos criar uma sequência de movimentos e esses serem usados de várias posições e formas no espaço disponível, que pode ser uma plataforma, a frente da igreja, etc. Podemos usar uma sequência onde todos estão alinhados de frente para as pessoas, a mesma sequência em diagonal, ou ainda divimos as pessoas em dois pequenos grupos e estes se posicionam em círculo e executam a sequência ao mesmo tempo. Isso trás dinâmica para a dança e expande a idéia explorando o espaço disponível. Isso também ajuda a termos a atenção de quem está olhando e impede a monotomia.
O tempo precisa ser avaliado com muito cuidado, tenho observado que muitos grupos tem feito coreografias onde existe um espaço de tempo entre um passo e outro. Isso não pode acontecer, a não ser que seja um movimento sequencial ou, enquanto uma pessoa pára tenhamos outra que entra nesse tempo executando outro movimento.
Os movimentos precisam respeitar o tempo da música usada. Não podem haver lacunas. Explicando... não podemos fazer um movimento parar e esperar um tempinho para fazermos um outro. Isso acontece, porque muitos montam a coreofrafia emcima somente do que está sendo falado, e não respeitam o rítmo da melodia da música. Então, ao esperar uma palavra, há uma quebra na sequência havendo uma parada que deixa toda a coreografica muito estática e sem dinamismo.
SEMPRE DEVEMOS RESPEITAR O RÍTMO DA MÚSICA ESCOLHIDA.
Não podem haver lacunas. Por isso, devemos saber usar o espaço disponível com inteligência, afim de que não haja essas lacunas.
Outro fator importante é o tempo total da música que foi escolhida. Ao parar para montar uma coreografia, eu gosto de ouvir a música várias e várias vezes, contando quantas vezes o refrão é cantado, quantas vezes ela volta pro início, se há uma parte só com os instrumentos e quanto tempo dura, gosto de entender a música ouvindo vez por vez observando em cada uma das vezes coisas diferentes. Batidas e marcações da bateria que podem ser usadas para um determinado movimento, oscilação de rítmo e até como ela termina. Tudo isso nos ajudará para uma boa execução da nossa idéia coreográfica.
Podemos ainda contar com os recursos específicos das outras linguagens artísticas, adicionando maior dramaticidade, alegria, surpresa, espanto, enfim, diferentes emoções quando utilizando adequadamente os elementos da música, das artes visuais, que muito tem contribuído para os cenários, figurinos e adereços, e ainda, elementos do teatro que vem cada vez mais enriquecendo a dança com as suas performances.
Entre esses recursos, podemos apontar elementos que vem se destacando no cenário da dança na igreja. Véus, bandeiras, estandartes, fitas, pandeiros, bola, círculo (bambolê), e outros. Todos esses elementos podem nos ajudar a compor uma coreografia. Mas devemos tomar cuidado com exageros. Muitos elementos juntos produzem uma poluição visual e podemos perder o foco da idéia sugerida.
A mistura do teatro com a dança tem dado certo e revelado uma nova faceta da montagem coreogrática, nos deixando bastante à vontade para criarmos. A expressão facial é essencial para expressarmos os sentimentos. Não apenas cantar a música, mas deixar que o nosso rosto e corpo falem sem palavras o que sentimos.
É necessário e muito proveitoso que todos juntos participem desse processo. Em anos de dança, percebemos no nosso ministério que as coisas fluiam melhor quando todos participavam e aconteciam várias coisas maravilhosas que não acreditávamos que tinhamos sido nós que montamos.
Tirávamos um tempo onde todos davam suas opiniões e idéias sobre a música em questão, um Brainstorming (tempestade de idéias).
A seguir tentei colocar em tópicos orientação básicas para montagem coreogrática.
I - Defina qual música você vai coreografar - a escolha da música é tão importante quanto os movimentos que serão usados. Tire um tempo com o ministério, ouça várias músicas, orem e peçam que o Pai aponte qual delas ele quer ver e peça para que Ele dê os movimentos que Ele quer ver.
1. Se você não tem muita experiência em coreografia, opte por músicas simples. Deixe as mais elaboradas para um segundo momento. É sempre mais interessante começar pelo mais fácil, para evitar frustrações. Defino como simples as músicas com o padrão: estrofe 1, refrão, estrofe 2, refrão, estrofe 3, refrão. A maioria costuma ser assim.
2. Do mesmo modo, escolha uma música curta. As muito longas dão mais trabalho, exigem mais imaginação para evitar repetições. Chamo de curta a música com duração inferior a seis minutos.
3. Coreografe uma música de que você goste muito. A vontade de dançar ajuda bastante no trabalho criativo.
4. Ouça muitas vezes a música. Procure ouvir com fone de ouvido, para captar sutilezas. Ouça concentrado, prestando atenção. É muito diferente de quando ouvimos uma música enquanto dirigimos, por exemplo. Reúnam-se para ouvirem juntos, é muito bom tirar um tempo onde cada um irá captar algo diferente da música.
II - Comece a definir a coreografia
5. Procure ouvir a música novamente, imaginando pessoas dançando. Acho interessante visualizarmos a idéia. Deixe-se imaginar algo realmente maravilhoso, ainda que você duvide que consiga executar os movimentos. Se fizer bastante esse exercício verá que a prática melhora bastante. Para mim, pelo menos, funciona.
6. Dê uma dançadinha, cheque se o imaginado se adapta de fato à música, ou seja, se é viável fazer o que se imaginou. Provavelmente vai precisar fazer alguns acertos pequenos, principalmente no tocante à finalização e emenda dos passos. Se você quer muito, muito, muito colocar um passinho que ainda não está saindo legal, aproveite para estudá-lo. Se ele está bem guardado na memória, certamente não custará a passar para o corpo.
7. Dançem juntos a mesma música, cada um por si como se fosse um espontâeno, deixem um ou dois olhando e depois se juntem para ver o que dá para ser utilizado, e os que olhavam indiquem os movimentos mais condizentes com a música.
III - Defina os movimentos a serem utilizados
8. Observe os pontos altos, explosões e momentos menos excitantes da música. Toda música tem as partes bem marcadas, fáceis, e uma parte que convida à "embromation". Fique tranqüila e identifique os momentos fáceis e os momentos que vão exigir mais de você. Lembre-se: a coreografica também precisa ter início, meio e fim como numa redação.
9. Identifique os momentos da música. Na música moderna, é tudo mais simples: entrada, primeira estrofe, segunda estrofe, refrão, segunda estrofe, variação simples da primeira, refrão, fim. Movimentos frios e de baixo impacto para momentos mais calmos da música e movimentos quentes e fortes para os momentos mais vibrantes.
10. Lembre-se que as entradas e as saídas são muito importantes. São a primeira e a última impressão de sua dança. Você pode optar por já estar no local quando a música iniciar, ( particularmente não gosto muito) ou entrar com passos de ligação indo para tomarem lugar no primeiro desenho. Para a saída, também pode acontecer de sair e deixar o local vazio, ou terminar com uma pose, que na dança chamamos de fotografia final.
11. Evite repetições em um mesmo trecho da música. Dezesseis vezes rodar e levantar a mão direita fica entediante. Lembre das variações sobre o mesmo passo, use o espaço disponivel. Não há problema algum, no entanto, em repetir passos dentro da coreografia. Devem, no entanto, ter ênfases diferentes, porque a música está variando o tempo todo, pedindo para que você dê ao movimento a energia dada às frases musicais.
12. Enriqueça a coreografia explorando bem o espaço. Pontue frente, fundo, direita, esquerda, diagonais. Alternar movimentos altos e baixos também é importante para quebrar a monotonia. Se você já esteve há um tempo "no alto", opte por fechar com um movimento "baixo".
13. Alterne seqüências calmas com seqüências dinâmicas. Ou seja, não fique apenas parada, nem só deslocando. É também importante discernir os momentos em que é melhor ficar parada e os momentos em que a música pede um deslocamento.
14. Defina se usarão algum elemento, fita, véus... os movimentos precisarão incluir os elementos sem prejudicar o grupo no espaço usado. Se houverem 10 pessoas dançando, e o espaço for pequeno, esqueça.
IV - Anote a coreografia
15. Crie um código para os movimentos usados na dança. Isso vai ajudar na anotação da coreografia. Mesmo que saibam os nomes de todos os passos do ballé, isso ajudará ao grupo a guardar a sequência. O resultado disso é que muita gente dá nomes aleatórios para os passos. Exemplo: o "pisa e joga a saia", o "soca e gira", o "contra tempo voltando", ... Ou seja, não se preocupe com nomes. Se preferir, reúnan-se e procurem combinar um padrão entre vocês. Deixe a imaginação fluir.
16. Experimente dançar com a folha impressa em mãos, anotando possíveis ajustes.
Prontinho! À medida que for pegando prática, vai sentir que é fácil criar coreografia. É gostoso ir ouvindo a música e imaginando que movimento você colocaria aqui e ali. Sem falar que ao dançar uma coreografia própria é bem mais fácil colocar a expressão apropriada e que você pode executar sem limitações.
Ufa... sei que são muitas informações, mas espero ter ajudado um pouco.
Dançemos e profetizemos até que o Reino venha!
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7 de dezembro de 2008
O Sobrenatural e a dança...
O Arrependimento e confissão de pecados nos prepara para culturarmos ao Senhor sem restrições e sem separação do nosso Pai, uma vez que, o que nos separava, o pecado, foi confessado havendo arrependimento. Esse tempo que precisamos ter antes de adorá-lo é muito importante e imprescindível para que estejamos totalmente livres à participarmos do encontro que Ele preparou para nós.
Em Salmos a bíblia diz que Deus habita em meio aos louvores do seu povo, portanto o ambiente onde há adoração é totalmente propício a manifestação sobrenatural de Deus, pois Ele está ali. Interessante abordarmos esse assunto para que entendamos como o profético acontece em meio ao momento de adoração e como a dança está inserida nesse contexto.
Na junção da adoração do Céu com a da Terra, há uma unidade completa, tanto da trindade que vem receber a adoração, quanto dos anjos que vêm para adorar conosco. Nesse momento existe a dança de dois exércitos, dos anjos e dos filhos de Deus. Após prepararmos esse ambiente com arrependimento e confissão, o nosso cheiro se torna tão agradável que atrai a presença do Pai e com ela vêm toda a sorte de manifestações divinas, como cura, libertação, restauração. Os dons do Espírito se aguçam para captarmos esse momento sem que percamos nenhuma revelação que o Pai deseja nos dar. Dons de línguas e interpretação, de discernimento, de palavras de sabedoria e de conhecimento; para entendermos e interargirmos com Pai sendo participantes do que Deus deseja fazer na sua Igreja naquela hora; dom profético para falarmos e expressarmos o que o Pai nos ordenar. Enfim, há toda uma mobilização em torno desse momento, porque Deus sempre está desejoso em fazer algo pelos seus filhos, Ele sempre quer nos curar, nos tocar, nos abraçar, nos libertar, Se revelar a nós, revelar Seu caráter e a Sua vontade para cada um. O momento do culto ao Senhor, é um encontro singular onde o Pai vem encontrar seus filhos, onde o Noivo sai da sua recâmara para encontrar-se com a sua amada noiva. É muito especial. Esse momento acontecia todos os dias na viração do dia, onde Deus vinha se encontrar com Adão, e a bíblia diz em Gn 3:8, que Adão ouvia quando Deus entrava no jardim. Devia ser magnífico poder sentar-se ao lado do Pai e observar o pôr do sol e ter comunhão com Ele. Assim também são os nossos cultos, momentos de intimidade e revelação.
A primeira vez que eu vi abertamente o sobrenatural de Deus acontecendo em meio a adoração foi há 4 anos, quando estávamos adorando ao Senhor com um música do Cirilo que dizia: "... Eu chamo os anjos, eu chamos os arcanjos, eu chamo os querubins, eu chamo os serafins...", num determinado momento eu olhei para as pessoas e podia ver nitidamente os anjos, era tão nítido quanto as pessoas que estavam lá. Eles estavam dançando e adorando a Jesus, o Senhor, como dizia a música. Podia ver seus movimentos e como dançavam. Senti a santidade de Deus tão forte que quase fui arremessada na parede. Entrei num pranto e não podia controlar minha carne que tremia sem parar. Eu não sabia o que fazer, achei que ia morrer naquela hora. Senti muito temor de Deus. Mas, num ato de coragem eu comecei a fazer as mesmas coisas que eles, e as meninas que estavam dançando também, naquele dia houve um grande mover de Deus, pessoas foram curadas e libertas. Eu nunca me esquecerei daquela cena. Desde então, eu comecei a ver o sobrenatural de Deus e comecei a ter experiências de visão aberta.
Amados, a nossa dança misturada com arrependimento tem cheiro agradável ao Senhor e atrai a presença manifesta do Pai. Enquanto dançamos entregamos algo ao Senhor e nessa entrega pode haver uma reciprocidade, e recebamos algo também. Mas, o nosso intento precisa ser sempre em dar, nunca em receber. Ouço pessoas falando que estão indo cultuar para receberem mais de Deus. Isso vai acontecer, mas a nossa motivação não deve ser essa. Deus nos dará a justa medida do nosso arrependimento e do nosso comprometimento com a sua Santidade. Conforme correspondermos em arrependimento e santidade, Ele liberará a sua cura, libertação e suas bençãos, porque parebe bem aos olhos do Pai abençoar Seus filhos. Deus zela pelos Seus princípios.
Essa é a famosa e tão falada Dança do céu... a dança que trás Reino de Deus. Por isso, ela liberta, cura... porque atrai a presença manifesta de Deus e o Seu Reino se estabelece aqui na Terra.
Experimente...
Dancemos, adoremos e profetizemos até que o Reino venha!
19 de novembro de 2008
O corpo é a memória da dança - Parte I

Não podemos nos esquecer que o corpo, como um sistema vivo merece atenção e certos tipos de cuidados para que não seja danificado. Ele como canal para a dança que desejamos realizar precisa estar em forma, flexível e totalmente alongado para a realização de todos os movimentos sequenciais que o Espírito Santo quiser gerar em nós.
Eu pertenço ao grupo que acredita que a técnica e a unção podem e devem caminhar juntas no tocante à dança no Reino. A técnica dará ao nosso corpo capacidade de exercer o que a unção exigirá de nós. Imagine o que um corpo bem trabalhado com flexibilidade e alongamentos não fará imergido em unção (capacidade sobrenatural para exercer a vontade de Deus)?
Dentro desse aspecto preciso compartilhar mais uma das minhas experiências... Em um momento bem intenso de adoração com danças, eu orei pedindo que o Senhor me levasse além, e falava que eu queria mais de Deus com relação à dança, queria realmente novas experiências... naquele instante houve um silêncio profundo, toda a música que estava ao meu redor sumiu, dai na hora pensei, Deus vai falar comigo... então, ouvi Sua voz suave dizendo: Você quer ir além? Então, preciso que você trabalhe seu físico para que Eu te leve onde eu quero, para o além... hoje você não suportará ir, mas se apresse em prepará-lo, porque você irá...
Eu fiquei totalmente estarecida com isso que ouvi, mas precisei tomar uma posição e investir tempo para "ir além...".
Para que alcancemos um bom desenvolvimento corporal e uma boa constituição de um movimento expressivo precisamos ter uma rotina de exercícios que ampliem a FLEXIBILIDADE e o ALONGAMENTO, indispensáveis ao indivíduo que tem a dança como arte de adoração e profética. É necessário investimento em tempo com exercícios que nos trarão maior mobilidade articular, por envolverem o movimento sobre articulações de forma ampla em todas as direções. E assim, termos uma capacidade maior de dinamismo e expandirmos mais o nosso vocabulário de execução. Para os que gostam e optaram por dançar espontâneo, tenho uma notícia: você precisa se empenhar mais para que seu individual tenha cheiro de excelência para Deus e para que você não tenha limites na execução de uma mensagem. Sem falar que em muitos casos ministramos com danças às vezes uma à duas horas sem interrupções. Nossos músculos e articulações precisam estar bem condicionados para aguentarem esse "tranco".
Flexibilidade: Qualidade que permite que os movimentos sejam realizados em amplitude máxima, sem que com isso haja lesões ou dor e que depende da elasticidade dos músculos e da mobilidade articular.

Alongamento: forma de trabalho que tem por objetivo a manutenção dos níveis de flexibilidade do indíviduo.
Exercícios de alongamento muscular têm por objetivo aumentar a flexibilidade, mas assim como qualquer tipo de atividade física, ao treinar a flexibilidade o executante deve atentar para algumas regras, assegurando assim uma maior eficiência do treinamento e uma maior segurança na execução dos exercícios.
Os exercícios de alongamento devem ser executados antes como aquecimento com a função de preparar o corpo para os exercícios e ou movimentos que seguirão e após as sessões de treinamento aeróbio (ensaios), e ministraçãoes e apresentações para resultarem em ganhos na flexibilidade e evitarem tensões, estiramentos, e dores posteriores. Como a prática da dança exige a utilização completa dos arcos articulares especificadamente envolvidos em seus gestos, fica muito difícil, se não impossível, a performance de alto rendimento sem se usar de um bom nível de flexibilidade nos segmentos musculares empenhados. O treinamento de flexibilidade deve ser executado pelo menos duas vezes por semana, podendo chegar a até sete vezes por semana, e as sessões devem durar ao menos 20 min. cada. Para um iniciante é interessante treinar poucas vezes por semana para ganhar alguma intimidade com os exercícios e para perceber seus limites. É importante ressaltar que esses exercícios não servem para implementar a força ou a resistência aeróbia.
O executante deve chegar à posição desejada lentamente, alcançando a maior amplitude possível sem que haja dor. A posição deve então ser mantida de 10 a 30 segundos, e então o executante deve relaxar e voltar lentamente para uma posição mais confortável (posição inicial), terminando assim uma repetição.
O ideal é que ao iniciarmos o período de ensaio ou ministração reservemos uns 20 minutos antes e depois para os exercícios de flexibilidade.
Certo
* Respirar suavemente;
* Alongar os músculos de forma lenta e calma;
* Procurar manter uma boa postura;
* Manter cada alongamento por 10 a 15 segundos.
Errado
* Fazer os exercícios apressadamente;
* Alongar os músculos de forma abrupta ou dando solavancos;
* Alongar até sentir dor;
* Prender a respiração enquanto alonga.
Vejamos a seguir exemplos de alguns exercícios de alongamento.

3 de novembro de 2008
Já sei o que Deus quer, e agora?

O mais importante passo já foi tomado, que é saber a vontade do Pai para nós. Agora é necessário entendermos em que tempo isso se cumprirá. Nas vidas dos homens e mulheres que Deus usou houve sempre um tempo que antecedia ao cumprimento do propósito.
Noé demorou cerca de 50 a 60 anos entre o mandamento para construir a arca e o dilúvio (tempo aproximado). Moisés passou parte da sua vida no Egito, para depois então descobrir seu propósito, mesmo assim ainda passou um bom tempo no deserto para só depois ir até Faraó interceder pelo povo. Paulo depois da sua pregação em Damasco e em Jerusalém, ele ficou "sumido" uns anos, tempo valioso para receber convicções amadurecidas e estatura espiritual de que ele necessitaria em seu ministério. Os profetas: Elias, Eliseu, Jeremias... todos tiveram um tempo em que foram "gerados".
Esse time é muito importante e não deve ser ignorado de forma alguma. De uma forma muito especial o Espírito Santo vêm sobrenós e gera em nós o caráter, a convicção, o amor e o prazer necessário para que desenvolvamos bem o que nos foi proposto.
Enfim, Deus nos revela Sua vontade e Ele mesmo nos prepara para ela. Perceba que não há um tempo estipulado para que isso aconteça, havendo uma variação de pessoa para pessoa. Sendo aprovado numa etapa, rapidamente você já passa para a seguinte,e essa aprovação numa determinada atitude, pensamento, sentimento pode levar algum tempo, ou ser imediata, sempre variando de acordo como estivermos dispostos à correspondermos com o Espírito Santo e com o que nos é proposto.
Eu creio que existam três etapas para que cheguemos ao ponto de exercermos à todo o vapor um ministério.
1ª etapa - Sabermos qual é o nosso lugar no corpo de Cristo, para quê em específico Deus me chamou.
Existe um chamado em comum à todos os filhos de Deus, que é adorá-lo e levar o evangelho do Reino à todos - IDE! Mas há algo específico para cada um. Cabe a nós buscarmos do Pai o que é. Ouvir o Espírito Santo. Isso pode levar um longo tempo, ou
dependendo da nossa intimidade com a Voz de Deus, pode ser rápido.
Daí vem a questão de aceitarmos o que DEUS quer de nós e nos oferecermos para cumprir. Romanos 12:1 nos revela que é necessário nos apresentarmos como sacrifício, ou seja, morrendo para a carne. Nesse ponto muitos caem, por que querem fazer o que acham certo e não o que Deus quer que façam. Bem, isso já vimos em estudos anteriores. Nessa etapa é muito importante observarmos nossos talentos e dons, eles quase sempre apontam o que Deus quer do nosso ministério. Na verdade costumo dizer que eles são a dica de Deus para decifrarmos a charada, dons e talentos indicam o designo de Deus. Outra dica, é nos identificarmos com personagens bíblicos e seus ministérios, isso revelará por qual causa nosso coração queima.
2ª etapa - Sabedores de qual é o nosso chamado específico, partiremos para a segunda etapa. O tempo de gestação desse chamado. Afobação e a queima dessa etapa nos leva a desorientação, frustação e exaustão espiritual. Sem falar que exerceremos algo para o qual ainda não recebemos treinamento necessário.
Um soldado precisa ser treinado física e mentalmente para aguentar as agruras da guerra. Um médico precisa estudar 6 anos e ainda fazer mais 2 de especialização para então exercer a medicina sem ter o perigo de sacrificar nenhuma vida. Nosso preparo é exatamente assim... precisamos ter um treinamento para sermos firmes no que vamos fazer, sermos sábios, cautelosos, e não sacrificarmos ninguém com a nossa imaturidade e despreparo.
Nesse tempo vem as experiências que nos fortaleceram e nos darão uma bagagem para toda uma vida. Adquirimos uma solidez e aprendemos a sermos constantes e o nosso coração é apurado, ficando somente o que é inabalável e necessário para a caminhada.
3ª etapa - Comissionamento.Finalmente a última parte, quando somos comissionados, ou seja, recebemos o encargo, imcubência de fazermos o que nos foi proposto e que fomos treinados a fazer. Em direito essa palavra tem um significado muito especial que se encaixa perfeitamente. "mandato ou jurisdição delegada por um magistrado(Deus) noutro (nós) para o desempenho de funções determinadas." Yes, obreiros aprovados, agora mãos à obra. Há uma grande diferença entre chamado de Deus para algo e o comissionamento para aquele propósito.
Muitas vezes por sermos cheios de conhecimento sobre o assunto para o qual fomos designados nos sentimos na posição de imediatamente exercermos o nosso chamado, mas no Reino de Deus não é necessário apenas saber é preciso viver e ser.
Em tudo devemos sempre nos lembrar que: "Nós não somos chamados tanto a fazer alguma coisa, quanto o somos à SER - sermos conforme JESUS!" - Tomy Tenney
Em nossa vida não podemos cair no erro de priorizarmos o que temos que fazer sobre o que temos que ser. Ser como Jesus para então praticarmos suas obras. "Ser como Jesus no caráter e como Cristo nas nossas obras."
Que passemos pelas etapas e sejamos aprovados para tão grande obra que há. A seara é grande... mãos à obra!
19 de outubro de 2008
Dança - exibição ou adoração?
Ao ler um artigo num blog - gostaria até de indicar aqui, muito bom o seu conteúdo. Deus falou muito comigo e me trouxe uma palavra muito dura com relação principalmente aos que dançam.Fomos impelidos à mudanças rápidas, surgindo então um novo e emergente grupo de "ministros de dança", que se denominam por várias expressões. Não creio que só a mudança da terminologia basta, é necessário que se dê frutos e que os frutos permaneçam.
Nossos ajuntamentos [cultos] mudaram, mas será que acertamos o alvo proposto? Será que atendemos ao que o Pai nos ensina sobre culto?
Em outro estudo aqui citei uma leitura rápida de como a dança vem sendo introduzida na igreja pelo próprio Espírito Santo, desde a última década até os nossos dias.
Mesmo diante de tantas mudanças, não sinto que obtivemos êxito em colocarmos Jesus como o centro do nosso culto, muito menos como o único expectador da nossa dança. É lamentável que a forma como a dança tomou e a sua execução nos cultos, muitas vezes nos distancia da proposta original de culto que o Pai nos propôs. E na maioria das vezes vem acompanhada com a velha desculpa que é para o Senhor, mas Ele mesmo não tem recebido.
O culto ou forma de cultuar incialmente nos foi ensinado no Éden, quando Deus vinha na viração do dia se encontrar com Adão. Deus restabelece essa proposta em Jesus, uma prosposta de uma aliança de adoração. Deus novamente em Jesus vem se encontrar com o homem e criar com ele uma aliança eterna.
Nossos cultos devem ser de exclusividade ao Senhor, eles são um encontro marcado do Pai conosco. São um encontro do Noivo com a sua amada Noiva - a igreja. Mas, infelizmente eles são totamente programados para o homem. Cânticos, avisos, uma boa e eloqüente palavra, um apelo e a benção apostólica, não acontecendo necessáriamente nessa ordem. Vai me dizer que não é assim?
Tive uma experiência muito marcante com isso. Sempre que eu ia adorar a Jesus no CBA eu ia com a expectativa de encontrá-lo. Um dia estava muito cansada e quase não fui. Ao chegar logo comecei a adorá-lo com a minha dança, a chamá-lo para vir ali, mesmo estando muito cansada. Então fui surpreendida... Tive uma visão: vi um homem muito bonito com um buquê de flores na mão, não conseguia ver o seu rosto... então olhei para o chão perto dele haviam muitos outros buquês. Eu perguntei pra quem eram. Ele me disse são todos seus, cada um deles se refere à um culto que você não veio. Toma esse é o seu buquê de hoje. Que bom que você veio... eu não falto a esse encontro nunca.
Essa experiência única trouxe-me uma revelação sobre como cultuar ao Pai com a minha dança.
Em alguns lugares temos uma falsa impressão que tudo vai bem, mas na verdade os "ministros de dança" só encontraram uma nova forma ou formúla de apresentarem seus talentos sem que os demais achem o culto muito enfadonho. Danças, roupas, acessórios e até emoção são os ingredientes de um culto que agora aparentemente não segue mais uma forma religiosa, a final ele tem danças.
A dança surge como uma nova forma de louvor, muitos logo se habilitam a dançarem diante da congregação. Roupas coloridas, atraentes ao olhar do "público", uma falsa impressão de que estamos conseguindo agradar ao Pai e cultuá-lo, mas na verdade estamos apenas adequando o culto para que todos possamos exercer alguma função e exibirmos nossos talentos na vitrine de domingo à noite. Não quero generalizar, mas falo ao um grupo que tem de destacado como maioria na igreja Brasileira.
Reflita... Pode haver culto quando quem está sendo adorado não comparece? Não...
A dança se popularizou, ganhou espaço nos cultos. Houve uma explosão de grupos de coreografia, ministérios de dança... Infelizmente esse crescimento desenfreado dirvirtuou muitas coisas, dentre elas: a dança como expressão de adoração virou um escape para muitos que não tinham nenhuma "função" definida nas suas congregações. Agregou muitos que agora se auto-denominam "profetas", mas que nem sabem o que isso significa. Trouxe uma certa separação; agora os que se vestem com roupas especiais podem dançar, e a congregação assiste passivamente a apresentação. Opa, peraí! Apresentação? Notou algo errado? Se o culto é exclusivo para o Pai, porque se apresentar para a congregação? Muitos fazem questão de se "apresentarem" no palco ou plataforma da igreja, onde dão o nome de altar. Ironicamente fazem questão então de dançarem num lugar onde se sacrifica. Mas, a única coisa a ser sacrificada é a presença do Pai, que quase sempre fica num plano secundário, quando o objetivo principal é mostrar para a igreja um coreografica ensaiada.
Esses e muitos outros desvios vêm crescendo e não há alguém que se atente para isso.
Não estou afirmando que essas coisas são proibidas, somente desejo chamar nossa atenção para mudarmos a nossa postura e avaliarmos a intenção do nosso coração e como perdem a razão quando feitas de forma errada.
Nós precisamos estimular a congregação a dançar com o Noivo e não criarmos uma barreira quanto a isso. Se fomos separados para exclusivamente adorá-Lo com a nossa dança, façamos isso de forma a extender para a congregação esse convite do Noivo de dançar com ela. Sejamos condutores nessa dança.
Sejamos prudentes na forma como nos conduzimos, estejamos atentos para a nossa carne que nos empurrará sempre para o estrelato. Analisemos sempre o nosso coração.
7 de outubro de 2008
Papel profético da dança no Reino
"Para que a dança profetize, aquele que a pratica precisa profetizar."
Veja bem... não precisa ser profeta de ofício ou ter um ministério profético propriamente dito, mas precisa profetizar, precisa falar em nome do Senhor o que o Senhor quer falar, transmitindo uma mensagem de alinhamento com o Ele mesmo, como o Seu propósito e com a Sua palavra.
"NEM TODA DANÇA PROFETIZA, NÃO SÃO TODOS OS MOMENTOS QUE DANÇAMOS PROFETICAMENTE.
A DANÇA NÃO POSSUI UM OFÍCIO PROFÉTICO"
"Para implantarmos o Reino de Deus é necessário que haja adoração ao Senhor."
"A adoração era tema principal dos profetas."
Isaias 1 descreve a situação de Israel, que se encontrava tal qual estamos hoje. Dentro desse contexto é inevitável olharmos para o Brasil e fazermos uma leitura. Brasil está exatamente como Israel: Idólatra, Prostituindo-se com outros deuses, Adúltero, Feiticeiro... Os pecados do Brasil revelam o caráter dos deuses que ele tem adorado e entronizado como nação. Sl. 115:4 ao 8.
"DANÇA DE ADORAÇÃO = TRAZ REINO DE DEUS E GOVERNO DO ESPÍRITO SANTO.DANÇA DESVIADA = TRAZ O IMPÉRIO DAS TREVAS E O GOVERNO DE SATANÁS E POR CONSEQUENCIA CASTIGO DE DEUS"
Desde 1995 temos visto Deus restaurando a adoração e por consequencia a dança e nesse mesmo período o ministério profético. Isso culminou num confronto do Brasil com seu pecado, da Noiva com o seu pecado.O Espírito de graça e sulplicas de Zc.12:10 está sendo derramado para haver uma restauração e uma limpeza total do corpo de Cristo e da nação brasileira.Ao profetizarmos com danças o arrependimento para o Brasil e para a igreja brasileira, somos ungidos com esse Espírito para gerarmos tristeza segundo Deus, produzindo uma onda que invadirá a nossa Nação, a grande onda do Rio do Leão.
4 de setembro de 2008
De corpo e Alma - Matéria da Revista Enfoque Gospel
Quem nunca se emocionou ao ver uma pessoa dançando para Deus enquanto louvores eram cantados dentro da igreja? A expressão da adoração através da dança tem se expandido e se tornado um ministério forte no meio evangélico. Antes renegado e considerado “mundano” por denominações mais tradicionais, o louvor através de danças cresce, quebrando barreiras e conquistando adeptos de todas as idades.
Uma das pioneiras do ministério de dança no Brasil é Isabel Coimbra, líder do grupo Mudança, que faz parte do Diante do Trono, ministério de louvor da Igreja Batista da Lagoinha, em Minas Gerais. As ministrações do grupo durante apresentações do DT foram o motivo pelo qual a maioria das igrejas se sentiu despertada a desenvolver um trabalho semelhante. Isabel tem muito a ensinar aos ministérios que estão começando. Ela é mestre em Educação Física pela UFMG, professora de dança, de Educação Física e Artes Cênicas e coordenadora do Programa de Dança Experimental no Centro de Extensão Universitária da mesma universidade. Recentemente, lançou os livros Louvai a Deus com Danças e Dança: Movimento em Adoração. Infelizmente, por estar em uma viagem ao exterior, Isabel Coimbra não respondeu à reportagem de Enfoque, segundo sua assessoria informou.
Com a dança, Elenice da Silva experimentou a cura de uma hérnia de disco, venceu o preconceito em relação à própria idade e diz que a dança é um instrumento de cura interior e comunhão
COM EXCELÊNCIA
Quando tinha 22 anos, a líder do ministério Dança Pelas Nações, Gisela Matos, começou a estudar ballet. O objetivo era atender ao chamado de Deus em sua vida. “A dança começou de repente. Uma coreografia que fiz em um retiro para os adolescentes deu início a todo o processo. Deu muita polêmica! Naquela época, em 1996, o povo só dançava com as mãos”, conta Gisela, que, junto com seu esposo, Osiel Mattos, pastoreia a Comunidade Cristã Buritis, em Belo Horizonte (MG).
“Apesar de ainda me deparar com preconceitos dentro da igreja, creio que a dança é uma forma de linguagem que transmite a mensagem do Evangelho. A linguagem do corpo é uma das mais poderosas armas de comunicação”, explica a ministra. Hoje, o Dança Pelas Nações é um ministério missionário, viaja por todo o mundo com palestras, oficinas de dança e evangelismo.
PANDEIROS BATISTAS
SINAIS QUE TESTIFICAM
A melhor forma de testificar o que é ou não de Deus é através dos resultados, dos frutos. Contra testemunhos não há argumentos. Rute conta que o trabalho de evangelismo em praças, escolas, hospitais e asilos tem sido próspero, principalmente no meio secular. “Certa vez, fomos ministrar numa escola, mas nos proibiram de falar qualquer coisa sobre Jesus para crianças ou professores. No final da apresentação, nos pediram para tocar para os professores. Deus usou os instrumentos e nossos movimentos e vários professores começaram a chorar, sem que falássemos sequer uma palavra”. Um dos frutos foi a conversão da família de um dos professores, que está na igreja até hoje.
Quem também tem histórias assim para contar é Renata Porto, bailarina profissional, que foi dançarina do programa Domingão do Faustão. Convertida há seis anos, a líder do Ministério Aba Pai, da Igreja Batista Memorial em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, conta que amigos se converteram através da dança. “Amigos meus, que também eram dançarinos no meio secular, ao verem minhas ministrações, foram tocados por Deus e se converteram. Tenho três amigos que hoje são ministros de dança. Um deles, inclusive, era homossexual e hoje é líder do ministério numa Assembléia de Deus”, testemunha.
Renata Porto, que foi dançarina do programa Domingão do Faustão, acha que muitos entram no grupo de dança com motivações enganosas, buscando aparecer ou saciar o desejo de dançar
SUPERAÇÃO E MILAGRE
Com um diagnóstico de hérnia de disco, muitas dores pelo corpo e 51 anos, foi que Elenice Inácio da Silva experimentou o milagre e a superação para dançar para Deus. Membro e líder do ministério de dança da Assembléia de Deus (Ministério Nova Shekinah), em São Gonçalo (RJ), ela conta que a primeira dificuldade que enfrentou foi o seu próprio preconceito. “Eu ficava pensando que não tinha idade e que a minha doença ia me impedir, que eu não agüentaria as crises de dor se dançasse”.
Decidida a atender o chamado de Deus, Elenice insistiu e começou a dançar. “Fui deixando o Espírito de Deus fluir em mim, venci as barreiras e os preconceitos. E, para a glória do Senhor, o primeiro exame de coluna que fiz depois que comecei a dançar negou a existência da hérnia. Eu estava curada. Deus desfez um diagnóstico de quase 30 anos”, relata, emocionada. Além do potencial evangelístico, a ministra ressalta a dança como um instrumento de cura interior e de comunhão. “A dança é uma forma de unir pessoas, quebrar barreiras socioculturais e de gerar curas interiores pela liberdade que proporciona”.
DISCIPLINA E COMPROMISSO
Sobre as dificuldades enfrentadas pelo ministério de dança de uma forma geral, Gisela Matos, do Dança pelas Nações, afirma que falta verba dentro das igrejas para o desenvolvimento dessa arte. Mas a maior dificuldade apontada por ela é a falta de compromisso de algumas pessoas que desejam fazer parte desse ministério. “É preciso entender que dançar é adorar e que a vida do adorador não é só na igreja, mas no dia-a-dia. É preciso ter santidade”, proclama. Aliás, o tema santidade foi citado por todas as entrevistadas como algo a ser buscado e principalmente obedecido na hora de escolher os modelos de roupas e de adestrar determinados movimentos.
Renata Porto, a ex-dançarina do Faustão, hoje ensina crianças a adorar com danças e diz que tem uma preocupação redobrada com roupa e com excesso de vaidade e cuida para que os gestos não sejam sensuais. A jovem também afirma que muitos desejam fazer parte de um grupo de dança com motivações enganosas, buscando aparecer, chamar a atenção, ou simplesmente saciar o desejo de dançar, já que não dançam mais músicas seculares. “O propósito é adorar, e não aparecer. Um sinal de que o foco está errado é no momento de dedicar tempo para aprender uma coreografia. Fora da igreja, as pessoas se desgastam, ficam horas ensaiando, até se sacrificam. Na igreja, as pessoas querem fazer de qualquer jeito, reclamam quando há ensaio. Temos que fazer melhor para Deus do que para o homem”.
Elenice também reforça: “A dança deve ser um sacrifício a Deus. Uma entrega, e não um espetáculo. O altar é um lugar santo, um lugar de sacrifício e consagração. O objetivo é tocar o coração de Deus através do seu corpo. Deus não precisa apenas de técnica, mas de um coração quebrantado”.
| A DANÇA NA BÍBLIA |
A Bíblia traz inúmeros relatos da dança como forma de adoração a Deus. A mais citada delas é o episódio em que o rei Davi sobe a Jerusalém e dança diante da Arca da Aliança, que simbolizava a presença da glória de Deus. “E Davi saltava com todas as suas forças diante do Senhor... que ia bailando e saltitando diante do Senhor”, 2 Samuel 6.14-16. Há ainda outras passagens que ilustram a adoração através de danças: “Louvai-o com o tamborim e a dança” (Sl 150.4); “Louvem o seu nome com danças” (Sl 149.3); “Então a virgem se alegrará na dança, como também os jovens e os velhos...” (Jr 31.13). Vale ressaltar que a dança também era usada para adorar deuses pagãos, como se pode constatar em Êxodo 32.19. |
Gisela Matos, do Dança pelas Nações, aponta que falta verba nas igrejas para o desenvolvimento dessa arte e que a ausência de compromisso também é uma dificuldade
Matéria da Revista Enfoque Gospel - Edição 76>Música
31 de agosto de 2008
Errando o alvo de Deus pra mim...
A raiz da maioria dos problemas que existem nos ministérios de dança acontecem por ter pessoas que estão fazendo o que Deus NÃO mandou fazer. Você pode errar o alvo fazendo coisas boas e praticando o bem. Pra isso, basta NÃO estar fazendo o que Deus te mandou fazer.Deus falou muito sobre isso comigo através da vida do profeta Jonas. Nós temos nos levantado e afirmado que somos uma geração que profetiza com os pés, então, devemos com temor analisarmos como profetas no que estamos errando.
Jonas recebeu uma ordem expressa do Senhor para pregar arrependimento à Nínive, mas ao invés de fazer isso, ele fugiu, indo para Társis.
Társis representa nesse contexto, ministérios que Deus não escolheu para você. De muitos modos, ao decorrer dos tempos, subtituímos a obediência e a dependência ao Senhor por atividades religiosas, que até são boas, fazem bem, mas que NÃO estão na agenda de Deus para nós. Muitas coisas que você realiza hoje, verdadeiramente são boas - apenas não foram designadas por Deus para você. E creio que por misericórdia Deus até nos usa nessas obras.
Oferecemos essas boas obras à Deus como compensação por NÃO fazer o que Ele nos mandou fazer.
Quando decidimos consciente ou inconscientemente não obedecer aos desígnos, à Vontade de Deus para nós cometemos o pecado da rebeldia.
NÃO FAZER A VONTADE DE DEUS É REBELDIA!
Por isso, inúmeras vezes Deus chama Israel de povo rebelde, ou seja, povo que não O ouve, não O obedece.
Foi a rebelião de Jonas que trouxe tempestade sobre os pagãos que estavam no navio.
A sua rebeldia, pode ser a razão de tanta tempestade. A sua falta de zelo em se esmerar em descobrir o que Deus quer de você, pode ser a razão de tantos problemas.
Na maioria das vezes, por costume, imputamos os problemas ao Diabo, quando na verdade, são consequência da nossa rebeldia e de estarmos no lugar errado. Geralmente, diante dessas situações nós amarramos o Diabo, declamos a nossa vitória, oramos...mas, tudo que precisamos na verdade é pararmos e então percerbermos que nós estamos com a nossa desobediência dando autoridade ao inimigo para fazer tais coisas.
A tempestade vem para que sejamos acordados e jogados fora do navio. Nesse momento, o ideal é termos a mesma atitude de Jonas, devemos nos oferecer para ser atirados para fora do navio. Seja convencido pelo Espírito Santo do seu verdadeiro lugar, Nínive... e caminhe para ele rapidamente, nem que seja no ventre de um grande peixe.
O grande peixe pode ser alguma situação que Deus te dá para que você seja levado ao seu destino correto, para o centro da Sua vontade. Creio que se Jonas estava consciente no ventre daquele peixe, ele deve ter repensado muita coisa em que foi rebelde, naquele momento creio que o Espírito Santo o estava convencendo do seu pecado e ele foi salvo.
Qual será sua Níneve? E o melhor, qual será seu peixe?
A avalanche de problemas, muitas vezes são geradas e permitidas por Deus para que você desperte do seu sono, e invoque ao Senhor, para que teu coração seja convencido que você está no lugar errado.
LÍDERES!!!!!! Quando vocês recebem e aprovam pessoas que Deus não te enviou, você terá juízo sobre todos. Pare, ouça o Espírito Santo, receba testificação de Deus, sinais.
LIDERADOS!!!! Estejam prontos para ouvir a sua liderança, que ao identificar que você está no lugar errado irá te ajudar a seguir para onde Deus te quer. Não se rebele, não se irrite, apenas ouça e obedeça.
Onde você está agora, Nínive ou Társis? Ou está no navio e precisa ser jogado ao mar? Já está no ventre do peixe?
Quando JOnas chegou ao seu destino designado por Deus, uma cidade inteira se arrependeu e deixou de ser destruída pelo Juízo de Deus. O que você tem produzido, arrependimento ou tempestades?
Todos temos a oportunidade de ouvirmos ao Pai, mas aqueles que estiverem decidindo suas vidas por si só, e tomados de afazeres não escutarem ao Senhor do Reino, pagarão um alto preço por sua negligência. O julgamento de Deus será justo, não haverá desculpas pra ninguém.
Agora é tempo para que nos arrependamos e busquemos a soberana vontade do Pai.
Ouça essa música e medite...
Nivea Soares - Centro da Tua vontade
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18 de março de 2008
Espontâneo
A dança sem dúvidas é uma linguagem universal, pois torna possível contarmos uma história com o início, meio e fim sem falarmos uma palavra sequer, e mesmo sendo de diferentes etnias, credo ou raça, todos entendemos a mensagem que é passada através dos movimentos dançados, e dessa forma vencemos as barreiras da língua e falamos com o corpo.
Já vimos anteriormente em outro estudo aqui que o nosso corpo é templo (morada) do Espírito Santo e por isso temos dentro de nós uma fonte inesgotável de movimentos que expressarão para o Pai o que lhe for agradável receber. Então, não há como afirmar que uma pessoa não pode dançar livremente um espontâneo.
Os nossos movimentos falam, o nosso corpo através da ação do Espírito Santo expressa adoração a Deus, e com a nossa dança damos a Deus a glória devida ao Seu Nome. Um gesto fala mais do que uma palavra, daí a preocupação com essa forma de linguagem.
Há um seguimento dentro da dança eclesiástica hoje, o qual denominamos: ESPONTÂNEO. Mas, não podemos esquecer que esse tipo de expressão livre já existe na dança secular a bastante tempo, sendo bastante executado em solos, onde o bailarino expressa livremente uma dança personalisada, sem ensaios anteriores.
Infelizmente, no meio secular esse tipo de expressão é usada para focar o bailarino e o colocá-lo como o centro das atenções recebendo aplausos pela sua técnica perfeita e facilidade em expressar suas emoções.
Nós, que adoramos a Jesus, vamos em uma via totalmente inversa. Ao dançamos espontaneamente, damos somente a Deus a glória, e conseguimos entregar algo pessoal ao Pai sem nos importarmos com as pessoas e nem com a postura que teremos que manter diante delas. Assim como a dança pré estabelecida, o espontâneo tem uma essência de total entrega do adorador que se manifesta com uma espontaneidade responsiva, que é nada mais do que trazer toda a congregação para momentos de júbilo, edificação, gratidão, cura, libertação e restauração na presença de Deus. O espontâneo não é uma exibição de talentos, mas um ato de chamar a congregação para adorar com danças.
A dança espontanea pode ser individual ou em grupo. Em grupo podemos executar movimentos juntos com um guia,pessoa que executará o movimento e os outros o seguirão. O guia pode variar de acordo com a posição em que ficarem as pessoas ao executarem os movimentos, ou ainda pode ser estipulado antes um guia para cada música. Pode ser executado também em duplas ou trios. Vale o que for mais conveniente na hora da ministração, avaliando o espaço disponível, o ambiente e a disposição daqueles que estarão disponíveis para ministrarem naquele dia dessa forma.
Ao dançarmos espontaneamente precisamos nos atentar para duas coisas:
* Não chamar atenção para si mesmo com exibicionismos. Devemos sempre termos em foco que não dançamos mais diante de uma platéia, mas sim diante de um trono no qual o Rei dos Reis está assentado recebendo a nossa adoração.
* Expressarmos algo pessoal, ou seja, ouvirmos e sentirmos a direção do Espírito Santo para sermos conduzidos em uma dança que será como aroma agradável ao Pai. Sem cópias, com expressões intensas em alguns momentos e leves em outros. Movimentos que contaram uma história com início, meio e fim. Termos expressões faciais que demonstrem o que estamos sendo ministrados naquele momento, seja alegria, dor pelo pecado, arrependimento, intercessão e outros.
No caso da dança na igreja, o espôntaneo consegue em meio ao louvor e adoração definir e retratar nas suas variadas manifestaçõesuma realidade que Deus busca nos seus adoradores, a espontaneidade e a liberdade. Como o próprio nome já diz, essa forma livre de expressão nos deixa completamente à vontade para correspondermos com o que o Espírito Santo nos direciona a fazer no momento. Sem marcações prévias ou seqüencias montadas nos deixamos levar pela melodia e atendemos ao Espírito Santo para expressarmos uma liberdade corporal com uma linguagem totalmente livre de padrões pré estabelecidos na dança, e muitas vezes fluindo uma expressão estranha aos olhos daqueles assistem.
Outro ponto que precisamos abordar e cuidar para que a execução do espontâneo alcance o objetivo proposto é sabermos se o que estamos querendo transmitir e comunicar será bem compreendido através dos movimentos executados. Não devemos falar por falar, dançar por dançar e sim pensarmos, refletirmos para então nos fazermos entender e o mesmo deve acontecer com o espontâneo.
Ao dançarmos espontaneamente devemos ter cuidado para que façamos movimentos condizentes com o que chamo de BASE.
BASE = Melodia, Ritmo e Letra da música ministrada.
Um erro muito praticado no espontâneo é que ao dançá-lo muitos não seguem essa BASE: melodia-ritmo-letra e se perdem executando movimentos vazios e sem expressão alguma.
Ao iniciarmos um espontaneo precisamos acalmar a nossa alma, aguçarmos nossos sentidos espirituais e então comerçamos a nos expressar com clareza, sem atropelarmos o que estamos ouvindo, sem pressa, mas seguindo sempre a BASE de melodia-ritmo-letra.
Em alguns casos a BASE pode se apresentar só em melodia-ritmo, sem a letra, exigindo de nós uma concentração bem maior e uma certa destreza em executarmos movimentos mais simples que expressarão exatamente o que estamos sentindo.
Algo muito importante é: RESPEITE O AMBIENTE CRIADO PELO ESPÍRITO SANTO. Como assim? Simples. Respeite o que o Espírito Santo está querendo ministrar aos seus naquela hora, seja sensível, muitas vezes se torna totalmente desnecessário movimentos, passos bem executados, mas o que se pede nesse momento é algo simples e bem sutil, como ficar ajoelhado e movimentar somente braços, ou somente se prostrar ao chão. Lembre-se: não é para você ter a atenção e sim Deus. Nesse tipo de ambiente qualquer movimento exagerado colocará a dança fora da sintonia do Espírito Santo e até pode interferir no que Deus está propondo.
Há momentos em que já se fazem necessários, executá-los com expressões grandes, como girar e elevar os braços, movimentos que expressarão exaltação e a grandeza de Deus. Em outros momentos, parece cair bem expressões fortes e cortantes com movimentos de guerra.
Mas, em tudo seja sensível para captar o que é necessário fazer. Pode até parecer estranho, mas já estive em alguns momentos em que o melhor a fazer era aquietar-me e ficar sem dançar somente ouvindo e desfrutando da presença intensa do Pai.
Uma sugestão prática para alcançar uma expressão espontânea com mais destreza e habilidade é reunir-se com o ministério colocar uma música e liberar-se em adoração tentando expressar o que o Espírito Santo conduzir, sempre respeitando a BASE (melodia-ritmo-letra). Deixe sempre uma ou duas pessoas do ministério assitindo para que possam corrigir possíveis erros e darem sugestões para aprimorarem a dança espontânea. Treinem movimentos juntos, para obterem um vocabulário de movimentos e executarem bem o espontâneo. Note bem, não estou dizendo para ensaiarem o espontâneo, mas sim, para treinarem movimentos independentes juntos. Gaste tempo nisso.
Que haja liberdade para expressarmos uma dança conduzida pelo Espírito Santo que adorará o Pai com os mais belos movimentos de amor e entrega. E que a nossa dança atraia o coração Deus e seja um convite para que Ele venha dançar conosco pelas nações.
Deus abençoe! Leia Mais…
29 de janeiro de 2008
Com que roupa eu vou?
Em pleno século XXI, onde a sensualidade, a lascívia e a prostituição se apresentam em total normalidade no meio da juventude, uma nova "moda" se extende até nós, onde o corpo se expõe como um objeto de desejo. Na dança atual o corpo passou a ser o protagonista na composição das rotinas de dança, muitas CIAs parecem optar por expor o corpo dos bailarinos numa coreografia fraca e vazia, mas cheia de apelos sensuais.
Trajes com o tamanho cada vez menor, compostos por peças justas,transparentes e decotadas fazem parte de um figurino que precisa estar antenado com o rigor da moda. No âmbito da dança não tem sido diferente, devido a modernidade e descoberta de alguns estilos, houve uma variação de conceitos em relação a apresentação visual. O que antes era clássico, como por exemplo o ballet, onde as roupas eram comportadas e seguiam o seu padrão tradicional e recatado, hoje, após terem surgido outros seguimentos classificados como modernos e contemporâneos, a apresentação visual trilhou o mesmo caminho. As malhas que antes eram apenas para proteção do corpo e ficavam por baixo de uma outra roupa, ganham destaque vindo em tendência como peça única para apresentações. Transparência e decote transmitem a liberdade de expressão e uma irreverência modernista, onde expressam sentimentos totalmente tendenciosos a malícia.
Esse comportamento mostra um desvio por causa do pecado. Sabemos que a dança do Reino de Deus em nada tem haver com essa que tem sido praticada por ai. A bíblia nos mostra outro comportamento a ser tomado com relação ao corpo e o seu uso.
Frequentemente sou abordada sempre com as mesmas dúvidas nessa área. Afinal, qual a roupa mais adequada para ministrarmos ao Senhor? Bem, isso tem sido muito discutido, mas pouco elucidado.
Para obtermos uma resposta sobre o assunto precisamos primeiro aprender e absorver um princípio básico que a bíblia nos apresenta sobre o nosso corpo, que para quem dança é o seu instrumento principal.
VERSÍCULOS CHAVE
ITs 4:3,4,7 e 8; Rm 12:1 e 2; Rm 6:12,13 e 19; Fp 1:20; I Co 3:16 e 17; II Co 6:16 ao 18
" Vocês sabem que são templo (morada) de Deus e que o Espírito Santo de Deus mora dentro de vocês? E se alguém destruir esse templo Deus o destruirá, porque o templo de Deus, que são vocês, é SANTO. Então, fiquem longe, se desviem, impeçam a prostituição e que cada um de vocês saibam possuir o seu corpo em SANTIFICAÇÃO (separado das coisas do mundo) E HONRA (em culto ao Senhor, em castidade, em dignidade), não na paixão de desejo sexual como os outros que não conhecem a Deus. Porque, Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a santificação."***
Considerando os baixos padrões de moralidade que prevalece nos nossos dias, precisamos entender e ter bem esclarecido esse princípio em nós para conclamarmos a igreja para obedecer os padrões de Deus em Santidade.
Veja bem, a dança que entregamos ao Senhor precisa ser santa e a roupa que usaremos para entregar essa dança precisa ser por sua vez condizente com essa santidade. Deixemos de lado os padrões impostos pelo mundo e busquemos do Espírito Santo o padrão que Deus quer da sua igreja para dançar.
Você já recebeu um cartão de aniversário, de amor, de amizade, do seu filho, amigo, namorado? Creio que sim.Eu sempre escrevia cartinhas e cartões para meus pais e meu namorado (hoje meu marido), e o interessante é que eu sempre quis escrever algo pessoal além das mensagens que já vinham escritas nos cartões, desenhava corações e assinava. Tanto meus pais, como meu esposo têm esses cartões até hoje.
Creio que a nossa roupa para dançar é o nosso recadinho pessoal para Deus, é a nossa mensagem escrita pessoalmente.
Com a roupa usamos uma linguagem visual para expressarmos o que queremos entregar ao Senhor. Seja gratidão, seja amor, seja carinho, seja tristeza, seja humilhação, seja arrependimento... A roupa na dança é uma extensão do contexto que entregaremos ao Senhor em adoração. E a dança como um todo é a nossa assinatura.
Portanto, a roupa precisa estar ligada a santificação e ao contexto de possuirmos o nosso corpo com sabedoria.
Qual o recado você tem entregado ao Pai? Qual tipo de roupa tem expressado a sua dança? Qual é a sua assinatura?Nas orientação de Deus a Moisés quanto a roupa dos sacerdotes observamos o cuidado e a importância que Deus dá as vestes que usaremos para ministrar diante dele.
A sua intenção é mostrar o seu corpo? Apesar de ter um belo corpo, não é isso que deve estar em evidência na hora de dançar em adoração.
Existem vários ritimos e estilos a serem dançados e a roupa precisa estar condizente com cada um.
Vejamos...
No Ballet usamos vestidos, longos ou não, com mangas largas ou mais justas, compridas ou não, ou saias rodadas com body. CUIDADO!!! Nada de transparência ou decotes. Procure sempre usar uma malha por baixo do vestido. Para meninas que possuem o busto maior é necessário avaliar o tipo do decote, geralmente os de cortes quadrados e os de gola alta caem melhor e não chamam atenção para os seios.
Já no street dance ou Hip Hop, usamos calças de sarja largas bem despojadas com blusas de malha. CUIDADO!!! Nada de baby look. Coloque um body por baixo da blusa, nada de barriguinhas a mostra. Lembre-se que mesmo sendo um estilo usado para evangelismo não podemos nos enquadrar ao modelo deste século, que nos sugere a barriguinha a mostra nesse tipo de dança. Meninos, nada de cuecas a mostra também, e blusinhas que marcam o físico. Por mais que você tenha os músculos definidos, não é isso que atrairá a presença de Deus e mostrá-los é um sinal de lascívia.
Na contemporânea cai bem calças tipo pantalonas com as pernas bem largas, batas e veus amarrados formam um traje bem confortável. Há ainda estilos que podem ser calças um pouco mais justas, mas sempre acompanhadas com uma bata bem comprida e larga para não ressaltar o quadril e o bumbum.
Em tudo, havendo dúvidas, pare em frente ao espelho e se pergunte se você estaria totalmente a vontade se Jesus estivesse ali do seu lado. As roupas precisam ser confortáveis para a execução dos movimentos. Você precisa estar completamente livre e disponível para fazer o que o Espírito te conduzir.
Quanto ao figurino, ore peça ao Espírito Santo uma direção quanto ao que o Pai quer ver, afinal, você está dançando pra Ele. Muitas vezes já recebi roupas em sonhos e visões, outras simplesmente parei para desenhar e o figurinho fluiu... Esteja em contato com outras pessoas que dançam para trocarem experiências quanto ao melhor tecido, melhor tipo de corte, etc...
NUNCA, MAS NUNCA MESMO IMITE A ROUPA DE NINGUÉM. Lembre-se que o seu recadinho precisa ser pessoal, nada de apresentar o recado dos outros.
Há uma porção de arte criativa para cada um de nós e a nossa fonte é inesgoável!
Que as nossas roupas reflitam a santidade de Deus e que dançemos até que todos profetizem.
*** Versão na linguagem de hoje
16 de janeiro de 2008
Voltando a verdadeira ARTE...

Contudo, a igreja é geralmente uma das intituições mais confinadas, previsíveis, maçantes e carentes de espontaneidade sobre a Terra. Quase tudo na arte é inaceitável no meio daqueles que se dizem adoradores do CRIADOR da arte. Que estranho!!!
Vemos durante anos e anos a resistência com a música e seus seguimentos, com a dança, com roupas, com quadros, peças teatrais, etc... Sempre com a desculpa que tudo era do Diabo.
Mas, sabedores hoje que Deus é o criador de tudo e que todas as coisas são feitas por Ele e para a glória Dele, estamos voltando a essência e nos corrigindo no nosso desvio em relação à verdadeira adoração.
Não era o tradicionalismo, a discriminação e nem o medo que punia a arte na igreja, mas sim o desvio na adoração. Deus nos criou e colocou em nós a necessidade de adorar. Basta nos decidirmos a quem vamos adorar, ou ao Pai, criador; ou ao Diabo, mentiroso e aproveitador.
A arte, por sua natureza criativa, tem de sempre estar em busca do que é novo, do que é recente.
Quando a igreja entender e voltar à verdeira adoração, a arte por sua vez também será restaurada na sua essência divina e será uma forma de adoração poderosa.
Essa arte deixará de glorificar a criação, será para a Glória do Criador e reflitirá as maravilhas da criação de Deus. A sua inpiração será somente o Espírito Santo que a conduzirá em verdade para adorar ao Rei.
Palhaços, malabaristas, bailarinos, pintores, escultores, diretores, escritores, roteiristas, atores, artesãos, rendeiras, costureiras, estilistas, fotógrafos, carnavalescos, músicos, compositoresm cantores, maestros, figurinistas, enfim todos servirão com a sua arte ao Senhor.
**Texto extraído e adaptado do livro A Colheita
28 de dezembro de 2007
Dons? O que é isso? A dança é um dom?
Hum... Dons? O que são e para que servem?
Existe uma grande tarefa que deverá ser executada por toda a igreja (corpo de Cristo).
Como já comentei aqui anteriormente, cada crente é chamado a ministrar, e todos, sem exceção, são necessários. É de extrema importância e indispensável que cada crente encontre o seu lugar no corpo de Cristo e começe imediatamente a trabalhar nele, tendo plena condição de ensinar outros a fazerem o mesmo.
Gostaria de abrir um pequeno parêntese sobre algo que Deus tem falado muito comigo. Que é o que fomos comissionados a fazer...
Fazei DISCÍPULOS: Não apenas novos convertidos.
Temos cometido um grande erro ao pensarmos que uma grande quantidade de conversões finda o nosso trabalho no "IDE" de Jesus. E que isto já basta.Na verdade o que Jesus nos ordena? A fazer discípulos de todas as nações, a discipular as nações. Ensinando-os o que? Todas as coisas que Ele nos ordenou. "Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressucitai os mortos, expulsai os demônios, sem receberem nada em troca.Proclamai o Reino!" (Mt 10:7 e 8) Simplificando, façam isso e depois ensinem outros a fazerem o mesmo.Essa é a nossa primeira e mais importante tarefa no Reino de Deus, fazermos as obras de Jesus e apregoarmos o evangelho desse Reino discipulando as nações. Esse mandamento tem sido abafado e esquecido por muitos que se preocupam somente com o "seu ministério", e em como usar os "seus dons", mas esquecem-se de cumprir a ordem mais importante deixada pelo Mestre.
Após esse parêntese, vamos observar algumas coisas sobre os Dons Espirituais.
DONS NÃO SÃO BRINQUEDOS! Dons são instrumentos para a realização da Obra do Espírito Santo. Não são para promover o nosso sucesso ministerial, não são para auto-realização, são para a edificação do REINO, somente dele. O zelo do Senhor não permitirá que você use os dons que Ele te deu para a satisfação do seu ego sem que você sai impune disso.Dom é uma das formas da manifestação do Espírito Santo e vem com uma finalidade específica que sempre convergirá na edificação e implantação do Reino sendo uma capacitação para que você cumpra o seu chamado/minsitério para o qual foi desinado no corpo de Cristo.(Rm. 12: 6-8; I Co. 7:7; I Co. 12:07,11). Somos apenas um instrumento do Senhor para tocar as necessidades do seu provo.
Temos que buscar os dons Espirituais. ( I Co. 14:1). Vejamos os dons espirituais que Paulo lista para a igreja de Corinto:* Palavra de Sabedoria* Palavra de Conhecimento* Fé* Cura* Operação de Milagres* Profecia* Discernimento de Espíritos* Variedade de Línguas* Interpretação de Línguas
Note que dons espirituais são diferentes de talentos. Muita confusão tem surgido com relação a isso, não há uma clareza em definirmos o que é dom espiritual e o que é um talento natural. Creio que isso é devido à uma falta de conhecimento de uma simples definição de dons espirituais.
Depois da definição acima: do que são dons espirituais,para que servem e quais são. Fica fácil o entendimento sobre o que em nós é somente um talento natural. Digo isto dado à muitos incluirem a dança como um dom, quando não é. A dança é um talento natural que há em nós.
Mas, você pode afirmar que a sua dança é fora do normal, sobrenatural. Sim, claro ela pode ser mesmo, mas isso é unção. A unção nos capacita sobrenaturalmente para algo que irá cooperar para que exerçamos o propósito de Deus para nós. Pode parecer complicado no início, mas essa fortaleza criada em nós por ensinos errados precisa cair. Há uma certa dificuldade em processarmos essa afirmação mas, é o que nos ensina a bíblia. Sempre esteve lá, e devido a falta de conhecimento erramos em pensar que a dança é um dom. A dança é um instrumento de adoração, assim como tocar um instrumento também. Só pelo fato de você tocar guitarra bem e adorar ao Senhor com ela, não significa que isso é um dom. Você está adorando ao Senhor com o seu talento. E o Espírito Santo te unge para isso, uma vez que só Ele pode nos capacitar para adorarmos ao Senhor como Lhe é devido. E o mais tremendo nisso é que, os dons espirituais podem se manifestar através da nossa dança, como a cura, a fé, a operação de milagres e profecia. Então, só para esclarecer... não é a dança em si que cura, mas o dom de cura que há em nós pode curar alguém quando estamos dançando.
O Reino de Deus é chegado! Precisamos com toda a eficácia cooperar para a implantação desse Reino. Que busquemos ardentemente os dons Espirituais afim de, sermos capacitados para toda boa obra. Que o Espírito Santo se manifeste em nós e através de nós.
Venha o Teu Reino!!!


